<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266</id><updated>2011-12-28T02:13:40.988-08:00</updated><category term='1.ª Página da edição de Dezembro de 2008'/><title type='text'>Jornal Folclore</title><subtitle type='html'>O Jornal Folclore iniciou a sua publicação regular em 1 de Março de 1996. É editado por Folclore-Cooperativa Editora de Publicações Culturais e distribuído em Portugal continental e insular, e núcleos de emigração portuguesa no estrangeiro.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>82</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-1832554713921775902</id><published>2011-12-28T02:12:00.000-08:00</published><updated>2011-12-28T02:13:40.996-08:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE JANEIRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zHWrFN5YBE4/TvrrvjVg9dI/AAAAAAAAAUc/T7u5WzvaUd0/s1600/F191.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 226px; height: 320px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5691120281307903442" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-zHWrFN5YBE4/TvrrvjVg9dI/AAAAAAAAAUc/T7u5WzvaUd0/s320/F191.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-1832554713921775902?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/1832554713921775902/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=1832554713921775902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1832554713921775902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1832554713921775902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/12/capa-da-edicao-de-janeiro.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE JANEIRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-zHWrFN5YBE4/TvrrvjVg9dI/AAAAAAAAAUc/T7u5WzvaUd0/s72-c/F191.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-5391200090044517645</id><published>2011-09-30T05:31:00.000-07:00</published><updated>2011-09-30T05:37:23.139-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;&lt;font size="5"&gt;&lt;strong&gt;JORNAL FOLCLORE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518  2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;&lt;strong&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;&lt;strong&gt;N.º 188 (Outubro)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;RESUMO DA EDIÇÃO&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;NOTA EDITORIAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PERVERSA TELEVISÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Perversa televisão quando passa tão maus retratos de um suposto Folclore. E é com esse “folclore” que nos impigem quase diariamente os programas emitidos a pretexto da época estival, e que levam as produções a sair dos estúdios. Tão raros são os momentos de bons desempenhos do nosso Folclore que as televisões nos oferecem! Parece que os projectos alinhados, aqueles cujo trabalho final se ajusta com mérito a uma retratação séria dos aspectos culturais e tradicionais, fogem dessas produções como o diabo da cruz!&lt;br /&gt;Sabe-se que as produções televisas logo afastam qualquer espécie de recompensa pela participação, “pagando” com a “promoção” que a televisão oferece! Então, a recusa na participação por parte de grupos que fazem jus à honra e dignidade é imediata. Na repescagem, os produtores logo encaminham o convite para outras formações, distantes daquilo que lhes é servido na bandeja de um presumível folclore. Na maioria das vezes, tal acontece com a complacência das próprias autarquias, convidadas a indicar os seus promotores culturais.&lt;br /&gt;Não estamos, naturalmente, a querer que se exerça qualquer tipo de censura sobre a participação desta ou daquela formação que se oferece, sem qualquer contrapartida ou forma de compensação, para animar as emissões. Mas, mal estará quando os esboços de exercício tradicional popular em presença, se apresentam como maus retratos do Folclore nacional. Serão entes estafetas de um hipotético “folclore”.&lt;br /&gt;O movimento folclórico nacional continua desgarrado de um caminho preciso e correcto, seguindo, desde há décadas, por trilhos errados, sem se regimentar por condicionalismos que o leve a uma sujeição rigorosa e fidelizada aos reais actos e factos folclóricos. Enquanto assim for, de nada valerá a teimosia daqueles que, embora trilhando um percurso espinhoso, insistem em honrar as histórias de vida e a cultura dos que os antecederam num tempo há muito ido.&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DESTAQUES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;FOLKFARO: “UM MUNDO DE CULTURAS” NA REGIÃO ALGARVIA”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Foi grande uma vez mais a festa do folclore do mundo que se passeou pelo Algarve durante oito dias de Agosto. Concluiu-se a edição de 2011 do FolkFaro, que espalhou pelo Algarve quadros vivos de diversificadas culturas de outros países, como de Portugal. Milhares de pessoas assistiram aos espectáculos diários, da Gala de Abertura às Galas “Tradição Portuguesa”, como à “Gala das Nações”. A organização do Grupo Folclórico de Faro averbou mais um êxito. Apesar das restrições financeiras...&lt;/strong&gt; - Texto e fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A magia do encanto de hábitos tradicionais de outros pontos do mundo envolveram a capital do Algarve e regiões limítrofes numa festa de cor e alegria, oferecida por tão sugestivas delegações internacionais, juntando-se-lhe outras tantas formações nacionais, protagonizando o “acontecimento mais aguardado no Verão cultural de Faro”, como afirmam justificadamente os promotores do evento, os responsáveis pelo Grupo Folclórico de Faro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FUNCHAL: SEMANA EUROPEIA DE FOLCLORE NA CELEBRAÇÃO AO VINHO MADEIRA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Semana Europeia de Folclore do Funchal voltou a despertar o interesse de milhares de nacionais e estrangeiros, enchendo entre 28 de Agosto e 2 de Setembro o Auditório do Jardim Municipal. Representações oriundas de três países e quatro grupos de Portugal Continental a da Madeira mostraram o seu folclore, como diferenciados aspectos da sua etnografia. A organização foi do Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova, do Funchal, e integrou o programa da Festa do Vinho Madeira. &lt;/strong&gt;- Texto e fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Semana Europeia de Folclore constitui um ponto alto das Festas do Vinho Madeira”. A afirmação foi da Secretária Regional de Turismo, Conceição Estudante. Com efeito, o Folclore de Portugal e de outros três países, fez sobrelotar diariamente o Auditório do Jardim Municipal do Funchal. Todos os lugares do anfiteatro foram ocupados muito antes do início de cada sessão, e muitos foram aqueles que se dispuseram a ver as formações participantes sem a acomodação de um lugar sentado. Em grande número estiveram espectadores de outras nacionalidades.&lt;br /&gt; (Desenvolvimento da edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UM MAR DE GENTE NO FESTIVAL INTERNACIONAL DA PONTA DO SOL &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Avenida do Mar, em Ponta do Sol, voltou a receber uma imensa plateia para ver o folclore nacional e internacional que o Grupo Folclórico de Ponta do Sol aprontou para a edição XXI do seu Festival Internacional de Folclore. Sete formações nacionais e estrangeiras exibiram-se num florido “jardim”, preparado no grande palco. O tema deste ano evocou o traje tradicional da Madeira. O Festival integrou as Festas da vila, constituindo uma louvável parceria inter-associativa.&lt;br /&gt;	&lt;br /&gt;Texto: Manuel João Barbosa – Fotos: M. Gabriel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um palco exuberante de cachos de exóticas flores recebeu as danças e os trajes de variadas formações etnográficas de Portugal e de três outros países – Hungria, Venezuela e Lituânia – mostrando-se a uma imensa assistência, que enchia literalmente a Avenida do Mar, atractiva artéria da bonita vila da Ponta do Sol, na Madeira. Aconteceu mais uma edição do admirável Festival Internacional de Folclore organizado pelo Grupo de Folclore da Ponta do Sol&lt;br /&gt;(Desenvolvimento da edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SANTARÉM: O MUNDO A DANÇAR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Santarém viveu de forma efusiva mais uma edição do Festival Internacional de Folclore ‘Celestino Graça’. Na cidade, como no palco das actuações, prestigiadas formações folclóricas internacionais, como distintos grupos nacionais, mostraram tradições vivas de diferenciadas culturas, como de Espanha, Polónia, Israel, Lituânia, Turquia e Portugal. “O Festival é há muito um orgulho da cidade de Santarém”, lembrava Ludgero Mendes na Gala de Abertura. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Textos e fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade de Santarém viveu uma semana de festa oferecida pelas danças e músicas folclóricas do mundo. Aconteceu mais uma edição do Festival Internacional de Folclore ‘Celestino Graça’, que trouxe à velha scalabis notáveis representações folclóricas internacionais, caprichando também na selecção dos representantes nacionais, que intercalaram as delegações estrangeiras nas várias sessões. O grande auditório do Centro Nacional de Exposições (CNEMA) recebeu numerosas assistências, porventura incomuns comparativamente com edições anteriores.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento da edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTÍCIAS &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Congresso na Madeira vai ocupar-se do Folclore nacional&lt;br /&gt;- Relva (Ponta Delgada): Mostra Folclórica do Atlântico assistida por milhares de pessoas	&lt;br /&gt;- Festival Almedina organizado pelo Etnográfico de Coimbra&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de Portomar actuou na Ilha Terceira&lt;br /&gt;- Festa de Folclore e Cultura Popular em Bemposta&lt;br /&gt;- Etnográfico da Gafanha da Nazaré voltou a recriar a Procissão na Ria&lt;br /&gt;- Brilho da Gala Internacional da Batalha ofuscado pelas condições climatéricas&lt;br /&gt;- Rancho Rosas do Lena (Batalha) teve presença brilhante na Ucrânia&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico de Canelas ofereceu ‘Tradições de Terras Queirosianas’&lt;br /&gt;- Rancho Infantil de Azambuja ofereceu Festival de Folclore infantil&lt;br /&gt;- Festival de folclore em Paçô…&lt;br /&gt;- …em Rates (Póvoa de Varzim)&lt;br /&gt;- Etnográfico Danças e Cantares do Minho no País Basco, Espanha&lt;br /&gt;- Folclore Internacional em Pedreiras (Porto de Mós)&lt;br /&gt;- Fundação INATEL abriu cursos de iniciação e aperfeiçoamento instrumentos tradicionais&lt;br /&gt;- ESPAÇO VIVO DAS ARTES TRADICIONAIS - RANCHO DA RIBEIRA DE SANTARÉM INAUGUROU MUSEU ETNOGRÁFICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OPINIÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Postal de Montargil - O Folclore tem fronteiras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- FESTIVAIS – Os Festivais com realização no mês de OUTUBRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- TRADIÇÃO / INOVAÇÃO –  Adornos: do exagero à honra, pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM&lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa * 30,00 €&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-5391200090044517645?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/5391200090044517645/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=5391200090044517645' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5391200090044517645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5391200090044517645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/09/jornal-folclore-praceta-pedro-escuro-5_30.html' title=''/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-353983785227074600</id><published>2011-09-29T10:18:00.000-07:00</published><updated>2011-09-29T10:20:12.367-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE OUTUBRO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-f7r5NLzebNs/ToSosA6EC-I/AAAAAAAAAS0/Q9x54dB4uxs/s1600/F188.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-f7r5NLzebNs/ToSosA6EC-I/AAAAAAAAAS0/Q9x54dB4uxs/s320/F188.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657832505995430882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-353983785227074600?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/353983785227074600/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=353983785227074600' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/353983785227074600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/353983785227074600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/09/capa-da-edicao-de-outubro.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE OUTUBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-f7r5NLzebNs/ToSosA6EC-I/AAAAAAAAAS0/Q9x54dB4uxs/s72-c/F188.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-2973045997356213103</id><published>2011-09-06T08:16:00.000-07:00</published><updated>2011-09-06T08:17:55.421-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE SETEMBRO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-_NeE-3fTSBU/TmY5j2anIpI/AAAAAAAAASs/9npwBGPnupg/s1600/F187.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-_NeE-3fTSBU/TmY5j2anIpI/AAAAAAAAASs/9npwBGPnupg/s320/F187.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5649266070648201874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-2973045997356213103?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/2973045997356213103/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=2973045997356213103' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/2973045997356213103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/2973045997356213103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/09/capa-da-edicao-de-setembro.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE SETEMBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-_NeE-3fTSBU/TmY5j2anIpI/AAAAAAAAASs/9npwBGPnupg/s72-c/F187.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-3730014381874647146</id><published>2011-09-05T12:20:00.001-07:00</published><updated>2011-09-05T12:20:41.636-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518  2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.º 187 (SETEMBRO)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TÍTULOS DA EDIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “teatro” do Folclore&lt;br /&gt;São muitos os que vêem as recriações dos aspectos tradicionais como que um desajuste daquilo que é tido como representação do folclore. Mas, com efeito, aquilo que hoje alguns grupos de folclore oferecem – não tantos quanto seria desejável – mais não será do que ajuntar ao desempenho do folclore (as danças e as cantigas) também aspectos da etnografia. Assim, alarga-se o âmbito do trabalho de representação a outras vertentes da cultura popular das respectivas regiões de inserção.&lt;br /&gt;A retractação dos costumes populares, que vieram a tornar-se tradição, é – também! – folclore! E como tal deve estar presente no trabalho dos grupos, assumidamente de folclóricos, sempre que a actividade pública o permita. O grupo / rancho que opta por inovar na representação está a valorizar o seu trabalho e a enriquecer a mostra de folclore. Recriar hábitos populares do passado não pode ser entendido como inovar o folclore. Designar isso de teatralização é revelar desconhecimento dos preceitos da representação folclórica. O que o grupo está a oferecer são “retratos” vivos de vivências de outrora, que se arrastaram pelos tempos na vida comunitária. E isso é folclore, dentro do ramo da etnografia.&lt;br /&gt;Não se compreende assim que a fórmula seja entendida como uma forma de perverter o espírito do folclore. O promotor folclórico estará, isso sim, a fugir a um estereótipo de representação folclórica, criado como modelo há muitas décadas, no pressuposto de que o folclore consiste apenas em danças e cantares.&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Festival assume-se como o maior evento de Folclore Internacional de Portugal&lt;br /&gt;Multidões aclamam o Festival Internacional de Folclore dos Açores&lt;br /&gt;Textos e fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;A Ilha Terceira viveu uma vez mais a euforia do Festival Internacional de Folclore dos Açores, proporcionada pelas danças e as músicas tradicionais de vários países do mundo, numa miscelânea de cores e ritmos, que encantaram as dezenas de milhares de pessoas que assistiram à XXVII edição do prestigiado encontro de culturas, considerado um dos maiores eventos realizados em Portugal. Formações de 11 países estrangeiros, juntaram-se a 18 grupos nacionais, do Continente e Açores, constituindo a maior concentração de participantes activos - cerca de 800 - num evento do género. A organização é do Comité Organizador do Festival Internacional da Ilha Terceira (COFIT)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calcula-se que mais de vinte mil pessoas terão assistido às várias sessões e desfiles do Festival Internacional de Folclore dos Açores. Chegados de vários países do mundo, como de Portugal Continental e Insular, mais de oitocentos participantes activos deram vida e alma aos inúmeros espectáculos, espalhando a mensagem da paz universal e da amizade. Do estrangeiro estiveram representações da Bélgica, Turquia, Tenerife (Espanha), Rússia, Estónia, Noruega, Eslováquia, Indonésia, Ucrânia, França e Itália. Para além das representações estrangeiras o Festival dá particular atenção à presença nacional. Em representação dos Açores esteve o Grupo Etnográfico da Beira, da Ilha de São Jorge. O continente português representou-se pelos Ranchos Folclóricos da Golegã e de São Miguel do Milharado (Mafra).&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Danças de Mundo” – Festival Internacional de Folclore nas Terras da Feira&lt;br /&gt;Sons e tons do folclore do mundo&lt;br /&gt;nas terras de Santa Maria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto e fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Festival “Danças do Mundo”, da organização da Casa da Gaia, de Argoncilhe (Santa Maria da Feira), concluiu a sua 33.ª edição entre 20 e 31 de Julho. Diferenciadas culturas e tradições de variados povos do mundo, como de Portugal, constituíram o grande espectáculo que durante uma semana espalhou a festa do Folclore por boa parte do concelho de Santa Maria da Feira e de outros concelhos, oferecido por tão dignos embaixadores. Nove países, de vários continentes, deixaram nas danças a mensagem da paz e da amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As danças do mundo, como trajes tradicionais incomuns, animaram durante uma semana diversas Freguesias do concelho de Santa Maria da Feira, e outros concelhos, como fomentaram a união e a amizade entre os povos. Aconteceu a realização de mais uma edição de um dos mais mediáticos Festivais de Folclore do País - o Festival Internacional de Folclore nas Terras da Feira, uma organização de prestígio da associação Casa da Gaia - Centro de Cultura, Desporto e Recreio de Argoncilhe.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento da edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Madeira recebe Congresso Nacional de Folclore&lt;br /&gt;- à descoberta das tradições (e dos encantos) da Madeira.&lt;br /&gt;- Festival Internacional ‘Cidade do Porto’ animou a Praça da Ribeira&lt;br /&gt;- Grupo Infantil e Juvenil Santiago de Gavião recebeu Medalha de Mérito Cultural&lt;br /&gt;- Rancho Flor do Alto Alentejo, de Évora, recebeu Medalha de Mérito Municipal&lt;br /&gt;- Os Serranos em romaria Galega&lt;br /&gt;- “Milagre” voltou à Urgueira&lt;br /&gt;- Grupo Típico de Ançã em França…&lt;br /&gt;- … também o Grupo Folclórico de S. Cosme&lt;br /&gt;- Rancho de Cova do Ouro em Praga&lt;br /&gt;- O Rancho Rosas do Lena, da Batalha, na Ucrânia&lt;br /&gt;- Rancho de Vila Nova do Coito no Festival Internacional da Extremadura (Espanha)&lt;br /&gt;- Entusiasmo pelo êxito do Festival do Reguengo da Parada&lt;br /&gt;- Noite rica de Folclore em Paço de Sousa&lt;br /&gt;- Festival do Rancho de Alcanhões foi ponto alto da Feira de Santa Marta&lt;br /&gt;- S. Mamede de Infesta: Festival Internacional encheu a Praça da Cidadania&lt;br /&gt;- Rancho de Santana do Mato levou folclore internacional às Festas de Coruche&lt;br /&gt;- Vila Nova de Gaia: Festival nas Bodas de Prata do Rancho da Senhora do Monte de Pedroso&lt;br /&gt;- Rancho de Zebreiros ofereceu Festival de tão belo Folclore&lt;br /&gt;- Mostra Internacional de Folclore em Montemor-o-Novo aplaudida por multidões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FESTIVAIS – Os Festivais com realização no mês de SETEMBRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- TRADIÇÃO / INOVAÇÃO –  Solidó (parte III), pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- CARTAS AO DIRECTOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM&lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa * 30,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-3730014381874647146?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/3730014381874647146/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=3730014381874647146' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3730014381874647146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3730014381874647146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/09/jornal-folclore-praceta-pedro-escuro-5.html' title=''/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-6106132651547037018</id><published>2011-08-02T09:08:00.001-07:00</published><updated>2011-08-02T09:11:43.986-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE AGOSTO</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-1feANH7Fbf0/TjghQbuFs9I/AAAAAAAAASY/Mz_mA9JIrsc/s1600/F186_01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; width: 226px; height: 320px; text-align: center; display: block; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636291499856868306" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-1feANH7Fbf0/TjghQbuFs9I/AAAAAAAAASY/Mz_mA9JIrsc/s320/F186_01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-6106132651547037018?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/6106132651547037018/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=6106132651547037018' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/6106132651547037018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/6106132651547037018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/08/capa-da-edicao-de-agosto.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE AGOSTO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-1feANH7Fbf0/TjghQbuFs9I/AAAAAAAAASY/Mz_mA9JIrsc/s72-c/F186_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-3215345265266918025</id><published>2011-08-02T05:35:00.000-07:00</published><updated>2011-08-02T09:04:00.810-07:00</updated><title type='text'>RESUMO DA EDIÇÃO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;font style="color: rgb(255, 0, 0);" size="5"&gt;&lt;strong&gt;JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518  2000–906 SANTARÉM &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;N.º 186 (AGOSTO)&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;TÍTULOS DA EDIÇÃO&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;OS&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;BOLETINS&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Editados por grupos folclóricos, os Boletins são veículos de informação junto dos seus elementos activos e massa associativa, como dos amigos e simpatizantes, substituindo muitas vezes as vozes noticiosas dos dirigentes. Mas podem ser, também, veículos de formação, quando trazem à estampa notas ou comentários que contribuam para o esclarecimento – e valorização pessoal – dos activos cooperantes: os bailadores, os cantadores, os tocadores e os simples figurantes.&lt;br /&gt;Um bom exemplo daquilo que dizemos, chega-nos periodicamente da Amorosa (Matosinhos). Chama-se ‘O Amorosense’ e é editado pelo Rancho Típico da Amorosa. É publicado trimestralmente. Chegou-nos à redacção mais recentemente a edição N.º 17, de Abril, Maio e Junho. Publica-se há 5 anos. A pena de Raul Neves, o “motor” do prestigiado grupo, é a principal responsável pelo conteúdo de “O Amorosense”. Mas também a de João Gomes, Laura Neves, Dr. João Pimenta e outros colaboradores eventuais. Para além da informação, ‘O Amorosense’ tem sempre a componente formativa. E distrai com uma página de passatempos: sudoku, provérbios, adivinhas.&lt;br /&gt;Para as novas gerações sempre fala da “terra mais bonita de Portugal”, Leça da Palmeira, e das suas gentes num tempo recuado. Informa sobre o passado. E dá formação.&lt;br /&gt;Vale a pena o investimento. Uma modesta impressão gráfica decerto não sobrecarrega as débeis (adivinha-se) condições económicas da notável associação folclórica. E colhe frutos que a palavra, porventura não oferece.&lt;br /&gt;Que ‘O Amorosense’ possa servir de exemplo e de incentivo a muitos outros promotores folclóricos.&lt;br /&gt;                                                                                                                                                                                     O director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;NOTA&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;EDITORIAL&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AGOSTO JÁ NÃO DÁ FESTAS AO FOLCLORE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe vão os tempos quando o movimento folclórico andava numa roda viva no mês de Agosto – o mês das Festas – para cumprir um calendário imenso de compromissos que levavam à animação das Festas populares. Agosto era um mês de agenda recheada para os grupos folclóricos. Os fins-de-semana eram alargados de sexta a segunda, com actuações remuneradas, que trazendo aos cofres dos grupos consideráveis fundos, cobriam todos os encargos, da aquisição dos trajes ao aluguer de transportes. Então, os apoios (subsídios) eram palavra proibida. Os grupos de renome terça-feira, 5 de Julho de 2011faziam-se pagar de forma lauta, o que proporcionava a entrada de bom dinheiro, e no fim da época o balancete apresentava resultados quase sempre positivos. Valia o trabalho remunerado das actuações na completa falta dos subsídios autárquicos, que vieram numa época recente, colmatando a falta dos contratos com as Comissões de Festas, que foram optando pelos artistas da chamada canção pimba.&lt;br /&gt;Se as verbas provindas da animação das Festas há muito deixaram de ser uma realidade, é agora assim com os subsídios que amparavam a actividade cultural mas também social dos grupos. E não se venha com o discurso de que o tempo não é de subsídio-dependência. O papel social que os grupos de folclore desempenham junto das populações, exige o apoio, por variadas formas, do poder local, já que as autarquias não oferecem o benefício de bem-estar social e por isso devem ajudar as associações que o disponibilizam, da recreação à formação. E provada está a importância do associativismo, e particularmente de grande parte dos grupos de folclore, quando propicia actividades de reconhecida utilidade pública junto das várias camadas da sociedade.&lt;br /&gt;Agosto está aí. Mas sem Festas animadas pelas danças e cantares do povo. De populares, só a intenção do programa, porque o que oferecem, é uma mão cheia de nada, paga com rios de dinheiro. E que são um logro, quando as vozes dos cantantes contratados são apenas virtuais, graças ao truque do playback.&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;OPINIÃO&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A PROMOÇÃO MEDIÁTICA DE UM FOLCLORE VIRTUAL&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O passatempo “O Rancho do Coração”, do programa da RTP “Portugal no Coração” terminou no dia 26 de Junho. Participaram 40 formações, anunciou a produção. Perderam meia dúzia de projectos com um trabalho aproximado do razoável, e que terão investido na competição, provavelmente sonhando alto, envolvendo-se com muitas “distorções folclóricas”. Fizeram-no a troco de nada. Terá ganho a RTP com os 35 mil votos telefónicos que recebeu ao longo das várias emissões para eleger os vencedores. Resta agora que o grupo triunfador não venha a titular-se o “melhor rancho do País”…&lt;br /&gt;Na nossa edição de Abril último - um mês antes do início da emissão da referida rúbrica - alertámos para o mau serviço que a RTP iria prestar ao Folclore nacional, com o anunciado passatempo, que convidava os ranchos e grupos folclóricos a participarem. Antevia-se que à chamada acorreriam maus desempenhos de retractação etnográfica e folclórica. Pressagiávamos que se viesse a vender gato por lebre e a oferecer-se uma má imagem do folclore. E na realidade, a esmagadora maioria dos participantes terá feito arrepiar o mais desatento folclorista, tão absurdas foram as suas prestações.&lt;br /&gt;Ainda manifestámos uma pontinha de esperança relativamente a um bom serviço ao folclore nacional quando dissemos: “Naturalmente que a iniciativa se aplaude se os conteúdos respeitarem as regras de adequadas representações, seleccionadas dentro de um critério de acertada representatividade. Mas, a forma aleatória como são aceites os grupos participantes, revela a pior antevisão de uma péssima mostra do nosso folclore e antecipamos um mau prenúncio da presença do folclore nacional no passatempo do programa da RTP. Lamenta-se que uma vez mais um pseudo folclore sirva à televisão para diversão e entretenimento”. Estávamos então a um mês do início do entretenimento televiso, que então veio a chamar-se de “O Rancho do Coração”. E apelávamos a que a “trapalhada pedisse mesmo uma espécie de “providência cautelar”...&lt;br /&gt;A nossa previsão veio, infelizmente, a confirmar-se pelo seu pior. Foi efectivamente muito mau - quase tudo - o que passou na dita rúbrica ao longo de algumas semanas, protagonizado por promotores de bocas cheias de folclore. E lamenta-se que um ou outro projecto com razoáveis princípios de representatividade, se tenha misturado numa mescla intolerável de um suposto folclore.&lt;br /&gt;A competição, que não pôs à prova não uma efectiva representatividade tradicional mas sim algum malabarismo de supostas danças (?) e maus estereótipos de algum folclore, contribuiu, antes, para mais uma oportunidade do canal de televisão ver entrar cofres adentro mais uns milhares de euros com o produto das chamadas telefónicas dos apoiantes das funções que se passearam no programa ao longo das emissões. MJB&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Folclore e apoios oficiais, por: Dr. Mário Nunes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;DESTAQUES&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faleceu uma lenda do Folclore Português&lt;br /&gt;O FOLCLORE DO PAÍS DESPEDIU-SE DE AUGUSTO DOS SANTOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mestre de todos os folcloristas do País, defensor inveterado da causa folclórica, Augusto Gomes dos Santos terminou a caminhada de uma vida na intransigente defesa dos valores culturais tradicionais. Faleceu no dia 9 de Julho, a poucos dias de completar 87 anos. Fundador da Federação do Folclore Português, era actualmente seu Presidente Honorário, a instituição que fundou há 34 anos. Foi acompanhado à sua última morada por centenas de folcloristas e amigos, como de inúmeras representações de grupos folclóricos e de várias personalidades. À entrada do cemitério, um profundo silêncio foi quebrado por uma enorme salva de palmas e prestava honras ao pedagogo e autodidacta pela obra deixada. O adeus foi de emoção e já de saudade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto e Fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram muitos os folcloristas que estiveram em Arcozelo para se despedirem do seu educador de muitas décadas. Augusto Gomes dos Santos não conseguiu combater a grave doença que há alguns anos o atormentava. Ainda assim, uma força indómita o fazia andar por aí, aconselhando e recomendando o melhor desempenho dos grupos de folclore. Uma caminhada de mais de meio século a espalhar conhecimentos e experiência foi agora parada. Para trás ficam páginas de uma escola de doutrina da cultura popular tradicional e de pedagogia dos variados aspectos da etnografia e do folclore do País inteiro.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento da edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLKCANTANHEDE ENCHEU DE FESTA A REGIÃO GANDAREZA&lt;br /&gt;Três continentes viram-se representados na edição deste ano do FolkCantanhede – Semana Internacional de Folclore – Ásia, América e Europa, recebendo mais de duzentos e cinquenta participantes. O Festival conquistou uma vez mais a região gandareza de Cantanhede, levando a todo o concelho a festa do folclore do mundo. Entre 9 e 16 de Julho, o FolkCantanhede esteve diariamente em vinte freguesias mostrando no interior rural do concelho os trajes incomuns de outras culturas do mundo, como as suas danças e músicas tradicionais. FolkCantanhede tem a supervisão do CIOFF e é uma organização do Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto e fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FolkCantanhede conquistou uma vez mais a região da gândara, no concelho de Cantanhede, espalhando a alegria do folclore de outras paragens do mundo trazida pelos grupos convidados a participarem na edição deste ano do prestigiado Festival. Durante uma semana o concelho de Cantanhede foi invadido por outros padrões etnográficos e folclóricos, naturalmente desiguais entre si por força dos aspectos culturais de outros povos.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento da edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EM ÁGUEDA MILHARES ENCANTARAM-SE COM AS "DANÇAS DO MUNDO"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Folclore do Mundo passeou-se sobre as águas do Rio Águeda - que banha a bonita cidade bairradina do mesmo nome - numa amena noite de Julho. Admiráveis formações folclóricas, oriundas de diversos cantos do mundo - Chile, Espanha, Geórgia, Polónia, Turquia, Croácia, Moldávia, Panamá, como Portugal - fizeram espelhar nas calmas e límpidas águas do rio Águeda, a cor dos seus trajes tradicionais e os movimentos artísticos das coreografias do seu folclore. Uma plateia imensa – crescente cada ano - encantou-se com o maravilhoso espectáculo. O Festival “Danças do Mundo Vouga 2011” é uma feliz parceria do Grupo Folclórico de Mourisca do Vouga e da Câmara Municipal de Águeda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto e fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Águeda voltou a vibrar com o Festival Internacional “Danças do Mundo Vouga 2011”, que levou a ‘Águeda-a-Linda’ na noite de 24 de Julho os sons e tons do folclore do mundo, do Chipre à Croácia, ou de Espanha à Moldávia, como do Nepal ao Panamá e da Polónia à Turquia. Naturalmente que Portugal marcou igualmente presença principal com honrosas participações, protagonizadas pelo grupo anfitrião, o Grupo Folclórico da Região do Vouga, como de um prestigiado embaixador da Madeira: o Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova (Funchal).&lt;br /&gt;(Desenvolvimento da edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRUPO ETNOGRÁFICO DE LORVÃO OFERECEU FESTIVAL INTERNACIONAL&lt;br /&gt;O Grupo Etnográfico de Lorvão (Penacova) preparou de forma organizada o seu XXII Festival Internacional de Folclore, que se concluiu por um assinalável êxito. O Festival Internacional de Lorvão reuniu distintos representantes folclóricos nacionais, como a parte internacional esteve a cargo de prestigiadas representações. O mosteiro de Santa Maria de Lorvão emprestou toda a sua beleza arquitectónica ao cenário da admirável mostra de folclore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Festival Internacional de Lorvão sucede ao Festitradições de Povos do Mundo, que durante 11 anos foi realizado graças a uma parceria entre os grupos de Lorvão, Chelo e Penacova, e que este ano não terá concretizada a sua edição.&lt;br /&gt; (Desenvolvimento da edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;NOTÍCIAS&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Festival da Glória do Ribatejo fez reviver costumes de outros tempos&lt;br /&gt;- Vila Nova de Gaia: Festival nas comemorações das Bodas de Prata do Rancho da Senhora do Monte de Pedroso&lt;br /&gt;- Iniciativa da Fundação INATEL&lt;br /&gt;“Tradições que Vivem”- Encontro sobre Património Cultural Imaterial&lt;br /&gt;- Rancho Etnográfico de Mogadouro em Poreč (Croácia)&lt;br /&gt;- Rancho Infantil e Juvenil de Loulé celebrou o seu 34º aniversário&lt;br /&gt;- Folclore a contento no Festival do Rancho do Bairro de Santarém&lt;br /&gt;- FestiBatalha animou o centro histórico da Batalha com a festa do folclore&lt;br /&gt;- Vila Nova de Gaia: Rancho ‘As Lavradeiras de Pedroso’ ofereceu uma admirável gala de folclore&lt;br /&gt;- Bodas de Ouro para o Rancho Folclórico da Romeira (Santarém)&lt;br /&gt;- Êxito completo do Encontro Internacional de Cultura e Tradição de São Romão "Pastor 2011"&lt;br /&gt;- Festival Nacional de Folclore ‘Silvalde 2011’&lt;br /&gt;- Mostra Internacional de Folclore em Montemor-o-Novo&lt;br /&gt;- Grupo dos Sargaceiros da Apúlia actucou no Luxemburgo&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico de Torredeita esteve na Normandia&lt;br /&gt;- Todos a dançar no Festival em Rio Frio&lt;br /&gt;- Grupo “As Padeirinhas de Ul” é membro efectivo da Federação&lt;br /&gt;- Otílio Dourado foi homenageado&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico da Relva no Festival Beira Serra&lt;br /&gt;- CRONICA DURIO-BEIROA - As Segadas de antigamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;SECÇÕES&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FESTIVAIS – Os Festivais com realização no mês de AGOSTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- TRADIÇÃO / INOVAÇÃO –  Solidó (parte II), pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- CARTAS AO DIRECTOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                      A S S I N E&lt;br /&gt;                                                          Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;                                                          Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM&lt;br /&gt;                                                                 ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;                                                        Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa * 30,00 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-3215345265266918025?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/3215345265266918025/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=3215345265266918025' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3215345265266918025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3215345265266918025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/08/resumo-da-edicao.html' title='RESUMO DA EDIÇÃO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-1436939591057831487</id><published>2011-07-05T02:41:00.001-07:00</published><updated>2011-07-05T02:41:35.203-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE JULHO</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-1436939591057831487?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/1436939591057831487/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=1436939591057831487' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1436939591057831487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1436939591057831487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/07/capa-da-edicao-de-julho.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE JULHO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-4174007479673705860</id><published>2011-07-05T02:39:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T02:40:54.986-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/--4cLXrBmjLE/ThLcGydLsJI/AAAAAAAAASQ/QZ5ugAKKcL8/s1600/F185.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; 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 &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;a href="http://jornalfolclore.blogspot.com/2008/09/bem-vindoa-ao-jornal-folclore-on-line.html"&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:red"&gt;N.º 185 (JULHO)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color:red"&gt;TÍTULOS DA EDIÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt; font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:red"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color:red"&gt;EDITORIAL&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;FÁTIMA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O que faz milhares de folclorista trajados a rigor se associarem à Peregrinação Nacional do movimento folclórico a Fátima, que anualmente a Federação promove? Devoção ou Fé? O acto de participar ou o facto de estar em Fátima? Todos defendem um certo “sentimento de bem-estar”. Também a Fé, que “carrega esperança”. Esperança em algo que se deseja, implorando graças. Depois, a religiosidade, o respeito pela santidade, pelo divino, pelo sagrado. Rezar em Fátima nunca será o mesmo que orar na capela ou na Igreja da aldeia ou da vila. Fazê-lo no Santuário, no altar das aparições, enche a alma e reconforta o espírito. E parece tornar-se estimulante. A realidade peregrina ao espaço sagrado é incontestada. E não só pelo impulso de uma religiosidade popular, mas de toda a sociedade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O “sentir bem” – como quase sempre ouvimos dizer, e vulgarmente é assim definida a presença no Santuário – esconde muitas vezes outras razões que a própria razão desconhece.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;No dia 29 de Maio a força do folclore nacional voltou a integrar a peregrinação, representando-se com cerca de quatro mil figurantes trajados a rigor. Não foram, certamente, para abençoar a causa que participam, mas decerto impelidos pela Fé. E pelo alento que o simples acto desperta e faz sentir. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:right;mso-layout-grid-align: none;text-autospace:none" align="right"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;O director&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:red"&gt;NOTA EDITORIAL&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; font-weight: bold;"&gt;Descentralização não ajuda à participação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A localização das iniciativas da Federação do Folclore Português é amiudadas vezes criticada pela maioritária realização no Norte do País, distanciando-se das regiões do Sul, de entre o Ribatejo e o Algarve.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Este ano o organismo fez descer, uma vez mais, a já mediática Exposição Nacional de Trajes ao Vivo ao Centro Sul do País, tendo em vista, não só descentralizar o evento, como ajudar a uma maior participação dos grupos da metade sul do País, encurtando as distâncias dos grupos sulistas. A intenção acabou por não ser correspondida, com o número de presenças de representantes do Ribatejo, Alentejo e Algarve a contarem-se pelos dedos de uma só mão. Para os grupos destas regiões, como da Baixa Estremadura, seria um salto a viagem até Porto de Mós, no Ribatejo Norte.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Foi assim também com a Peregrinação Nacional a Fátima; os representantes do Sul não chegaram a uma dezena!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Não valerá a desculpa de uma intensa actividade dos grupos na altura da realização para justificar as ausências. As datas das realizações são ainda de alguma acalmia no calendário de actuações. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Cai assim por terra o pretexto da enorme distância para levar à não participação. Afinal, centenas de quilómetros foram percorridos por muitos grupos do Baixo Minho, do Alto e Baixo Douro e mesmo da Beira Alta, onde sempre está a força da cooperação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Compreende-se que é no Norte que está em maior número o movimento folclórico do País. Mas a percentagem encontrada é altamente minimizadora relativamente ao Sul. Em Porto de Mós estiveram apenas 2 representações do Alto Alentejo e 2 do Ribatejo; ausência total do Baixo Alentejo, do Algarve e da Estremadura Sul.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Compreensivas são, por razões conhecidas, as ausências das Ilhas. O que é pena.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;É certo que a organização limitou as participações por uma questão de logística, especialmente pelo fornecimento de refeições, fixando-as em 600 inscrições. Mas decerto que seriam aceites outras inscrições do Sul, abatendo ao fluxo maior de outras regiões do Norte. Foi isso mesmo que nos fez sentir um dirigente da Federação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:right" align="right"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;O director &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:right" align="right"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color:red"&gt;OPINIÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color:red"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;Elas não devem ser “eles”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O assunto já foi aqui tratado amiudadas vezes; travestir moças de rapaz. Voltamos à baila porque assistimos recentemente à actuação de determinado grupo que se exibia numa festa de Folclore com duas ou três moçoilas travestidas com trajes masculinos, talvez pela escassez de elementos do sexo oposto na formação. Falta de informação ou de sensibilização sobre as questões do folclore. Decerto que na terra do grupo em causa as moças dançaram entre si. Porque não retratar o preceito no grupo folclórico? O costume sempre foi usual entre as comunidades de todo o País. Era um hábito generalizado, e quase constituía uma praxe nos bailaricos as raparigas abrirem a função dançando entre si; só depois avançavam os rapazes. O grupo que nos traz uma vez mais a esta descomplexada questão, porventura desconhece esta regra tão básica de representar o seu folclore, e vá de travestir as suas bonitas moças, que para se distinguirem do restante conjunto masculino, não abdicaram de carregadas pinturas do rosto. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Usar calças com longos cabelos caídos pelas costas, retratando uma figura masculina dos anos vinte, é afrontar os sãos princípios morais e sociais do povo de então. O grupo de folclore que desenvolve um trabalho sério de representação, deve assim omitir a incorrecção da retratação, afastando o desacerto da representação. Convenhamos que à época, uma eventual transfiguração do sexo, só por arremedo era permitida, muito especialmente em alturas de brincadeiras carnavalescas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Mulheres a dançarem umas com as outras era hábito usual e corriqueiro nos bailaricos populares. Aos grupos de folclore compete fazer a retratação do costume, fidelizando o acto.&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt; &lt;/b&gt;O erro continua a passear-se inadvertidamente pelos palcos da exibição folclórica. A mensagem chega aonde chega e nunca se espalha de forma tão intensa como era desejável. São descuidos quer continuam a proliferar entre o movimento folclórico. A sensibilização tarda a chegar e muitas representações, que continuam num barco à deriva, sem encontrarem bom porto. A palavra sabedora de quem mais entende não é ouvida ou não convém ser entendida. Prefere-se a prosápia pela autoria da obra criada, por um idealismo bacoco, maculando de forma ingénua e incauta os valores culturais do povo que nos antecedeu. A realidade que hoje relatamos evidencia um continuado desnorte daquilo que deveria estabelecer-se como regra da representação do folclore. &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;MJB&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:red"&gt;DESTAQUES&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:red"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="tab-stops:153.0pt;mso-layout-grid-align:none; punctuation-wrap:simple;text-autospace:none;vertical-align:baseline"&gt;Fátima. &lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;Peregrinação Nacional de Grupos Folclóricos a Fátima&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; vertical-align: baseline; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;Cova da Iria recebeu a etnografia de Portugal &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align:none;punctuation-wrap:simple; text-autospace:none;vertical-align:baseline"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;Mais de 4000 trajes, representativos da etnografia do País, estiveram em Fátima, participando na IX Peregrinação Nacional de Grupos Folclóricos. A iniciativa – que celebra o Dia do Folclore em Portugal – é da Federação do Folclore Português e sempre conta com enorme adesão dos grupos seus membros associados. A organização contou ainda com a colaboração da Associação de Folclore de Leiria-Alta Estremadura e de alguns grupos de folclore da região. A RTP levou a cerimónia ao País e ao mundo, na habitual emissão dominical da eucaristia. &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:center;mso-layout-grid-align: none;punctuation-wrap:simple;text-autospace:none;vertical-align:baseline" align="center"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Texto e fotos: Manuel João Barbosa&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-layout-grid-align:none; punctuation-wrap:simple;text-autospace:none;vertical-align:baseline"&gt;Quase duas centenas de grupos de folclore rumaram ao Santuário de Fátima para participarem na Peregrinação Nacional, promovida pela Federação do Folclore Português. Os promotores folclóricos integraram a celebração ecuménica do dia 29 de Maio, que a RTP transmitiu especialmente através dos canais nacional e Internacional. Cerca de quatro mil trajes da tradição, representativos de boa parte da etnografia do País, ofereceram um ambiente desusado no espaço sagrado, proporcionando uma moldura humana incomum nas celebrações do Santuário.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;(Desenvolvimento da edição impressa)&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;Santarém: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;O folclore animou a Feira Nacional de Agricultura &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;O Folclore do Ribatejo e de várias regiões do País animou diariamente o recinto da Feira Nacional de Agricultura, que decorreu em Santarém entre os dias 4 e 12 de Junho. Um Festival Nacional foi um dos principais pontos do programa no dia de abertura. Mas nos restantes dias, grupos da região ribatejana exibiram-se para gáudio dos milhares de visitantes.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:center" align="center"&gt;&lt;u&gt;Texto e fotos: Manuel João Barbosa&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O programa da Feira Nacional de Agricultura privilegiou uma vez mais a vertente típica, retomada há alguns anos a esta parte, depois de um interregno que levou a quase uma ausência do Folclore na Feira. Uma grande parada do folclore nacional está nos objectivos da administração do Centro Nacional de Exposições (CNEMA), promotor da Feira. A proposta terá já sido apresentada à Federação do Folclore Português para que programe para o certame, por exemplo, uma exposição nacional de trajes, que o CNEMA patrocinará.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;(Desenvolvimento da edição impressa)&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:red"&gt;NOTÍCIAS &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:red"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="arial18preto1"&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;Parlamento Europeu disponibilizou em 2007, 400 milhões para a Cultura &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="arial18preto1"&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Federação desanimada com fraca adesão dos grupos do Sul às suas iniciativas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="arial18preto1"&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;Sociedade de Autores volta à carga para receber taxas pela exibição pública de Folclore&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="arial18preto1"&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size: 12.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;Grupo Folclórico de Faro festejou aniversário. Centena e meia apagaram 81 velas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- Grupo de Folclore de Ponta do Sol fez uma viagem no tempo para comemorar 30 anos&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;- Rancho Regional de Gulpilhares comemorou as Bodas de Diamante&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;- Regional de Moreira da Maia festejou 77 anos&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;- Vinizaima do Chão, Águeda, reuniu-se à volta das tradições&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;- Grupo Juvenil de Galegos Santa Maria fez Festival&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;- Encontro de Tradições em Rio Tinto&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- O programa “O Povo a Cantar” organizou festival com sessenta ranchos&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- Ceifeiras e Campinos de Azambuja ofereceram interessante Festival de Folclore&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;- Folclore de Faro vai à Grécia&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- Festitradições de Povos do Mundo não se realiza este ano &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- Radialista português em Buenos Aires pede discos do nosso folclore &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- Câmara do Cartaxo prepara assinatura de protocolos com as associações&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- &lt;span style="color:black"&gt;Câmara de Montemor-o-Velho atribui 200 mil euros ao associativismo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- Festival do Rancho do Cartaxo animou as festas da cidade &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- Rancho da Região de Leiria ofereceu Festival à sua cidade&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- Festival do Rancho da Casa do Minho no Jardim Vasco da Gama em Lisboa&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- Porto de Mós; Tarde de Folclore levou muito público à Lagoa Grande&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;- &lt;strong&gt;Festival em Santo Varão reuniu centenas de folcloristas&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;- &lt;strong&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;A-das-Lebres&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;foi palco da festa do folclore&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- Mau tempo fez recolher festa da Escola de Folclore de Erra &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;- Rostos de gente que tornou singular a Glória do Ribatejo. Rita Pote lançou “Glória – Cem Anos a Preto e Branco”&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;- José Travaços Santos apresentou um opúsculo de poemas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela comemorou 77.º aniversário&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;- Grupo de Santa Marta de Portuzelo comemorou 71 anos &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- Rancho de Vila Nova do Coito levou o folclore à cidade e festejou as Bodas de Ouro&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- Mau tempo não tirou o brilho ao Festival de Ançã&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- Grupo Folclórico de Coimbra fez reviver a Serenata Futrica &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;- Serão de Tradições em Santana do Mato convidou a um regresso ao passado&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;- Prepara-se o Congresso Nacional de Folclore na Madeira&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;- Rede Aldeias do Xisto conta com mais três aldeias&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:red"&gt;SECÇÕES:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:red"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;- &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;FESTIVAIS &lt;/b&gt;– Os Festivais com realização no mês de JULHO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;- &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;TRADIÇÃO / INOVAÇÃO &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;–&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;Solidó (parte I), &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt; - CARTAS AO DIRECTOR&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color:red"&gt;A S S I N E&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 18pt; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt; font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;color:red"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; ou e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa * 30,00 €&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-1632349744201374360?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/1632349744201374360/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=1632349744201374360' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1632349744201374360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1632349744201374360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/07/800x600-normal-0-21-false-false-false.html' title=''/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-3270745439386855915</id><published>2011-05-28T05:34:00.001-07:00</published><updated>2011-05-28T05:38:13.199-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE JUNHO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R_eGqB3UDFc/TeDsq6X5FMI/AAAAAAAAARU/ArrRDjfiyqE/s1600/F184.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5611745357671765186" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-R_eGqB3UDFc/TeDsq6X5FMI/AAAAAAAAARU/ArrRDjfiyqE/s320/F184.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-3270745439386855915?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/3270745439386855915/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=3270745439386855915' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3270745439386855915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3270745439386855915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/05/capa-da-edicao-de-junho.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE JUNHO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-R_eGqB3UDFc/TeDsq6X5FMI/AAAAAAAAARU/ArrRDjfiyqE/s72-c/F184.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-6444437659892005418</id><published>2011-05-28T05:26:00.000-07:00</published><updated>2011-05-28T05:33:20.061-07:00</updated><title type='text'>RESUMO DA EDIÇÃO DE JUNHO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;JORNAL FOLCLORE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518 2000–906 SANTARÉM &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalfolclore.blogspot.com/2008/09/bem-vindoa-ao-jornal-folclore-on-line.html"&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;N.º 184 (JUNHO)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;TÍTULOS DA EDIÇÃO &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;EDITORIAL&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FOLCLORE E O TURISMO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Congresso Nacional de Folclore que decorreu em Dezembro do ano passado em Aveiro, ouvimos o vice-presidente da Entidade de Turismo do Centro dizer que “os turistas sempre procuram a nossa identidade na cultura e nas tradições”, reconhecendo a “importância do folclore como factor de venda do turismo no País e no Estrangeiro”, enquanto, na mesma ocasião, o Governador Civil do Distrito de Aveiro, José Mota, afirmava que o “folclore é não só uma vertente de animação do nosso turismo, como uma fonte de informação cultural; os rostos dos turistas alegram-se quando lhes oferecemos o nosso folclore”.&lt;br /&gt;Não sendo uma questão de “puxar a brasa à nossa sardinha”, provado está que o folclore não só é um vector de animação, a que quase sempre se associa a alegria da música e uma colorida imagem das coreografias, como ainda pelo despertar da cultura portuguesa, diversificada a cada passo no rectângulo do País. Há portanto, na apresentação do folclore, uma importante mostra cultural, que tanto interessa ao turista.&lt;br /&gt;O exemplo anunciado pelo responsável do Turismo do Norte podia ser seguido pelos demais núcleos de turismo – do Centro e do Sul. E todos ganhavam, a começar pela satisfação daqueles que nos visitam. Também pela festa que o folclore oferece.&lt;br /&gt;Como não há bela sem senão, deixamos um alerta: as mostras do nosso folclore devem ser sensatas e cautelosas, para não estarmos e vender gato por lebre. Isto é, não devemos oferecer um produto estragado. Os “postais” terão de oferecer uma boa imagem, sem estereótipos, mas com o rigor da retratação tradicional. Há muitos e bons projectos entre o movimento folclórico nacional capazes de um bom desempenho, e integrar as eventuais campanhas de animação turística. Se a sensibilidade das Entidades de Turismo não for apurada nesta área de modo a garantir uma selecção apurada das formações participantes, então que peçam a ajuda de quem entende da matéria.&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O PUDOR NO FOLCLORE... OU A FALTA DELE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num acto de completo descaro, tornou-se costumeiro ver-se nas actuações de alguns grupos cenas de completo erotismo, oferecidas por bailadoras de um imaginado folclore, em perfeita contradição com a candura das mulheres de outros tempos. A ousadia passa pela atrevida exibição do corpo em roupas íntimas, nalguns casos de reduzidas dimensões. Alguma libertinagem da classe feminina de hoje não pode ser levada para os espaços onde supostamente devem ser reproduzidos factos e actos folclóricos, isto é, hábitos populares de um passado distante, num tempo em que o recato da condição feminina era ponto da honra da mulher. Este é um imperativo a que se obriga um verdadeiro grupo de folclore, cumpridor de um real projecto de retratação tradicional.&lt;br /&gt;Se se afirma, de boca cheia, estar-se a representar momentos lúdicos do povo de há um século, como se atrevem alguns mentores e agentes da representação falsear a verdade? Convenhamos que as eróticas posturas que hoje se evidenciam nos palcos das exibições folclóricas, nada terão a ver com os princípios sociais da camada popular a que devem reportar-se as reproduções do folclore. E não chega vestir os celebérrimos colants para disfarçar algum rodopio mais atrevido e indesejado, escondendo intimidades físicas. O jeito e trejeito de levantar as saias tornou-se hábito e uma rotina quase obrigatória de muitos grupos de espectáculo - pretensamente folclóricos - da nossa praça.&lt;br /&gt;Voltando atrás no tempo, e tendo em conta os modos sociais da época, adivinha-se quanto penalizaria socialmente uma moçoila da aldeia, ousar levantar a saia só que fosse à altura do joelho, mesmo que tal tivesse acontecido por descuido.&lt;br /&gt;Bom senso precisa-se, para que as gerações vindouras, porventura mais pendidas para a investigação e o estudo das raízes culturais e tradicionais de ontem, não nos julguem por os termos enganado com pantominas irreais, falsas e ilusórias.&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;DESTAQUES &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;EXPOSIÇÃO NACIONAL DO TRAJE AO VIVO. PORTO DE MÓS FOI MONTRA VIVA DE TRAJES REGIONAIS DO PAÍS&lt;br /&gt;Por: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais de meio milhar de trajes tradicionais estiveram expostos ao vivo na cidade de Porto de Mós, envergados por outros tantos figurantes, protagonistas do admirável e deslumbrante espectáculo. Elementos activos de 80 grupos folclóricos, ofereceram uma mostra rica e variada da etnografia de boa parte do espaço nacional. Vestes de gosto e confecção aprimorada, ou mais simples e singelas, o desfile traduziu-se numa montra vastíssima da forma popular de vestir há um século atrás.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Federação do Folclore Português, com a colaboração dos Grupos de Folclore do concelho de Porto de Mós, nomeadamente os Ranchos Folclóricos das Pedreiras, de Arrimal, de Cabeça Veada e de Mira de Aire, organizou com desvelo a Exposição Nacional do Traje, uma sua iniciativa que vem de há dezasseis anos, recebida este ano pela cidade de Porto de Mós.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento da edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Santarém: Feira Nacional de Agricultura mostra o folclore nacional&lt;br /&gt;- Ministra da Cultura desfila trajada de mordoma nas Festas d’ Agonia, em Viana do Castelo&lt;br /&gt;- Águeda: Beltane em Belazaima&lt;br /&gt;- “FOLCLORE À RASCA”. Afinal há muito dinheiro nas Câmaras Municipais!&lt;br /&gt;- Festival do Rancho Tá-Mar animou a Páscoa na Nazaré&lt;br /&gt;- Rancho de Salvaterra de Magos assinalou aniversário com Festival&lt;br /&gt;- Folclore leva a festa à Fonte da Senhora (Alcochete)&lt;br /&gt;- Rancho Regional de Ílhavo realizou Festival da Primavera&lt;br /&gt;- Grupo de Castelo do Neiva comemorou o 36.º aniversário&lt;br /&gt;- Festival ‘Cidade de Lisboa’ no parque do eucaliptal de Benfica&lt;br /&gt;- Tarde rica de Folclore em Arrimal, Porto de Mós&lt;br /&gt;- Os Serranos na Galiza&lt;br /&gt;- Festival Infantil do Cartaxo animou Festa do Vinho&lt;br /&gt;- Folclore famalicense em Mirandela&lt;br /&gt;- Torricado reuniu à mesa duas centenas de convivas em Glória do Ribatejo&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico da Correlhã recebeu Medalha de Mérito Cultural&lt;br /&gt;- Feira Rural em Paranhos à moda antiga&lt;br /&gt;- Encontro de Instrumentos Tradicionais e conversas sobre Folclore no Sardoal&lt;br /&gt;- Viseu: Rancho Folclórico de Calde passou a membro efectivo de Federação&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de Faro vai festejar 81anos&lt;br /&gt;- Rancho do Vale de Santarém em almoço comemorativo do 55.º aniversário&lt;br /&gt;- O Vira assinalou o Dia Mundial da Dança em Viana do Castelo&lt;br /&gt;- Rancho de Torredeita promoveu Encontro Luso-Francês&lt;br /&gt;- Danças do Mundo – Festival Internacional das Terras da Feira decorre entre 20 e 31 de Julho&lt;br /&gt;- Viana do Castelo: mostra Etnográfica do Eixo Atlântico de 17 a 19 de Junho&lt;br /&gt;- Rancho da Casa do Povo de Angeja actuou em Montataire (França)&lt;br /&gt;- Cultura ibérica assinala aniversário do Grupo de Folclore da Casa de Portugal em Andorra&lt;br /&gt;- O Folk Cantanhede fez a sua apresentação pública&lt;br /&gt;- LINGUAJAR POPULAR - Falares secretos do mindrico&lt;br /&gt;- Vencedores do Concurso de Etnografia mostraram-se no Teatro da Trindade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;SECÇÕES: &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- FESTIVAIS – Os Festivais com realização no mês de JUNHO&lt;br /&gt;- TRADIÇÃO / INOVAÇÃO – Trajo ou trajar?, pelo Eng.º Manuel Farias - PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;A S S I N E&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;ao Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;ou e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa¨30,00 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-6444437659892005418?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/6444437659892005418/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=6444437659892005418' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/6444437659892005418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/6444437659892005418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/05/resumo-da-edicao-de-junho.html' title='RESUMO DA EDIÇÃO DE JUNHO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-9118323429261131924</id><published>2011-05-03T01:55:00.001-07:00</published><updated>2011-05-03T01:56:44.898-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE MAIO</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-G1TAeEmQMpY/Tb_DMNdfhFI/AAAAAAAAARE/sEmnYBGNMoA/s1600/F183.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602411076011394130" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-G1TAeEmQMpY/Tb_DMNdfhFI/AAAAAAAAARE/sEmnYBGNMoA/s320/F183.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-9118323429261131924?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/9118323429261131924/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=9118323429261131924' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/9118323429261131924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/9118323429261131924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/05/capa-da-edicao-de-maio.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE MAIO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-G1TAeEmQMpY/Tb_DMNdfhFI/AAAAAAAAARE/sEmnYBGNMoA/s72-c/F183.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-2609265367912458769</id><published>2011-05-03T01:45:00.000-07:00</published><updated>2011-05-03T01:54:45.334-07:00</updated><title type='text'>RESUMO DA EDIÇÃO DE MAIO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;JORNAL FOLCLORE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518 2000–906 SANTARÉM &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalfolclore.blogspot.com/2008/09/bem-vindoa-ao-jornal-folclore-on-line.html"&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/a&gt; N.º 183 (MAIO)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;RESUMO DA EDIÇÃO &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Folclore na televisão. Assim não!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As televisões generalistas porventura se preparam já para no Verão que aí vem se passearem pelo País profundo – ou não – emitindo programas de entretenimento de variadas regiões, dentro naturalmente de acordos financeiros com as respectivas autarquias. É a lógica da economia de uns e o dispêndio de outros, os que choram baba e ranho por não lhes entrar cofres adentro o dinheiro que querem.&lt;br /&gt;Não raro é chamado às emissões o folclore regional. Mau grado – salve-se algumas excepções – na maioria das vezes o folclore está arredado do desempenho das formações convidadas, desfasadas que estão de uma efectiva retratação dos aspectos tradicionais da região de inserção, na ausência de um trabalho de recolha. E para o ar – como nos palcos das mostras públicas – vai todo um chorrilho de asneiras, que envergonham o mais cândido folclorista. As bocas enchem-se de folclore! Dos apresentadores e dos dirigentes e bailadores dos grupos. Mas esse, o folclore, não está lá; estará a léguas.&lt;br /&gt;A responsabilidade pelas caricatas prestações é inteirinha das autarquias que patrocinam a viagem dos predadores para as suas participações nas emissões televisas, pois que compete aos autarcas indicarem os protagonistas locais da animação dos programas, a pedido da produção. Lamentável é quando os próprios eleitos são desconhecedores de um acertado trabalho de representação cultural, que nalguns casos não existe em boa parte dos seus embaixadores culturais. Todos são representativos do folclore desde que se auto-denominem de folclóricos. E a sensação agradável no espectador por uns bons momentos musicais e de boa representação não acontece. Antes, pelo contrário, fica o desagrado e uma consequente má imagem concelhia. Mais valeria nada.&lt;br /&gt;Desejamos que o bom senso dos produtores “televisivos” – e dos autarcas – permaneça no Verão que aí vem.&lt;br /&gt;O director&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTA EDITORIAL&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Relembrar costumes&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Anuncia-se entre o movimento folclórico nacional a realização de actividades etnográficas que levam à relembrança de tradições e costumes do passado. Os promotores são naturalmente grupos de folclore, que assim acrescentam à sua regular actividade outras vertentes da cultura popular tradicional. Chamam-lhe ‘serões de tradições’ ou ‘encontros tradicionais’, como ainda outras designações que se ajustam ao desempenho do diferente espectáculo de folclore - a retratação dos factos tradicionais. Parece-nos que o modelo está a pegar e a fazer moda nos novos tempos entre a actividade folclórica. Existe vontade de valorizar o trabalho, até então exclusivamente desenvolvido à volta das danças e das cantigas. Estão muito batidas a teclas que escrevem ‘folclore não é apenas dançar e cantar’, sabido que ainda permanecem nas memórias vivas outras vertentes da cultura popular tão ou mais importantes que o folclore bailado e cantado, e que têm sido esquecidas no trabalho dos grupos folclóricos. É a outra parte do folclore que tem sido desvalorizada e mesmo olvidada.&lt;br /&gt;Porventura os grupos estarão a despertar para uma premente necessidade de enveredarem por outras formas de representação do folclore, banindo uma lacuna que há muito se fazia sentir entre o movimento folclórico. São vários os grupos que há muito tornaram efectiva a organização anual de um ‘serão de tradições’. O resultado sempre se pauta pelo êxito, pela inovação do espectáculo folclórico. Naturalmente também porque muitas das recriações fazem com que as camadas mais antigas do público que assiste, revivam costumes e hábitos dos seus tempos de meninos e moços. E as gerações recentes convivam com as suas raízes.&lt;br /&gt;Contudo, o desempenho da recriação das vivências de outros tempos deve ser rodeado por uma conveniente e judiciosa preparação dos “actores” – o conjunto de figurantes que fazem a representação. Como ainda de uma acertada montagem cénica – a estrutura dos cantos e recantos que foram sítios rotineiros dos costumes em representação. No seu conjunto, tudo ajudará a um êxito garantido da nova mostra de folclore. Há muitos e bons exemplos disso, com as vozes de quem assiste a pedir a sequência da iniciativa. O folclore sai valorizado pela complementaridade da sua representação, e os grupos promotores e participantes ganharão pela inovação do espectáculo folclórico.&lt;br /&gt;Se porventura o incentivo deixado por alguns apontamentos de reportagem que temos feito publicar nestas páginas provocou o interesse para novos projectos, isso nos deixará naturalmente satisfeitos, reforçando a promessa de continuarmos a estar onde esses acontecimentos ocorrerem, trazendo-os ao conhecimento geral. E se, por uma questão de agenda, a caneta do repórter do Jornal não puder “talhar” o modelo do espectáculo, que seja a informação dos promotores a permitir a elaboração da peça jornalística.&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;FOLCLORE "À RASCA". Grupos de folclore estão como peixe na água sem oxigénio&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Por: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como os jovens da actual “geração à rasca”, também o movimento associativo folclórico foi tocado pelas restrições financeiras impostas por uma crise sem limites, e que afecta tudo e todos. Os apoios escasseiam cada vez mais e nalguns casos foram mesmo suprimidos. Significa isso, que os grupos folclóricos se encontram sem condições para desenvolverem a sua actividade na falta de serviços prestados remunerados e sem oportunidades para desenvolverem iniciativas produtoras de proventos. Estão, também, numa situação de “à rasca”.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Começou por uma restrição na cedência de transportes. Depois tocou aos subsídios, de manutenção associativa e cultural, de aquisição de bens, como a construção de sedes, compra de viaturas de serviço e ajuda à aquisição de trajes. Os grupos folclóricos não fogem à regra e encontram-se assim também na situação de “à rasca”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arcozelo: Feira Rural Portuguesa&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Por: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Foram muitos os feirantes que assentaram a sua venda na Feira Rural, que decorreu como habitualmente no Largo da vila-sede da Federação do Folclore Português: Arcozelo. Representadas variadas regiões do País, de Trás-os-Montes às Beiras, como do Minho e do Douro. Os produtos diversificaram naturalmente consoante a zona de procedência. Dão fumeiro ao artesanato, passando pela gastronomia tradicional, a oferta era farta.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Feira Rural Portuguesa em Arcozelo faz já parte do roteiro social da região, como do turismo. Por isso, foi uma vez mais grande a afluência de público ao recinto, naturalmente curioso da recriação de costumes e hábitos de outros tempos, mas também seduzido pela variada oferta de produtos da terra ou da confecção popular, que ostentavam a marca tradicional de diversificadas regiões do País. A festa foi protagonizada pela animação de vários grupos folclóricos, tocadores de concertina, violas e cavaquinhos, como de virtuosos cantadores ao desafio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;- ‘Em Festa’: o folclore na televisão&lt;br /&gt;- Grupos folclóricos com estatuto de Entidade de Utilidade Pública. Entidade Colectiva de Utilidade Pública. O que é?&lt;br /&gt;- Instrumentos musicais populares celebram o vinho em Alcanhões&lt;br /&gt;- Associação Etnográfica Os Serranos em Assembleia Geral&lt;br /&gt;- Gala da Concertina em S. Mamede de Infesta&lt;br /&gt;- Arraial Popular assinalou o 32.º aniversário do Rancho de Benfica do Ribatejo&lt;br /&gt;- Grupo Vila de Pereira assinalou aniversário com festa da queijada de Pereira&lt;br /&gt;- Rancho Etnográfico da Cela Velha promoveu homenagem a Humberto Delgado&lt;br /&gt;- Palestra em Tomar pretendia esclarecer e formar, mas... Jovens folcloristas da Região dos Templários alhearam-se de aula sobre etnografia&lt;br /&gt;- “O Rancho do Coração”&lt;br /&gt;- Festival Internacional de Almeirim em acção de lançamento da edição de 2012&lt;br /&gt;- Alunos de Escola de Montalegre venceram concurso internacional em Itália a tocar concertina&lt;br /&gt;- Associação de Tocadores de Concertina de Ponte de Lima realizou Feirão anual&lt;br /&gt;- Costumes de outros tempos convidaram a um regresso ao passado em Coruche. ‘Tradições de um Povo’. Recordar é viver!&lt;br /&gt;- Rancho de Aveiras de Cima festejou aniversário com recriações etnográficas&lt;br /&gt;- Mostra do Folclore concelhio de Alcobaça em Louções&lt;br /&gt;- Encontro de Cantares Quaresmais em Idanha-a-Nova&lt;br /&gt;- Mais ‘Recadinhos à Botica’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;SECÇÕES: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;- &lt;strong&gt;FESTIVAIS &lt;/strong&gt;– Os Festivais com realização no mês de Maio&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;TRADIÇÃO / INOVAÇÃO&lt;/strong&gt; – Régua e esquadro, pelo Eng.º Manuel Farias &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;strong&gt;PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;A S S I N E&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;ao Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;ou e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa¨30,00 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-2609265367912458769?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/2609265367912458769/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=2609265367912458769' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/2609265367912458769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/2609265367912458769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/05/resumo-da-edicao-de-maio.html' title='RESUMO DA EDIÇÃO DE MAIO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-8273448330756262450</id><published>2011-04-01T08:36:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T08:37:48.851-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE ABRIL</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Ni3qf47gxcA/TZXxRMrCuUI/AAAAAAAAAQ8/6YULbSJaYz0/s1600/F182.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590639790212168002" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-Ni3qf47gxcA/TZXxRMrCuUI/AAAAAAAAAQ8/6YULbSJaYz0/s320/F182.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-8273448330756262450?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/8273448330756262450/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=8273448330756262450' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/8273448330756262450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/8273448330756262450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/04/capa-da-edicao-de-abril.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE ABRIL'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Ni3qf47gxcA/TZXxRMrCuUI/AAAAAAAAAQ8/6YULbSJaYz0/s72-c/F182.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-7580029069980201568</id><published>2011-04-01T08:28:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T08:36:02.510-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;JORNAL FOLCLORE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém Apartado 518 2000–906 SANTARÉM &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt; Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://jornalfolclore.blogspot.com/2008/09/bem-vindoa-ao-jornal-folclore-on-line.html"&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;N.º 182 (ABRIL)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;TÍTULOS DA EDIÇÃO &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;EDITORIAL&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;O folclore no Carnaval e não o Carnaval no folclore &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos sabemos que o Carnaval, enquanto folia popular, se assume como um facto folclórico com especial relevância dentro da cultura popular. Em Portugal como na esmagadora maioria dos países do mundo. Cada país brinca o Carnaval a seu modo, de acordo com os seus costumes. Conta a história que foi de Portugal, através de emigração, que a tradição do Carnaval se implantou no Brasil. Ao carácter de festa popular se associa a galhofa e a brincadeira, algumas vezes maliciosa, mordaz e brejeira. Mas, como “pelo Carnaval ninguém leva a mal”... E porque trazemos aqui à baila o Carnaval? Não o Carnaval em si, mas as fantasias que nele aparecem com relativa regularidade, que foram “roubadas” à etnografia, ao folclore – os trajes tradicionais. As vestes populares de outros tempos, que se preservam como um património importante da nossa cultura popular, e que muitas vezes vestem matrafões e matrafonas, servindo, umas vezes a uma ridícula transfiguração, outras vezes a uma pretensa representação. Em muitos casos são roupagens que foram acauteladas em arcas e baús, e que guarda reminiscências de um passado remoto, e representam memórias que os tempos não apagam. Quem se preocupa com a preservação dessas vestes, património material valorizado e marcante da nossa cultura popular, não pode deixar de se invadir por uma certa inquietação e mesmo alguma consumição, por ver usar de forma despropositada peças de vestuário que constituem um legado incomparável e insubstituível. Ao comum observador, associando a “máscara” ao folclore, logo o olha de forma escarnecida. Porque o disfarce caminha quase sempre para a comicidade. E assim o folclore é continuadamente entendido sem deferência e respeito. Nota – Naturalmente que não se enquadra neste reparo a participação organizada em actividades carnavalescas, de grupos e ranchos de folclore, naturalmente respeitadores de elementares regras de representação. O director &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTA EDITORIAL &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;As vozes do Alentejo &lt;/strong&gt;Estar-se no Alentejo profundo é obrigatório ouvir as vozes da terra. Escutar os impulsos de alma de quem canta a chama da sua terra, dos campos de trigo ou dos amores d’algum dia. E não é difícil consegui-lo, certo que as gargantas se soltam – não raras vezes – ao balcão de uma tasca ou à mesa de um Café. Sem que menos se espera. A rotina vem de séculos atrás, e poucos são aqueles que não experimentam soltar um grito cantado, de paixão ou de raiva, de apego às coisas que marcam o sítio que lhes serviu de berço. Mas que escola de polifonia tiveram aquelas gargantas para se afinarem em perfeita harmonia de sons? Naturalmente que, tão só, a natureza e o carácter que faz de cada um, poeta e trovador. Ouvi-los, parece que cada cantiga dá conta de quem canta. E torna-o um prisioneiro às raízes e a um legado cultural que sucessivamente receberam dos seus antecessores. Das gargantas largam-se sons harmoniosos em quadras feitas de sonhos, muitas vezes criadas de forma instintiva. Mas sempre em cadência e união de vozes. O “ponto alto” entra para depois o coro se uniformizar em perfeita musicalidade de vozes, que ecoam graves, sóbrias e nostálgicas. E o espaço torna-se solene, como uma catedral.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Terra que não é cantada é terra morta! Se o cante for esquecido, a terra acaba por morrer!”, diz a lenda. Mas o alentejano não deixará morrer a sua terra, porque continua a cantar, a cantar... E a legar esse saber, que se perde nos primórdios dos tempos, às actuais e vindouras gerações. Ou não fora o cante um património tradicional vivo, constantemente recreado, por força de um arreigado sentimento de identidade. No périplo que fizemos à procura dos “santuários” do cante, no Baixo Alentejo, e que desenvolvemos nas páginas centrais desta edição, foram vários os locais e muitas as vozes que arrolámos no nosso roteiro. Naturalmente diferentes, mas sempre iguais, enquanto relicários do cante. “Voltem, voltem sempre”, ouvimos, ante o nosso desejo de voltar. O director &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;DESTAQUES &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;BAIXO ALENTEJO. O ENCANTO DO CANTE Textos e fotos: Manuel João Barbosa &lt;strong&gt;Caminhámos Alentejo adentro, à procura do Alentejo profundo. Fomos ao encontro das vozes da terra, que cantam com alma. Mergulhámos nos redutos da tradição, as velhinhas vendas (tabernas), onde o chão parece tremer – e nós com ele! – sempre que as gargantas se soltam, sempre que se desapegam impulsos e se entoa o cante, nostálgico, profundo, sentido, dolente e vibrante. A entrar na alma extasiada de quem o ouve. Tudo isso encontrámos e experimentámos. Afinal, a tradição ainda é o que era. O improviso das raízes ainda vivas ofereceu-nos o retrato daquilo que queríamos encontrar: ouvir cantar a alma do Alentejo. Canta alentejano, canta! O teu canto é oração... &lt;/strong&gt;“Ser alentejano não é um dote, é dom. Não se nasce alentejano, é-se alentejano”, ouvimos. Como o cante só o será se sair da garganta de um alentejano. Que outra pessoa o pode cantar? E quando o alentejano canta, é algo que vem de muito fundo, parecendo fluir das entranhas da terra. (Desenvolvimento na edição impressa)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;strong&gt;EM FUNÇÕES 14 MESES APENAS SE REUNIU UMA VEZ... GRUPO DE TRABALHO PARA O PATRIMÓNIO IMATERIAL RECEBEU 209 MIL EUROS É ACUSADO DE IMPRODUTIVIDADE &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://10.38.1.194/admin/editaNoticiaHTM.asp?idNot=1483501&amp;amp;id=10" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;O Grupo de Trabalho provisório que havia sido nomeado para preparar o funcionamento da Comissão do Património Imaterial Português foi destituído pela entrada em funções da referida Comissão. O Grupo foi criado no ano passado por despacho n.º 598/2010, de 4 de Janeiro, dos ministros da Cultura e das Finanças. Funcionava sob a tutela do Instituto de Museus e da Conservação, com sede no Palácio da Ajuda. O Grupo de 5 elementos foi contratado por um período de 24 meses, “pago 14 vezes por ano”, renovável por uma só vez. Estiveram em funções durante 14 meses, tendo auferido uma remuneração mensal de 2.613 euros. Receberam na totalidade 209 mil euros. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;strong&gt;DAR VIDA ÀS TRADIÇÕES. “VIVÊNCIAS DE UM POVO” FEZ ESMIUÇAR OUTRO FOLCLORE EM JOANE, VILA NOVA DE FAMALICÃO. &lt;/strong&gt;O Grupo Etnográfico Rusga de Joane (Vila Nova de Famalicão), comemorou no dia 13 de Março o seu 20.º aniversário. A efeméride foi assinalada com um interessante espectáculo, completo de encenações etnográficas protagonizadas pelo grupo aniversariante e por outros grupos convidados. Ao espectáculo de recriações de costumes foi dado a designação de “Vivências de um Povo”, e teve lugar no Grande Auditório da Casa das Artes, em Vila Nova de Famalicão, uma moderna infra-estrutura municipal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Textos e fotos: Manuel João Barbosa (Desenvolvimento na edição impressa) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTÍCIAS &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- IRÁ A RTP PRESTAR UM BOM SERVIÇO AO FOLCLORE? - A BATALHA EXALTOU OS INSTRUMENTOS MUSICAIS DA TRADIÇÃO - EXPOSIÇÃO E FESTIVAL DE FOLCLORE IBÉRICO VÃO ASSINALAR 15.º ANIVERSÁRIO DO GRUPO DE FOLCLORE DA CASA DE PORTUGAL EM ANDORRA - RANCHO DE BENFICA DO RIBATEJO EM FESTIVAL INTERNACIONAL NA SICÍLIA, ITÁLIA - FOLK CANTANHEDE DECORRE ENTRE 9 E 16 DE JULHO - FESTIVAL INTERNACIONAL DE ALMEIRIM JÁ PREPARA A EDIÇÃO DE 2012 - RANCHO DO VALE DE SANTARÉM RECEBE MEDALHA DE MÉRITO MUNICIPAL - AINDA O 15.º ANIVERSÁRIO DO JORNAL FOLCLORE - RANCHO DA CASA DO POVO DE GLÓRIA DO RIBATEJO COM ESTATUTO DE UTILIDADE PÚBLICA - MISTÉRIOS DA PÁSCOA EM IDANHA: AGENDA DE 2011 - RANCHO DA REGIÃO DE LEIRIA COMEMOROU 48.º ANIVERSÁRIO - CENTRO CULTURAL E RANCHO FOLCLÓRICO DE PAÇO DE SOUSA FESTEJARAM 36 ANOS - CARETOS: FIGURAS ENIGMÁTICAS DO NORDESTE TRANSMONTANO - MONTEMOR-O-NOVO: FESTIVAL DOS “FAZENDEIROS” ENCHEU O TEATRO CURVO SEMEDO - RANCHO CEIFEIRAS E CAMPINOS AZAMBUJA FESTEJOU O 54.º ANIVERSÁRIO COM TARDE DE FOLCLORE - GRUPO ETNOGRÁFICO DE ARZILA ASSINALA 37.º ANIVERSÁRIO E LANÇA CD - GRUPO TRADICIONAL OS CASALEIROS, DE AZAMBUJA, HOMENAGEOU O CAVADOR - FALECEU CHAVES E CASTRO, UM MAGO DA CULTURA - FUNDAÇÃO INATEL PROMOVEU AUDIÇÕES FINAIS DOS CURSOS DE INSTRUMENTOS TRADICIONAIS &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;SECÇÕES: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;TRADIÇÃO / INOVAÇÃO – , pelo Eng.º Manuel Farias &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A S S I N E&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;ao Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;ou e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa¨30,00 € &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-7580029069980201568?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/7580029069980201568/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=7580029069980201568' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/7580029069980201568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/7580029069980201568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/04/jornal-folclore-praceta-pedro-escuro-5.html' title=''/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-4745618305266262931</id><published>2011-03-04T08:15:00.000-08:00</published><updated>2011-03-04T08:16:34.399-08:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE MARÇO</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-yCW_GtroYXs/TXEQQqIPDZI/AAAAAAAAAQg/rTRUG8MY808/s1600/F181.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5580259291661536658" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-yCW_GtroYXs/TXEQQqIPDZI/AAAAAAAAAQg/rTRUG8MY808/s320/F181.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-4745618305266262931?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/4745618305266262931/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=4745618305266262931' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4745618305266262931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4745618305266262931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/03/capa-da-edicao-de-marco.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE MARÇO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-yCW_GtroYXs/TXEQQqIPDZI/AAAAAAAAAQg/rTRUG8MY808/s72-c/F181.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-1594786070981249205</id><published>2011-03-04T07:53:00.000-08:00</published><updated>2011-03-04T08:23:35.653-08:00</updated><title type='text'>RESUMO DA EDIÇÃO DE MARÇO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;  &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;JORNAL FOLCLORE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518  2000–906 SANTARÉM &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalfolclore.blogspot.com/2008/09/bem-vindoa-ao-jornal-folclore-on-line.html"&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;N.º 181 (MARÇO)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;RESUMO DA EDIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O aniversário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forçosamente teremos de falar, aqui também, de quinze anos de publicação regular e organizada deste projecto editorial. Porventura o estimado leitor concordará com os obstáculos – e quantas vezes algum estorvo – com que nos deparámos muitas vezes ao longo do percurso, iniciado já no distante ano de 1996.&lt;br /&gt;Concluímos 181 edições, que somarão mais de quatro mil páginas de reportagens, notícias e mensagens, como milhares de imagens, constituindo assim um precioso arquivo do movimento folclórico nacional. Para registarmos esse espólio precisámos de percorrer muitos milhares de quilómetros, e algumas vezes passámos as fronteiras ao encontro do folclore que se mostra noutros países, razão do sentimento pátrio dos nossos emigrantes e da força que lhes assiste ao manter vivas as suas raízes tradicionais.&lt;br /&gt;Se o saldo é positivo, e o trabalho merece boa nota, cabe ao leitor fazer a avaliação. E são ainda em grande parte os fiéis leitores que nos acompanham desde a primeira hora! Pela fidelidade, fica o registo do nosso reconhecimento.&lt;br /&gt;Os alicerces que foram sendo cimentados ao longo de década e meia precisam, contudo, de uma maior consolidação, de mais apoios de suporte. Ou seja, de novos subscritores, ajudando com novas assinaturas, de modo a podermos corresponder aos encargos de toda a ordem, da produção gráfica aos demais encargos de expediente, sem que tenhamos necessidade de sobrecarregar o contributo daqueles que nos ajudam a manter de pé, pontualmente cada mês, o Jornal de todos nós. É um apelo que deixamos. Como prenda de aniversário, pedimos-lhe que nos ajude com a angariação de um novo assinante junto do vosso grupo de amigos ou dos folcloristas que integram o movimento, de forma activa ou não.&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTA EDITORIAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;15 anos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Substituímos hoje as nossas palavras na habitual Nota Editorial pela opinião do leitor; dos nossos colaboradores e amigos em particular, acerca do aniversário do Jornal Folclore. Mais do que falarmos, outra vez, do projecto que este mês assinala o 15.º ano de continuada publicação, damos a voz a quem nos falou de forma tão amável e encorajadora do trabalho que teimosamente levamos cada mês a casa dos nossos leitores.&lt;br /&gt;Não obstante fazermos o devido destaque como primeiras letras desta edição de aniversário, remetemos o leitor para a continuação dessas palavras que registamos nas páginas centrais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“15 anos de publicação regular do Jornal Folclore conclui uma etapa de grande mérito, um sonho e um desafio concretizado por grande dedicação, entusiasmo e muito sacrifício”. Fernando Ferreira, presidente da Federação do Folclore Português)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quinze anos de empenhamento na defesa da nobre causa das tradições populares do Povo Português (...) de disponibilidade para a divulgação dos princípios que devem nortear o adequado comportamento de quem pertence ou tem responsabilidades no movimento Folclórico Português – (Insp. António Lopes Pires – Passos de Silgueiros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O mensário é o mensageiro certo e no local desejado das vontades e do querer indómito daqueles que oferecem a sua vida de lazer e até familiar para abraçar um ideal, que é afinal um desígnio cultural que mora em cada cidadão – Dr. Mário Nunes (Coimbra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Informação de qualidade exige responsabilidade dando lugar a princípios normativos de verdade, elegância, educação e espírito criador, ficando a certeza que o Jornal Folclore cresce e continua – Insp. Arcides Batista Simões (Torredeita).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A forma isenta, objectiva e genuína que sempre caracterizou o trabalho pessoal e dos colaboradores no conteúdo da nossa “Bíblia”, reflecte todo o respeito granjeado no imenso contexto do Folclore Português” – António Martins (S. Cosme, Gondomar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Jornal “Folclore” tornou-se uma autêntica Instituição, com finalidades didácticas e informativas, não se sabendo bem onde começa a notícia e onde termina a formação, posto que o rigoroso critério editorial do seu Director transforma as notícias em textos formativos e a pedagogia serve-se, muitas vezes, envolvida na divulgação de alguns eventos etnográficos e folclóricos” – Ludgero Mendes (Santarém).&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;DESTAQUES &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;15 ANOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Será forçoso registarmos nesta edição 15 anos de publicação regular do Jornal Folclore, assinalados no dia 1 de Março. No mesmo dia do ano de 1996 foi distribuída a primeira edição. Cheia de incógnitas, mas com muita esperança. Porventura recebida com indiferença e desconfiança de muitos, mesmo daqueles que, por obrigação moral (por força da militância na causa) tinham o dever de o proteger e apoiar. Com efeito, o jornal era a sua (única!) voz de defesa e de divulgação do seu trabalho. Mas felizmente que foram muitos os responsáveis de boa parte do universo folclórico nacional e pessoas anónimas, que apareceram a subscrever e a ajudar o projecto editorial, oferecendo o seu quinhão de ajuda, traduzido tão só num simbólico pagamento de dois mil escudos por uma anuidade das edições do Jornal.&lt;br /&gt;Manter um projecto editorial de imprensa especializada com característica estritamente particular num mundo onde pontificam os lóbis empresariais, é arrojo que não se adivinha fácil. Ao invés de um natural esmorecimento, pelas dificuldades de toda a ordem que se adivinham facilmente, o “duvidoso” projecto resistiu mês a mês, cumprindo a periodicidade prometida. Faz 181 edições! Mais de quatro mil páginas de textos e de um arquivo relevante de imagens do movimento folclórico de Portugal Continental, Insular e da diáspora.&lt;br /&gt;Foi então prometido que o Jornal seria uma publicação viva, isto é, que estaria junto das acções dos promotores folclóricos, dentro das disponibilidades do seu corpo redactorial e da respectiva agenda de trabalho. E isso acabou – também – cumprido. Somarão muitos milhares de quilómetros, transitados pelos mais recônditos lugares do País, ao encontro do acontecimento folclórico ou de cariz popular tradicional.&lt;br /&gt;Outrossim, será notório o empenhamento em melhorar e aperfeiçoar o trabalho redactorial, como a própria apresentação gráfica. Porventura, o Jornal Folclore assumir-se-á hoje, com um dos periódicos do País com maior qualidade gráfica. Isso só tem sido possível pela continuada fidelidade dos nossos assinantes. Naturalmente também pela completa ausência de encargos remuneratórios de quem o faz, dos colaboradores de textos ao director. Investir integralmente na qualidade tem sido o lema.&lt;br /&gt;‘O futuro a Deus pertence’, diz o aforismo. A continuidade do projecto é uma incógnita. O horizonte não se perspectiva determinante e concludente. As boas vontades de quantos fazem sair regularmente cada edição, não são bastante para garantir o seguimento da publicação. Mais que isso, é preciso um continuado suporte económico por forma a que projecto não fique em causa. Para tal basta a contribuição anual de cada leitor, com a regularização atempada da sua assinatura. E se novas subscrições aparecerem, o Jornal pode crescer mais ainda. Contamos com os actuais assinantes na angariação de novos apoios.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento nas páginas interiores)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTÍCIAS  &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;- Augusto Gomes dos Santos foi vítima de assalto com armas&lt;br /&gt;- Ainda o folclore nas Casas Típicas&lt;br /&gt;- Adufeiras de Monsanto. Ou da Beira Alta... Um protesto&lt;br /&gt;- Tradições e sons de outros tempos mostraram-se na Lapa (Cartaxo)&lt;br /&gt;- Rancho “Os Camponeses” de Riachos em festa pelo 53.º aniversário&lt;br /&gt;- Federação entregou diplomas de filiação a grupos do Ribatejo&lt;br /&gt;- Um filme de Giacometti no Rosmaninhal&lt;br /&gt;- A Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura tradicional deliberou em Assembleia Geral a expulsão de grupo associado&lt;br /&gt;- Rusga de Joane prepara as comemorações do 20.º aniversário&lt;br /&gt;- A moda das “Saias” foi tema de Colóquio em Montargil&lt;br /&gt;- Grupos Académico e Infantil de Danças Ribatejanas (Santarém) apresentaram Plano de Actividades&lt;br /&gt;- Conselho Técnico Regional para a Região dos Templários apresentou o Plano de Actividades - Serão cultural das Adufeiras de Monsanto nas Jornadas de Educação Ambiental&lt;br /&gt;- Aldeias do Xisto promovem-se em Barcelona&lt;br /&gt;- Rancho Regional de Fafel festejou 53 anos&lt;br /&gt;- “Fandango do Pau” anima executivo municipal de Santarém&lt;br /&gt;- Golegã assistiu a mais uma admirável tarde de etnografia&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico do Bairro de Santarém na Galiza&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico Danças e Cantares As Florinhas do Alto Minho (Algueirão) comemora aniversário&lt;br /&gt;- O Brasil aprovou Plano de apoio à Cultura Popular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condenados a morte lenta&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Em nome da propalada crise as entidades com o dever de apoiar o associativismo reduziram – ou anularam na totalidade – os apoios que vinham a ser concedidos ao movimento associativo nas áreas culturais e desportivas. Quando a alma é pequena, tudo vale a pena.&lt;br /&gt;Sem outras formas de conseguir receitas, os grupos de folclore estão como peixe na água sem oxigénio; à beira da extinção. A política que levou ao cancelamento ou à drástica redução dos parcos subsídios, encetada há três anos, como dos apoios logísticos, como a cedência de autocarros, ajudas à realização dos Festivais, etc., tem levado ao desespero dos responsáveis dirigentes, que são invadidos por uma indómita vontade de fechar a porta. Uma postura que porventura levará muitos autarcas – paradoxalmente! – a aplaudir. Quanto menos associações existirem, menor é o número de incómodos e estorvos no caminho da cruzada autárquica.&lt;br /&gt;Esquecida será, neste imbróglio dos apoios, a vertente social, que as autarquias não desenvolvem directamente na falta de estruturas que promovam o convívio e um salutar relacionamento entre as comunidades locais. Isso é coisa de somenos importância para os eleitos, que assumiram na caminhada para o poder oferecer um “incondicional apoio” a tudo e a nada. Compromisso que se esfuma logo depois do primeiro assento na cadeira. Parece não enxergarem nada para lá das eleições.&lt;br /&gt;A administração central diz recair nas autarquias a obrigação da atribuição dos apoios ao associativismo, sendo que para esse efeito recebem dotações oficiais. As autarquias ripostam e dizem que não. Só por cá...&lt;br /&gt;Enquanto a indiferença e insensibilidade autárquica vai operando naturalmente ao jeito de cada cabeça, o movimento associativo, e no caso concreto as associações grupos folclóricos, acumulam encargos quando as suas carteiras já estão esvaziadas de tantas vezes se abrirem para acudir a compromissos assumidos. É a honra de cada responsável dirigente que está em causa.&lt;br /&gt;Entretanto sempre vão sendo atendidas as pretensões, para variados fins, de alguns boys que usam o cartão da militância partidária. Enquanto isso, as associações – os grupos folclóricos incluídos – vão sendo condenados a uma morte lenta.&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;OPINIÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;- Para quando o cancioneiro musical e de poesia tradicional?   Por Bertino Coelho Martins&lt;br /&gt;- O folclore e a raça. Pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;SECÇÕES:  &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- TRADIÇÃO / INOVAÇÃO –  O espírito crítico, pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;- PORQUE NÃO TE CALAS? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt; A S S I N E&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;ao Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;ou e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa * 30,00 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-1594786070981249205?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/1594786070981249205/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=1594786070981249205' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1594786070981249205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1594786070981249205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/03/resumo-da-edicao-de-marco.html' title='RESUMO DA EDIÇÃO DE MARÇO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-7017948519983749208</id><published>2011-01-30T09:09:00.001-08:00</published><updated>2011-01-30T09:10:31.517-08:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE FEVEREIRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TUWbcBizM9I/AAAAAAAAAQU/2DfZ0bp2IF4/s1600/F180.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568027420066526162" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TUWbcBizM9I/AAAAAAAAAQU/2DfZ0bp2IF4/s320/F180.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-7017948519983749208?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/7017948519983749208/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=7017948519983749208' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/7017948519983749208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/7017948519983749208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/01/capa-da-edicao-de-fevereiro.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE FEVEREIRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TUWbcBizM9I/AAAAAAAAAQU/2DfZ0bp2IF4/s72-c/F180.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-255387360996263640</id><published>2011-01-30T08:58:00.000-08:00</published><updated>2011-01-30T09:08:57.625-08:00</updated><title type='text'>RESUMO DA EDIÇÃO DE FEVEREIRO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;  &lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;JORNAL FOLCLORE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518  2000–906 SANTARÉM &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalfolclore.blogspot.com/2008/09/bem-vindoa-ao-jornal-folclore-on-line.html"&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;N.º 180 (FEVEREIRO)&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;TÍTULOS DA EDIÇÃO &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;EDITORIAL &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O FOLCLORE DA ESTATÍSTICA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou nos últimos dias de Dezembro passado os dados da cultura referentes ao ano de 2009. Relativamente aos números arrolados de espectadores que assistiram a espectáculos culturais – cerca de 10 milhões – o folclore regista uma assistência de 5% do total de espectadores que viram espectáculos culturais, ou seja 500 mil. Deduz-se que o número encontrado se refira a espectáculos com entradas pagas. A esmagadora maioria dos Festivais e Festas são, como se sabe, de entrada livre.&lt;br /&gt;Naturalmente que os números não se aproximam da realidade quando é sabido que não existe qualquer controle das assistências aos eventos exclusivamente participados por grupos folclóricos. Os resultados teriam sido bem diferentes se houvesse a obrigatoriedade da apresentação dos dados pelos promotores dos eventos para efeitos de estatística. O que, como se sabe, não acontece.&lt;br /&gt;Com efeito, calcula-se que num ano possam ter realização efectiva mais de duas mil realizações de cariz tradicional/folclórico. Considerando que muitos Festivais têm uma assistência média de vários milhares de espectadores, fácil será concluir que o número de assistentes registado pelo Instituo Nacional de Estatística estará muito aquém do referido na estatística agora divulgada.&lt;br /&gt;Refira-se que o Ministério da Cultura financiou as actividades culturais em 2009 com 212 milhões de euros. Qual a fatia do enorme bolo que coube ao movimento folclórico, concretamente às grande realizações de âmbito nacional e internacional?&lt;br /&gt;Registe-se também que, ainda segundo o INE, a receita dos espectáculos de folclore foi de 39,5 mil de euros. O Estado terá arrecadado em impostos directos qualquer coisa como 8.400 euros (1.680 contos).&lt;br /&gt;                                                                                                                                                       O director&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTA EDITORIAL&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; O TRIÉNIO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A assembleia-geral da Federação do Folclore Português elegeu nos primeiros dias de Dezembro passado os seus corpos sociais para o exercício do triénio 2011/2013. A tomada de posse verificou-se no início de Janeiro, como damos conta na página 3 desta edição.&lt;br /&gt;São conhecidas as dificuldades que se conjecturam para o novo triénio. No início do anterior mandato o movimento folclórico ficou suspenso nas anunciadas medidas de fundo para a credibilização do folclore federado. Algum traquejo e experiência não deixam de estar já associados ao trabalho que ora se reinicia, na medida em que foram reeleitos os principais figurantes do elenco antecedente. Porventura o exercício terminado exigia um maior esforço num tão esperado “arrumar da casa”, no que concerne à exigência do cumprimento das regras estatutárias pelos grupos membros que disciplinam o movimento federado, que há muito deveria aparecer aos olhos do universo folclórico nacional como um modelo de representatividade da etnografia e do folclore do País. Apesar do tempo, continua a não sê-lo.&lt;br /&gt;Foi pedido no início do anterior exercício “determinação e energia” aos eleitos, e em especial aos Conselheiros Técnicos Regionais. Pouco se fez, pelo menos em serviço visível, que mostrasse um pouco que fosse relativamente às metas traçadas. Alguns descuidos de retratação tradicional, continuam a ser farinha do mesmo saco num celeiro que deveria recolher somente “cereal” de primeira. A incerteza sobre a qualidade representativa dum grupo federado terá de ser coisa do passado. É preciso que os promotores de bons espectáculos folclóricos, estejam seguros de uma efectiva representatividade por um grupo membro da Federação.&lt;br /&gt;Não se duvida do sacrifício e dedicação dos dirigentes eleitos, mas é preciso que haja mais inflexibilidade. Ou seja, antes quebrar que torcer. Também a “determinação” que foi pedida aos CTRs pelo próprio líder. Melhorar os resultados não pode continuar a ser uma questão de fé e esperança, mas uma realidade consistente e duradoura. O triénio que agora começa deve ser, assim, de exigência pelo rigor. Esse é o desafio. Que o tempo não seja só para a fotografia de pose. É preciso, mais que nunca, estar num tempo com os olhos postos no futuro, para credibilidade e reputação do próprio folclore. Essa credibilidade só pode partir da actividade reguladora de uma parte do movimento folclórico nacional – os grupos federados. E se as prometidas “vassouradas” limparem algum joio que seja, então que haja, finalmente, coragem para o fazer, não deixando de novo a vassoura atrás da porta.&lt;br /&gt;                                                                                                                                                      O director&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;DESTAQUES&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;CARTAXO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;CASA BRINCHEIRO: QUATRO DÉCADAS &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;A "VESTIR O FOLCLORE NACIONAL &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Há quase 40 anos a confeccionar trajes etnográficos para ranchos e grupos de folclore de todo o País e das comunidades portuguesas no estrangeiro, a Casa Brincheiro assume-se como líder do mercado na confecção de indumentárias tradicionais. Um stock imenso de tecidos de textura tradicional e uma eficiente equipa de costureiras e bordadeiras mestres na confecção dos mais variados tipos de trajes, permite à popular casa oferecer um trabalho rápido e a contento. O slogan “O que você quer, a Casa Brincheiro tem” faz jus ao vasto recheio que enche imensas prateleiras e dezenas de gavetas do velhinho estabelecimento.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As primeiras portas da Rua Batalhoz, do n.º 1 A ao 1 D, no Cartaxo, são as entradas da Casa Brincheiro – a casa dos tecidos tradicionais. Paredes-meias com o Largo do Município, mesmo no centro da bonita vila ribatejana, a mais antiga e popular casa cartaxeira, está prestes a comemorar um século de uma seleccionada actividade comercial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FOLCLORE NAS CASAS TÍPICAS DE LISBOA. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;ENTRE O ÓPTIMO E O PICTÓRICO &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Textos e fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Grupos semi-profissionalizados, estruturalmente organizados, mostram diariamente o folclore de diversas regiões do País nalgumas Casas Típicas de Lisboa, para gáudio de estrangeiros e nacionais. Entre o pitoresco, o colorido e o pictórico sobressaem apontamentos de boa retratação. Sempre implícito está a festa e a alegria. Algum ritmo das coreografias e a musicalidade das melodias arrebatam o mais cândido comensal. As figuras esbeltas dos dançarinos agarram a assistência. O entusiasmo invade a sala. O folclore português conquista todos!&lt;br /&gt;A nossa reportagem passeou-se por quatro locais da capital que oferecem o tipicismo português como consumo inevitável, numa ementa que apraza pela gastronomia e pela festa do folclore. E a vontade de fazer um pé-de-dança apodera-se por vezes de alguns…&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como que uma saborosa e alegre sobremesa, várias Casas Típicas da capital continuam a oferecer como acepipe nos seus cardápios alguns momentos de folclore. Cada noite, a par do Fado, o Folclore é o prato forte da animação que é oferecida aos clientes na pós-refeição. O Ribatejo, o Minho e a Nazaré são, por regra, os estereótipos exclusivos das funções tradicionais que são oferecidos aos comensais. Os trajes são preparados para sugestionar de forma agradável, sendo os figurinos, nalguns casos, ajeitados por forma a tornar os executantes figuras graciosas e atraentes. O mesmo se passa com as melodias e as próprias coreografias, também escolhidas pela alegria e algum ritmo das composições. A finalidade é oferecer festa como remate do repasto.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTÍCIAS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;  - Debate. Ausência e necessidade. Faltou a discussão no Fórum Associ’Arte em Vila Nova de Famalicão&lt;br /&gt;- Cancioneiro de Cantanhede vai finalmente dispor de instalações próprias&lt;br /&gt;- Rancho Regional da Casa do Povo de Ílhavo comemorou o 27.º aniversário&lt;br /&gt;- Tomaram posse os novos corpos sociais da Federação&lt;br /&gt;- ‘Engenheiros’ cantaram as Janeiras ao Primeiro Ministro. Ou outra coisa?&lt;br /&gt;- Reisadas e Cantares ao Menino maravilharam na Igreja da Graça, em Lisboa&lt;br /&gt;- Rancho da Senhora do Monte de Pedroso reuniu em convívio&lt;br /&gt;- Grupo Típico de Ançã celebrou aniversários dos seus elementos&lt;br /&gt;- Encontro Nacional de Acordeonistas em Ponte de Sor&lt;br /&gt;- Rancho de Paranhos cantou ao Natal e aos Reis&lt;br /&gt;- Rancho S. Pedro da Belavista festejou o 20.º aniversário&lt;br /&gt;- Etnográfico de Lorvão organizou Encontro de Cantares do Ciclo Natalício&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Congressos e mais Congressos, pelo Dr. Mário Nunes&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;SECÇÕES&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;- ESFINGE  – Direitos e linhas tortas , pelo Dr. Aurélio Lopes &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;- TRADIÇÃO / INOVAÇÃO –  Recolher nos documentos , pelo Eng.º Manuel Farias &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;PORQUE NÃO TE CALAS?  &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Alteração morada &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte: &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Agradece-se contudo que toda a correspondência &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;seja enviada exclusivamente &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém  &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;A S S I N E&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;ao Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;ou e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa 30,00 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-255387360996263640?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/255387360996263640/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=255387360996263640' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/255387360996263640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/255387360996263640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/01/resumo-da-edicao-de-fevereiro.html' title='RESUMO DA EDIÇÃO DE FEVEREIRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-441936631372984329</id><published>2011-01-21T02:40:00.001-08:00</published><updated>2011-01-21T02:40:46.133-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;Edição de Fevereiro&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;FOLCLORE NAS CASAS TÍPICAS DE LISBOA&lt;br /&gt;ENTRE O ÓPTIMO E O PICTÓRICO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Grupos semi-profissionalizados, estruturalmente organizados, mostram diariamente o folclore de diversas regiões do País nalgumas Casas Típicas de Lisboa, para gáudio de estrangeiros e nacionais. Entre o pitoresco, o colorido e o pictórico sobressaem apontamentos de boa retratação. Sempre implícito está a festa e a alegria.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;(Desenvolvimento em 6 páginas da edição em papel)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-441936631372984329?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/441936631372984329/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=441936631372984329' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/441936631372984329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/441936631372984329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/01/edicao-de-fevereiro-folclore-nas-casas.html' title=''/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-3675972836034521924</id><published>2011-01-15T07:45:00.000-08:00</published><updated>2011-01-15T07:53:23.198-08:00</updated><title type='text'>ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO DE FEVEREIRO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;JORNAL FOLCLORE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518  2000–906 SANTARÉM &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalfolclore.blogspot.com/2008/09/bem-vindoa-ao-jornal-folclore-on-line.html"&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;ALTERAÇÃO MORADA &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;é o seguinte:Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;EDITORIAL &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- O folclore da Estatística &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; -  O triénio&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- &lt;strong&gt;Folclore nas Casas Típicas de Lisboa&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O óptimo, o razoável e o pictórico. A nossa reportagem passeou-se por quatro locais da capital que oferecem o tipicismo português como consumo inevitável numa ementa que apraza pela gastronomia e pela festa do folclore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- CARTAXO: CASA BRINCHEIRO. Quatro décadas a ‘vestir’ o folclore nacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tomaram posse os novos corpos sociais da Federação&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTÍCIAS  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Debate. Ausência e necessidade. Faltou a discussão no Fórum Associ’Arte em Vila Nova de Famalicão&lt;br /&gt;- ‘Engenheiros’ cantaram as Janeiras ao Primeiro Ministro. Ou outra coisa?&lt;br /&gt;- Reisadas e Cantares ao Menino maravilharam na Igreja da Graça, em Lisboa&lt;br /&gt;- Cancioneiro de Cantanhede vai finalmente dispor de instalações próprias&lt;br /&gt;- Rancho Regional da Casa do Povo de Ílhavo comemorou o 27.º aniversário&lt;br /&gt;- Etnográfico de Lorvão organizou Encontro de Cantares do Ciclo Natalício&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Congressos e mais Congressos. Pelo Dr. Mário Nunes&lt;br /&gt;- Representatividade etnográfica. Algumas reflexões e considerações (II). Pelo Dr. Daniel Calado Café&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;SECÇÕES: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- ESFINGE  – , pelo Dr. Aurélio Lopes &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- TRADIÇÃO / INOVAÇÃO – , pelo Eng.º Manuel Farias * PORQUE NÃO TE CALAS?  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;  A S S I N E&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;ao Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;ou e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa: 30,00 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-3675972836034521924?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/3675972836034521924/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=3675972836034521924' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3675972836034521924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3675972836034521924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2011/01/alguns-titulos-da-edicao-de-fevereiro.html' title='ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO DE FEVEREIRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-3596755856165898956</id><published>2010-12-31T05:55:00.001-08:00</published><updated>2010-12-31T05:56:51.112-08:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE JANEIRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TR3hDzkvpoI/AAAAAAAAAQM/LyZ5GdZgA34/s1600/F179.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556844970745243266" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TR3hDzkvpoI/AAAAAAAAAQM/LyZ5GdZgA34/s320/F179.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-3596755856165898956?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/3596755856165898956/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=3596755856165898956' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3596755856165898956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3596755856165898956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/12/capa-da-edicao-de-janeiro.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE JANEIRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TR3hDzkvpoI/AAAAAAAAAQM/LyZ5GdZgA34/s72-c/F179.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-4286603291963954897</id><published>2010-12-31T05:38:00.000-08:00</published><updated>2010-12-31T05:52:55.314-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;  &lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;JORNAL FOLCLORE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518  2000–906 SANTARÉM – E-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalfolclore.blogspot.com/2008/09/bem-vindoa-ao-jornal-folclore-on-line.html"&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;RESUMO DA EDIÇÃO 179 (JANEIRO 2011)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;EDITORIAL &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;PARECE MAS NÃO É&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Saberão alguns grupos que, mudando de farpela e cantarolando de forma algo despropositada cânticos Natalícios estarão desviados de uma efectiva representação etnográfica? Falamos dos trechos anunciados como populares / tradicionais e que mais não são do que temas de composição conhecida. A atender àquilo que se ouve no desempenho de alguns grupos, ficam sérias dúvidas sobre o rigor da representação. Com efeito, em muitos casos as cantilenas ditas de Natal, que se queriam da inventiva popular de tempos idos, mais não são que actuais composições poéticas (?), que se ajuntam a melodias religiosas contemporâneas, rebuscadas nas práticas sacerdotais de hoje.&lt;br /&gt;A completa ausência de uma pesquisa, judiciosa e sensata, das cantigas populares que aludem ao Natal, ao nascimento de Jesus e às três divindades, é o mal de todos os males na reprodução d e alguns cânticos que se ouvem na quadra Natalícia interpretados por grupos folclóricos, porque não são trechos da nossa etnografia, ou seja, são temas de conhecida criação e de um tempo actual.&lt;br /&gt;Aquelas loas e cantares da religiosidade popular, criadas e participadas de forma anónima e colectiva entre as diversas comunidades, estarão arredadas do trabalho de alguns grupos por falta de um trabalho de recolha de temas da criação popular. Não cabem neste espaço os registos de desacertos de cantares Natalícios nascidos no seio do movimento folclórico pelo motivo que referimos. São cantigas de má construção (e de mau gosto), a que se junta uma melodia rebuscada nos cânticos religiosos actuais. No conjunto não há facto tradicional com valor etnográfico. Logo a versão criada estará desajustada numa empenhada representação folclórica. Mau grado quando a nódoa cai em bom pano.&lt;br /&gt;O director &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTA EDITORIAL&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CONGRESSOS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Federação do Folclore Português voltou a reunir em Congresso os representantes legais dos seus grupos membros. No espaço de dois meses o organismo chama a duas reuniões plenárias o movimento folclórico federado. Haverá porventura um esforço – quanto mais não seja administrativo – para que o trabalho aprovado dos grupos filiados se discipline e se corrija de incorrecções que maculam boa parte da representação folclórica. Os “gritos de Ipiranga” ressoam em cada Congresso, em simples encontros de folcloristas ou em intervenções públicas dos dirigentes. Os reparos ao desempenho de alguns grupos que ostentam o “selo de qualidade”, conferido pelos técnicos do organismo de Arcozelo, são frequentes e repetidos. Os ecos não se têm mostrado intensos e incisivos. Tão pouco terá sido perturbante para alguns dirigentes e responsáveis técnicos, que continuam a fazer valer a velha máxima “Faz o que eu digo, não faças o que eu faço”.&lt;br /&gt;Decerto que no Congresso Nacional realizado há dois meses na Praia da Vitória (Ilha Terceira), foram reforçados os apelos à boa representatividade. E já antes, no Congresso Nacional de Jovens Folcloristas que decorreu em Novembro de 2009, em Guimarães, foram ratificadas por assembleia de mais de mil jovens folcloristas, normas e regras para o melhor desempenho de um sensato projecto de representação tradicional, como: reflectir sobre os desacertos etnográficos; sensibilidade para a triagem dos factos folclóricos; humildade em reconhecer os erros; autenticidade; não adulterar; postura adequada; respeito pela origem. Foram apenas algumas recomendações aprovados pela assembleia de jovens elementos activos de mais de uma centena de grupos de folclore. Porventura constituirão apenas uma página do extenso cardápio de preceitos exigidos pela mostra pública daquilo que são os factos folclóricos, e a que se propõem interpretar os grupos e ranchos de cariz tradicional.&lt;br /&gt;As deliberações votadas em Congresso, e ratificadas por uma assembleia, têm espírito de Lei, e como tal devem ser tidas como regras a respeitar e a cumprir. A não ser assim, não servirá tanto esforço de quem organiza e de quantos participam.&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;CONGRESSO NACIONAL EM AVEIRO REUNIU CENTENAS DE FOLCLORISTAS&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Texto e fotos de Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Federação do Folclore Português reuniu em Congresso os representantes de uma parte dos seus grupos membros. Durante dois dias cerca de setecentos folcloristas estiveram em sessão plenária no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro para tratar e debater a actividade do universo do folclore nacional. A assembleia de folcloristas concluiu-se pela aclamação das recomendações, que foram aprovadas por unanimidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Uma firme determinação de acudir às dificuldades e obstáculos que se abatem sobre a actividade folclórica nacional, levou ao Centro Cultural e de Congressos de Aveiro cerca de setecentos folcloristas, representantes de grupos membros do folclore federado. Não constituindo o número que era esperado pela organização, assim mesmo poderá dizer-se que a quantidade de congressistas que esteve no magnífico Auditório do Centro de Congressos porventura significará a força movimento folclórico nacional, que fez caminhar até Aveiro também representantes do folclore luso sediado em França e na Suíça.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;MANUEL AZENHA - A FLAUTA ENCANTADA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Texto e fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É um artífice de flautas e domina como poucos os acordes do rudimentar instrumento musical. “Aprendi quando aos oito anos guardava porcos”, confessa sem vergonha os difíceis tempos da sua meninice. Trilhando o caminho dos humildes, comeu o pão que o diabo amassou. Da escola mal ouviu falar, porque os dias eram de trabalho, da alvorada até “noite caída”. Na aspereza da vida, o menino “guardador de porcos” se fez homem. Sempre com uma mão cheia de nada. À sua existência ajuntou a música, que, afirma, “sempre foi a minha paixão”.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ti’Azenha nasceu há 88 anos num lugarejo do interior norte do concelho de Santarém – Gançaria – então com pouco mais de uma centena de habitantes. A sua meninice foi de agruras, trazidas pela inclemência da vida de então. Mimos de criança nunca conheceu. Muito cedo iniciou os passos que só aos adultos estavam reservados. A ardósia, o caderno e o lápis foram substituídos por um pequeno pau, que o ajudava a conduzir pelas serranias das redondezas uma vara de porcos. Foram assim os dias de escola de um menino franzino, que muito antes do tempo se viu obrigado a crescer.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTÍCIAS  &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Federação do Folclore Português organiza a cerimónia do Óscar Mundial do Folclore em 2012&lt;br /&gt;- Novo executivo toma posse no dia 9 de Janeiro. Federação elegeu novos corpos sociais para o triénio de 2011/2013&lt;br /&gt;- Grupo Cancioneiro de Castelo Branco é o mais novo membro efectivo da Federação&lt;br /&gt;- Rancho da Ribeira de Celavisa lançou CD&lt;br /&gt;- Rancho Rosas do Lena prepara para Março uma semana cultural para comemorar o 48.º aniversário&lt;br /&gt;- Rancho da Lapa (Cartaxo) está a organizar um Encontro de Instrumentos Tradicionais&lt;br /&gt;- Museu de Arte Popular reabriu parcialmente&lt;br /&gt;- Município de Gondomar apoia a actividade folclórica do concelho com 41 mil euros&lt;br /&gt;- Espólio etnográfico ao ‘Deus dará’ em Alpiarça&lt;br /&gt;- S. Torcato (Guimarães): Augusto Freitas foi homenageado e recebeu o Grande Colar Cultural Cruz de Malta&lt;br /&gt;- Grupo Cancioneiro de Cantanhede reúne em jantar convívio&lt;br /&gt;- Grupos comemoram o Natal à mesa&lt;br /&gt;- Associação do Distrito de Lisboa promoveu sessão de formação para grupos associados&lt;br /&gt;- Concurso de Etnografia promovido pela Fundação INATEL teve a final no Teatro Miguel Franco, em Leiria&lt;br /&gt;- Santarém: Cantigas e tradições do Ribatejo no palco do Teatro Sá da Bandeira&lt;br /&gt;- Etnográfico Danças e Cantares do Minho actuou em Malta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Representatividade etnográfica. Algumas reflexões e considerações (I). Por: Dr. Daniel Calado Café&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;SECÇÕES: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ESFINGE  – História interminável, pelo Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;TRADIÇÃO / INOVAÇÃO – Recolher nas fotografias, pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS? &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;ALTERAÇÃO DE ENDEREÇO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte: &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém   &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;A S S I N E&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;ou e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa 30,00 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-4286603291963954897?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/4286603291963954897/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=4286603291963954897' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4286603291963954897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4286603291963954897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/12/jornal-folclore-praceta-pedro-escuro-5.html' title=''/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-4592060055862335194</id><published>2010-12-15T01:15:00.000-08:00</published><updated>2010-12-15T01:23:18.065-08:00</updated><title type='text'>ALGUNS TITULOS DA EDIÇÃO DE JANEIRO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;  &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;JORNAL FOLCLORE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518  2000–906 SANTARÉM – E-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalfolclore.blogspot.com/2008/09/bem-vindoa-ao-jornal-folclore-on-line.html"&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;ALTERAÇÃO MORADA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.&lt;br /&gt;Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada&lt;br /&gt;exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;EDITORIAL &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;MODOS DE OLHAR A CULTURA &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTA EDITORIAL &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;CONGRESSOS &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;- CONGRESSO NACIONAL EM AVEIRO REUNIU CENTENAS DE FOLCLORISTAS&lt;br /&gt;- FEDERAÇÃO ELEGEU NOVOS CORPOS SOCIAIS PARA O TRIÉNIO DE 2011/2013&lt;br /&gt;- MANUEL AZENHA. A FLAUTA ENCANTADA &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTÍCIAS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ORGANIZA A CERIMÓNIA DO ÓSCAR MUNDIAL DO FOLCLORE EM 2012&lt;br /&gt;- MUSEU DE ARTE POPULAR MOSTRA-SE PARCIALMENTE. REABERTURA ANUNCIADA PARA MAIO&lt;br /&gt;- GRUPO CANCIONEIRO DE CASTELO BRANCO É O MAIS NOVO MEMBRO EFECTIVO DA FEDERAÇÃO&lt;br /&gt;- RANCHO DA RIBEIRA DE CELAVISA LANÇOU CD&lt;br /&gt;- CANCIONEIRO DE CANTANHEDE EM JANTAR CONVÍVIO&lt;br /&gt;- ASSOCIAÇÃO DO DISTRITO DE LISBOA PROMOVEU SESSÃO DE FORMAÇÃO PARA GRUPOS ASSOCIADOS&lt;br /&gt;- CONCURSO DE ETNOGRAFIA PROMOVIDO PELA FUNDAÇÃO INATEL TEVE A FINAL NO TEATRO MIGUEL FRANCO, EM LEIRIA&lt;br /&gt;- SANTARÉM. CANTIGAS E TRADIÇÕES DO RIBATEJO NO PALCO DO TEATRO SÁ DA BANDEIRA&lt;br /&gt;- S. TORCATO (GUIMARÃES). AUGUSTO FREITAS FOI HOMENAGEADO E RECEBEU O GRANDE COLAR CULTURAL CRUZ DE MALTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;SECÇÕES:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ESFINGE  – , pelo Dr. Aurélio Lopes &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;TRADIÇÃO / INOVAÇÃO – , pelo Eng.º Manuel Farias &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;FESTIVAISFestivais a realizar no mês de Janeiro &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Alteração morada&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;o seguinte: Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;A S S I N E&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;ou e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Portugal e Ilhas: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa: 30,00 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-4592060055862335194?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/4592060055862335194/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=4592060055862335194' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4592060055862335194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4592060055862335194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/12/alguns-titulos-da-edicao-de-janeiro.html' title='ALGUNS TITULOS DA EDIÇÃO DE JANEIRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-8620233501732729122</id><published>2010-12-01T05:04:00.000-08:00</published><updated>2010-12-01T05:06:43.596-08:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE DEZEMBRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TPZIUle6_AI/AAAAAAAAAQA/tXBQ9a9t68Y/s1600/F178_01.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5545699509649734658" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TPZIUle6_AI/AAAAAAAAAQA/tXBQ9a9t68Y/s320/F178_01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-8620233501732729122?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/8620233501732729122/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=8620233501732729122' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/8620233501732729122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/8620233501732729122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/12/capa-da-edicao-de-dezembro.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE DEZEMBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TPZIUle6_AI/AAAAAAAAAQA/tXBQ9a9t68Y/s72-c/F178_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-4046609669071287904</id><published>2010-12-01T04:43:00.000-08:00</published><updated>2010-12-01T04:54:47.453-08:00</updated><title type='text'>RESUMO DA EDIÇÃO DE DEZEMBRO</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;JORNAL FOLCLORE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º&lt;br /&gt;2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518  2000–906 SANTARÉM&lt;br /&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalfolclore.blogspot.com/2008/09/bem-vindoa-ao-jornal-folclore-on-line.html"&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;ALTERAÇÃO MORADA&lt;/strong&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Informamos que o endereço postal&lt;br /&gt;do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º&lt;br /&gt;2000-183 Santarém.&lt;br /&gt;Agradece-se que toda a correspondência seja enviada&lt;br /&gt;exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;N.º 178 (DEZEMBRO 2010)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;TÍTULOS DA EDIÇÃO &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;EDITORIAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;OSSOS PARTIDOS...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Começa a ser vulgar e corriqueiro nas actuações de muitos grupos folclóricos a cópia- imitação-réplica-reprodução das banalizadas “zaragatas de baile”, que muitas vezes aparecem completamente descontextualizadas da representação e sem uma prévia explicação das causas que levavam a uma altercação nos bailaricos de outrora, eventual e não sistemática como se quer fazer crer. E a figuração, quase sempre desenrolada sem uma antecipada preparação dos protagonistas – como uma dança, é necessário ensaiar (preparar) os figurantes para a encenação – atinge, nalguns casos, foros de uma sinistra forma de descrever a situação que “era violenta”, segundo os protagonistas de agora. E afirmam: “Havia até ossos fracturados e cabeças partidas!”. Por dizer fica – se porventura não foi já dito – que algum brigão tivesse ficado desmembrado...&lt;br /&gt;Embora ajustada a uma realidade social entre as camadas populares de outros tempos, a encenação da ocorrência deve ser contextualizada na representação do grupo e, repetimos, previamente bem encenada, para que a actuação não caia no ridículo, como algumas vezes acontece, levando o público mais desprevenido a acreditar numa verdadeira contenda entre os elementos em desempenho.&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTA EDITORIAL&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; A AGONIA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt; Com apoios escassos, ou mesmo nulos, por parte de quem de direito – as autarquias – os grupos folclóricos respiram sem o oxigénio necessário à sua sobrevivência. De mãos na cabeça, grande parte dos timoneiros temem que o seu barco se afunde irremediavelmente a breve prazo. Só uma imensa carolice permite o “remar” à procura de um porto de salvação. Na completa ausência de fundos, cabe a cada carola persistente suportar do seu bolso a compra do seu traje se quer aprazar-se no rodopio das modas do seu folclore, ou simplesmente representar as tradições e costumes dos seus antecessores, como forma de preservar modos da cultura popular de antanho.&lt;br /&gt;Em nome da crise, as associações foram informadas do corte total, ou parcial, dos subsídios. Uma medida que talvez fosse compreensível não fora o esbanjamento de dinheiros que se verifica noutras áreas, muitas vezes em troca de nada. Já anteriormente o apoio com a cedência de transportes para as viagens pelo País dos grupos folclóricos, foi substancialmente reduzido – uma vez mais dentro de uma óptica economicista – o que obriga a que os grupos tenham de suportar o pagamento das facturas dos alugueres dos autocarros por forma a poderem satisfazer compromissos assumidos.&lt;br /&gt;“Fechar a porta” é expressão já muito ouvida. Os bolsos dos dirigentes e demais cooperantes que regularmente financiam os grupos que integram já estão vazios. A carolice tem limites. Sabe-se que a tudo isto os organismos oficiais, e justamente o poder local, mantêm indiferença e insensibilidade, mesmo quando vêem cair no poço um prestigiado embaixador cultural, que por cantos e recantos do País, e muitas vezes além fronteiras, honram e dignificam a sua terra e exaltam e promovem a própria região.&lt;br /&gt;É público o fracasso da política cultural do País, com a fonte do poder central a jorrar indiferença para as esferas do poder local. Parece que a teoria usada pelos responsáveis do anterior regime – “um povo culto é ingovernável”, diziam – quer hoje prevalecer com níveis iguais aos padrões de outros tempos.&lt;br /&gt;O director&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;DESTAQUES &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;- FIGURAÇÃO DA ARISTOCRACIA PODE SOAR A FALSO FOLCLORE. A representação da nobreza nas representações etnográficas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Uma análise cuidada às raízes populares pode dizer-nos que não será de todo correcta a representação figurada da nossa aristocracia, ou da nobreza, nas mostras folclóricas, como alguns grupos complementam o seu trabalho de retratação etnográfica. Uma divisão social de outros tempos, tão acautelada pela alta sociedade, primava pelo seu afastamento do povo. Seriam muito poucas as alturas que a laia abastada se permitiria intervir nas manifestações populares. A distinção evidenciava-se pela superioridade e divisão de classes, quase sempre extremada por um certo elitismo, isto é, por uma cultura de elites. Se assim é, teremos como incoerente na representação folclórica a exibição de figurinos ligados às classes superiores pelos grupos de folclore.&lt;br /&gt;Só será folclore aquilo que foi usual entre uma comunidade popular – o povo na sua simplicidade de vestir e de viver – num determinado tempo. Esta definição do facto folclórico valerá com espírito de Lei sempre que se quiser representar os variados aspectos das vivências tradicionais, isto é, aquilo que se considera como “folclore”. O folclore não pode ser uma coisa imaginada e muito menos inventada.(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- TOMAR É UMA EXCEPÇÃO À REGRA? Câmara de Tomar assina protocolo de cooperação com o Núcleo Técnico Regional da Federação&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;A Câmara Municipal de Tomar acaba de assinar um protocolo de cooperação com o Núcleo Técnico Regional para a Zona dos Templários. O objectivo passa, entre outros deveres e obrigações, por uma melhor representatividade dos grupos inseridos na área do concelho de Tomar, com acções pedagógicas e de aconselhamento para o melhor desempenho da representação etnográfica e folclórica dos ranchos, em particular do concelho de Tomar.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- AS LÉGUAS DO FOLCLORE. Componente do Grupo Etnográfico de Danças e Cantares do Minho, de Lisboa, vive em Pedras Salgadas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Texto e fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;A Lisete Serrano é uma jovem bailadora do Grupo Etnográfico de Danças e Cantares do Minho, sedeado na Freguesia de Benfica, em Lisboa. Fá-lo desde os vinte anos. Vão 17 anos de uma completa assiduidade a uma intensa actividade do grupo. O facto não mereceria o destaque da notícia não fora a particularidade da folclorista viver e trabalhar a 446 quilómetros de Lisboa. Com efeito, a dedicada componente vive em Pedras Salgadas, no concelho de Vila Pouca de Aguiar e trabalha em Cerva, no concelho de Ribeira de Pena. Bem no Norte do País (Trás-os-Montes). Mas as centenas de quilómetros não a intimida a meter-se à estrada sempre que o grupo da sua predilecção tem uma actuação. Aos quilómetros da ida somam-se outros tantos da volta. A folclorista “peregrina” nada menos que 900 km para envergar o traje, rodopiar os Viras e marcar os Malhões do folclore do “seu” Minho. Muitas dezenas de vezes por ano. Sem ausências. Por paixão ao folclore.&lt;br /&gt;Nascida em Lisboa há 37 anos, estudou e formou-se em Gestão, com Pós-Graduação em Gestão de Organizações Sem Fins Lucrativos. Contudo, a profissão exigiu-lhe que se radicasse em Cerva, no concelho de Ribeira de Pena, a mais de quatrocentos quilómetros da capital, exercendo funções nos Serviços Sociais da Santa Casa da Misericórdia de Cerva.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Associação de Coimbra promoveu Jornadas de etnografia e folclore&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;A AFERM-Associação de Etnografia e Folclore da Região do Mondego, com sede em Coimbra, levou a cabo mais uma edição das Jornadas de Etnografia e Folclore, uma iniciativa que vem promovendo desde há dezasseis anos, e que visa sensibilizar e ajudar os seus grupos associados para uma maior e mais criteriosa representatividade. Personalidades da cultura popular tradicional continuam a oferecer preciosas indicações sobre a matéria em causa, como deixam sensatas advertências sobre a sua representação pública.&lt;br /&gt;A Casa Municipal da Cultura, em Coimbra, recebeu nos dias 6 e 7 de Novembro os participantes da XVI edição das Jornadas de Etnografia e Folclore que a AFERM-Associação de Etnografia e Folclore da Região do Mondego, e que levou a efeito pelo décimo sexto ano consecutivo. A iniciativa procura oferecer ajuda aos grupos da vasta região do Mondego, filiados na AFERM, no sentido de valorizarem quanto possível a sua representatividade, consequência de uma cada vez maior exigência do público que assiste aos espectáculos participados pelos grupos de cariz tradicional – os grupos de folclore.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Editada a Filmografia completa de Michel Giacometti - Grupo da Região do Vouga reúne à mesa componentes e amigos&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela esteve na Suíça&lt;br /&gt;- Mau tempo prejudicou encerramento das Bodas de Ouro do Rancho da Correlhã&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de Castelo do Neiva na Eslovénia&lt;br /&gt;- Centenas de lendas de almas penadas, bruxas, lobisomens… Museu do Douro apresenta espólio do Património Imaterial&lt;br /&gt;- Passeio e almoço de convívio assinalaram aniversário do Etnográfico de Alfarelos&lt;br /&gt;- Rancho “Os Camponeses” de Arraiolos comemora as Bodas de Prata&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico da Relva actuou no Parlamento Europeu&lt;br /&gt;- Tarde de folclore em Bidoeira de Cima assinalou aniversário do Rancho “As Tecedeiras”&lt;br /&gt;- Noite de Folclore em Fráguas, Rio Maior&lt;br /&gt;- Festa da Adiafa em Benfica do Ribatejo&lt;br /&gt;- Santarém: ‘Modinhas de Antigamente’ reviveram-se nas Fontainhas&lt;br /&gt;- Rancho de Godim, Régua, comemorou 31º aniversário&lt;br /&gt;- Rancho da Ribeira de Santarém promove o canto tradicional do Ribatejo&lt;br /&gt;- Associação de Etnografia e do Folclore do Ribatejo reuniu em Assembleia Geral constituinte&lt;br /&gt;- Arrimal (Porto de Mós): Rancho Luz dos Candeeiros encerra época com jantar de convívio&lt;br /&gt;- Novas tradições populares classificadas como Património Imaterial da Humanidade. Espanha viu aprovado o Flamenco&lt;br /&gt; - Rancho Típico da Amorosa iniciou comemorações dos seus 75 anos&lt;br /&gt;- Costumes vinhateiros na Festa do Vinho e das Vindimas em Bucelas&lt;br /&gt;- Rancho Regional de Fafel em Itália&lt;br /&gt;- Lançado o Cancioneiro da Região de Leiria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;OPINIÃO:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Fado e fados, por Carlos Rego&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;SECÇÕES: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;strong&gt;ESFINGE &lt;/strong&gt; – A mulher de César , pelo Dr. Aurélio Lopes &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;strong&gt;TRADIÇÃO / INOVAÇÃO&lt;/strong&gt; – O andamento do diabo, pelo Eng.º Manuel Farias &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;strong&gt;PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;/strong&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alteração de morada&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Solicita-se contudo que toda a correspondência seja enviada &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;A S S I N E&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM ou &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa¨30,00 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-4046609669071287904?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/4046609669071287904/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=4046609669071287904' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4046609669071287904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4046609669071287904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/12/resumo-da-edicao-de-dezembro.html' title='RESUMO DA EDIÇÃO DE DEZEMBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-6510558430623141236</id><published>2010-11-15T02:21:00.000-08:00</published><updated>2010-11-15T02:35:25.766-08:00</updated><title type='text'>ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO DE DEZEMBRO</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE - Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518  2000–906 SANTARÉM – E-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalfolclore.blogspot.com/2008/09/bem-vindoa-ao-jornal-folclore-on-line.html"&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALTERAÇÃO MORADA  - Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte: Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém. Toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;N.º 178 (DEZEMBRO 2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO EDITORIAL&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;EDITORIAL&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Ossos partidos... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTA EDITORIAL &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- A agonia &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;DESTAQUES &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;- FIGURAÇÃO DA ARISTOCRACIA PODE SOAR A FALSO FOLCLORE. A representação da nobreza nas representações etnográficas&lt;br /&gt;- TOMAR É UMA EXCEPÇÃO À REGRA? Câmara de Tomar assina protocolo de cooperação com o Núcleo Técnico Regional da Federação&lt;br /&gt;- AS LÉGUAS DO FOLCLORE. Componente do Grupo Etnográfico de Danças e Cantares do Minho, de Lisboa, vive em Pedras Salgadas&lt;br /&gt;- Associação de Coimbra promoveu Jornadas de etnografia e folclore&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt; NOTÍCIAS  &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Grupo da Região do Vouga reúne à mesa componentes e amigos&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela esteve na Suíça&lt;br /&gt;- Mau tempo prejudicou encerramento das Bodas de Ouro do Rancho da Correlhã&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de Castelo do Neiva na Eslovénia&lt;br /&gt;- Tarde de folclore em Bidoeira de Cima assinalou aniversário do Rancho “As Tecedeiras”&lt;br /&gt;- Noite de Folclore em Fráguas, Rio Maior&lt;br /&gt;- Festa da Adiafa em Benfica do Ribatejo&lt;br /&gt;- Santarém: ‘Modinhas de Antigamente’ reviveram-se nas Fontainhas&lt;br /&gt;- Associação de Etnografia e do Folclore do Ribatejo reuniu em Assembleia Geral constituinte&lt;br /&gt;- Rancho Típico da Amorosa iniciou comemorações dos seus 75 anos&lt;br /&gt;- Costumes vinhateiros na Festa do Vinho e das Vindimas em Bucelas&lt;br /&gt;- Rancho Regional de Fafel em Itália&lt;br /&gt;- Lançado o Cancioneiro da Região de Leiria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;SECÇÕES:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ESFINGE  – , pelo Dr. Aurélio Lopes &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;TRADIÇÃO / INOVAÇÃO – , pelo Eng.º Manuel Farias &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;PORQUE NÃO TE CALAS?  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;FESTIVAIS. Festivais a realizar no mês de Dezembro &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;ALTERAÇÃO DE MORADA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte: Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.Solicita-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;A S S I N E&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM ou e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt; Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa¨30,00 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-6510558430623141236?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/6510558430623141236/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=6510558430623141236' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/6510558430623141236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/6510558430623141236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/11/alguns-titulos-da-edicao-de-dezembro.html' title='ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO DE DEZEMBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-8194306272391456306</id><published>2010-10-29T09:01:00.001-07:00</published><updated>2010-10-29T09:03:18.486-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE NOVEMBRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TMrwG-tIFKI/AAAAAAAAAP4/dL8Fev3wayU/s1600/F177_01.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533499094880228514" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TMrwG-tIFKI/AAAAAAAAAP4/dL8Fev3wayU/s320/F177_01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-8194306272391456306?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/8194306272391456306/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=8194306272391456306' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/8194306272391456306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/8194306272391456306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/10/capa-da-edicao-de-novembro.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE NOVEMBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TMrwG-tIFKI/AAAAAAAAAP4/dL8Fev3wayU/s72-c/F177_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-6352302364489594325</id><published>2010-10-29T08:54:00.000-07:00</published><updated>2010-10-29T09:01:00.285-07:00</updated><title type='text'>RESUMO DA EDIÇÃO DE NOVEMBRO</title><content type='html'>JORNAL FOLCLOREPraceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518  2000–906 SANTARÉM – E-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalfolclore.blogspot.com/2008/09/bem-vindoa-ao-jornal-folclore-on-line.html"&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/a&gt; ALTERAÇÃO MORADA  Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém N.º 177 (NOVEMBRO 2010)&lt;br /&gt;RESUMO DA EDIÇÃO&lt;br /&gt; EDITORIALDiferentes formas de ver a cultura&lt;br /&gt;Dirigentes de grupos de folclore que regressavam do estrangeiro com malas cheias de atenções e de muita simpatia, diziam-nos: “Encontramos no estrangeiro outras formas de ver o folclore; do público, da comunicação social, de altas individualidades e das próprias entidades oficiais, e muitas vezes chega-nos a emoção e o orgulho da representação, superiormente reconhecida”. E se mais revelações idênticas fossem necessárias, não seria difícil ter aqui uma imensa lista de desabafos análogos.&lt;br /&gt;A referência vem a talho de foice para, comparativamente, analisarmos o que se passa no nosso País em relação aos pontos focados pelos nossos interlocutores. Vejamos: a adesão de público aos comuns Festivais de folclore é esmagadoramente mais diminuta; a comunicação social capricha por um completo alheamento às realizações folclóricas; as altas individualidades primam por uma confrangedora falta de atenção, de cordialidade e solidariedade; as entidades oficiais mantêm de forma angustiante uma vã assistência e protecção às realizações da cultura tradicional.&lt;br /&gt;As lacunas fazem-se sentir em pequenas realizações. Mas o vazio das omissões tem especial efeito nos grandes eventos, muito em especial naqueles espectáculos que são engrandecidos com presenças internacionais. Decerto que a imagem que essas formações levam de Portugal não terá paralelo com aquilo que habitualmente são presenteados nas suas organizações, muito em especial relativamente à presença de entidades com obrigação institucional de compensar moralmente, quanto mais não seja, a entidade organizadora com a sua comparência.&lt;br /&gt;Quanto e como são diferentes as formas de ver e apoiar a cultura em cada pedaço do mundo!&lt;br /&gt;O Director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL Tocar na ferida dói...&lt;br /&gt;Tocar na ferida dói, naturalmente. Foi isso que aconteceu a um suposto folclorista que se contorceu com uma enorme dor – em todo o corpo que não só do cotovelo – quando leu o texto da Nota Editorial do edição de Outubro, “Folclore? Não!”. E a dor foi tamanha que o autor terá espumado baba e ranho depois de terminar a leitura do nosso comentário, concluindo que estava em causa a notaribilidade do pseudo grupo folclórico que dirige e participa. Quis fazer-se passar por incógnito e escondeu-se atrás do anonimato: “Deixo o meu comentário anónimo”, afirmou o ingénuo cibernauta, que se esqueceu das tecnologias da informática, que permitem identificar o remetente de um e-mail mesmo que anónimo. E num clik ficámos a saber da origem do e-mail e do nome versátil “folclorista” corneliano, activo elemento da Rusga pretensamente folclórica, dos lados de Ponte de Lima.&lt;br /&gt;Num arrazoado mal alinhavado – tão mal alinhavado quanto revela o seu conhecimento dos factos folclóricos e do seu papel de um verdadeiro folclorista – o limiano acha que “é uma pouca vergonha este tipo de mensagem”, adiantando que “para um director de jornal, que deve ser uma pessoa culta e muito estudada usa palavras inapropriadas e de baixo nível”. Ou “não percebe muito de folclore, ou talvez esteja com dor de cotovelo”. Realmente será de ter inveja da obra criada...&lt;br /&gt;O pseudo folclorista termina com um desabafo que atesta a veracidade da denúncia da inadequada formação “folclórica” que passou pelo palco do Festival de Santarém: “Talvez estivesse stressado por não ver as pernas”... Elementar!&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt; DESTAQUES PRAIA DA VITÓRIA RECEBEU CONGRESSO NACIONAL DE FOLCLORE&lt;br /&gt;A Federação do Folclore Português realizou nos primeiros dias de Outubro um Congresso Nacional na Ilha Terceira (Açores). A assembleia de folcloristas foi participada por cerca de centena e meia de congressistas do Continente, que se juntaram a pouco mais de uma dúzia de folcloristas das Ilhas dos Açores e da Madeira, e ainda de duas representações Lusas em França e no Canadá. Os trabalhos levados à discussão e reflexão, abordaram a problemática do folclore, não só Insular como Continental. Fernando Ferreira, presidente da Federação, apelou à unidade colectiva de esforços no sentido de em conjunto se salvaguardar o património imaterial – o folclore.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RANCHO DE MONCARAPACHO INAUGUROU NOVA SEDE&lt;br /&gt;O Rancho Folclórico de Moncarapacho acaba de se instalar num bonito e funcional edifício, cedido pela Câmara Municipal de Olhão. Uma antiga construção, que foi durante muitas décadas a estrutura escolar da freguesia, transformou-se num vistoso e funcional espaço, graças a um protocolo de cedência estabelecido entre a autarquia e o grupo. Não sendo uma cedência vitalícia, a transferência do património está fixada num período de tempo alargado – cinquenta anos.&lt;br /&gt;Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BODAS DE PRATA PARA O RANCHO DA SENHORA DO MONTE DE PEDROSO&lt;br /&gt;O Rancho Folclórico Nossa Senhora do Monte de Pedroso (Vila Nova de Gaia) comemorou de forma festiva as suas Bodas de Prata, que decorreram nos dias 8,9 e 10 de Outubro. Na cerimónia evocativa do aniversário, assistida por muito público, estiveram presentes entidades autárquicas e representantes de várias instituições, como outras individualidades. O percurso de uma prestigiada actividade ao longo de vinte e cinco anos, mereceu destaque generalizado de quantos foram solicitados a deixar o testemunho público do seu apreço pelo honroso desempenho do projecto cultural e social do lugar da Senhora do Monte de Pedroso.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALHANDRA ENCONTROU-SE COM TRADIÇÕES DO RIBATEJO E OESTE&lt;br /&gt;Promovido pela Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa, teve lugar no dia 17 de Outubro, em Alhandra (Vila Franca de Xira), um Encontro de Tradições, que decorreu no Auditório da Sociedade Euterpe Alhandrense. A iniciativa, na sua IV edição, contou com a participação de uma dezena de grupos associados e mereceu a presença de algumas entidades, como a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, representada por dois vereadores, e a Federação do Folclore português, representada pelos elementos do Conselho Técnico Regional do Ribatejo.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS&lt;br /&gt;- RTP prepara concurso de folclore. O que virá aí?&lt;br /&gt;- Federação prepara novo Congresso Nacional&lt;br /&gt;- Comissão exige a publicação das actas e comunicações do último Congresso de Folclore do Ribatejo&lt;br /&gt;- “Homo Taganus” – Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e Folclore do Ribatejo em Assembleia-geral constituinte no dia 7 de Novembro&lt;br /&gt;- Famalicão: Feira rural em Joane promoveu gastronomia regional&lt;br /&gt;- Gondomar: Rancho de Zebreiros esteve na Feira das Tasquinhas&lt;br /&gt;- Festa das vindimas na Régua preserva tradições&lt;br /&gt;- Arraial Minhoto em Benfica (Lisboa)&lt;br /&gt;- Rancho "Os Camponeses" de Santana do Mato em Murcia&lt;br /&gt;- Rancho de Borbela finalista do Concurso de Etnografia da Fundação INATEL&lt;br /&gt;- Adufeiras de Monsanto apresentaram colectânea de canções populares&lt;br /&gt;- Folclore de Mortágua contagia região de Múrcia&lt;br /&gt;- Grupo Danças e Cantares de Carreço na Ucrânia&lt;br /&gt;- Grupo Cultural Semente, de Anta (Espinho), em França&lt;br /&gt;- Rancho Regional do Sorraia (Coruche) na Polónia&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico do Bairro de Santarém nas Astúrias&lt;br /&gt;- Lisboa vibrou com o XI Festival de Folclore do Grupo de Danças e Cantares Besclore&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico de Dem festejou o seu sexagésimo aniversário&lt;br /&gt;- Rancho da Casa do Minho promoveu uma romaria minhota nos Jardins de Belém&lt;br /&gt;- Rancho “As Lavadeiras do Sabugo” festejaram aniversário com festa de folclore&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de Crastovães levou Festival ao conforto do seu espaço social&lt;br /&gt;- Festival do Grupo “Os Pioneiros” de Vendas Novas com casa cheia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OPINIÃO- Grupos de Folclore são garante de cultura e democracia&lt;br /&gt;Por: Mário Nunes&lt;br /&gt;- Diversificar as maneiras de apresentar o folclore com “mostras temáticas”&lt;br /&gt;Dr. Luís Nazaré&lt;br /&gt;SECÇÕES: ESFINGE  Pelo Dr. Aurélio Lopes TRADIÇÃO / INOVAÇÃO Pelo Eng.º Manuel Farias * PORQUE NÃO TE CALAS?  FESTIVAISFestivais a realizar no mês de Novembro Alteração moradaInformamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte: Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém   A S S I N ESubscreva a assinatura enviando o pedido aoApartado 518 – 2000-906 SANTARÉM ou e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa¨30,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-6352302364489594325?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/6352302364489594325/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=6352302364489594325' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/6352302364489594325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/6352302364489594325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/10/resumo-da-edicao-de-novembro.html' title='RESUMO DA EDIÇÃO DE NOVEMBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-842629091430872583</id><published>2010-10-15T01:28:00.000-07:00</published><updated>2010-10-15T01:37:42.578-07:00</updated><title type='text'>ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO DE NOVEMBRO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;JORNAL FOLCLORE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518  2000–906 SANTARÉM – E-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalfolclore.blogspot.com/2008/09/bem-vindoa-ao-jornal-folclore-on-line.html"&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;ALTERAÇÃO MORADA  &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém N.º 177 (NOVEMBRO 2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;N.º 177 (NOVEMBRO 2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO&lt;/div&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;EDITORIAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Diferentes formas de ver a cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTA EDITORIAL &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Tocar na ferida dói...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt; DESTAQUES &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Praia da Vitória recebeu Congresso Nacional de Folclore&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Rancho de Moncarapacho inaugurou nova sede&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bodas de Prata para o Rancho da Senhora do Monte de Pedroso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTÍCIAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Alhandra encontrou-se com tradições do Ribatejo e Oeste ,&lt;br /&gt;- Uma comissão exige a publicação das actas e comunicações do último Congresso de Folclore do Ribatejo&lt;br /&gt;- Folclore de Mortágua contagia região de Múrcia&lt;br /&gt;- Grupo Danças e Cantares de Carreço na Ucrânia&lt;br /&gt;- Grupo Cultural Semente, de Anta (Espinho), em França&lt;br /&gt;- Rancho Regional do Sorraia (Coruche) na Polónia&lt;br /&gt;- Lisboa vibrou com o XI Festival de Folclore do Grupo de Danças e Cantares Besclore&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico de Dem festejou o seu sexagésimo aniversário&lt;br /&gt;- Rancho da Casa do Minho promoveu uma romaria minhota nos Jardins de Belém&lt;br /&gt;- Rancho “As Lavadeiras do Sabugo” festejaram aniversário com festa de folclore&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de Crastovães levou Festival ao conforto do seu espaço social&lt;br /&gt;- Festival do Grupo “Os Pioneiros” de Vendas Novas com casa cheia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;SECÇÕES: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESFINGE  Pelo Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;TRADIÇÃO / INOVAÇÃO Pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;PORQUE NÃO TE CALAS? &lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;Festivais a realizar no mês de Novembro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;ALTERAÇÃO DE MORADA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém. Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;A S S I N E&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM&lt;br /&gt;ou e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa¨30,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-842629091430872583?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/842629091430872583/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=842629091430872583' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/842629091430872583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/842629091430872583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/10/alguns-titulos-da-edicao-de-novembro.html' title='ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO DE NOVEMBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-7364476631134412931</id><published>2010-09-29T02:55:00.000-07:00</published><updated>2010-09-29T02:57:21.113-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE OUTUBRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TKMNcxhfgdI/AAAAAAAAAPk/Q2KgTCfI8LI/s1600/F176_01.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522272356067672530" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TKMNcxhfgdI/AAAAAAAAAPk/Q2KgTCfI8LI/s320/F176_01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-7364476631134412931?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/7364476631134412931/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=7364476631134412931' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/7364476631134412931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/7364476631134412931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/09/capa-da-edicao-de-outubro.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE OUTUBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TKMNcxhfgdI/AAAAAAAAAPk/Q2KgTCfI8LI/s72-c/F176_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-6984797480772757284</id><published>2010-09-29T02:46:00.000-07:00</published><updated>2010-09-29T02:55:15.776-07:00</updated><title type='text'>TITULOS DA EDIÇÃO DE OUTUBRO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;JORNAL FOLCLORE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 SantarémApartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalfolclore.blogspot.com/2008/09/bem-vindoa-ao-jornal-folclore-on-line.html"&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALTERAÇÃO MORADA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.&lt;br /&gt;Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;N.º 176 (OUTUBRO 2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TÍTULOS DA EDIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A “Universidade”&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Perante o anúncio da formação de uma Escola de Folclore em determinada cidade do Ribatejo, um “ilustre” autarca de uma das freguesias do respectivo concelho logo ripostou: “Se eles têm uma Escola, nós temos uma Universidade!”. Cabecinha pensadora, a do expedito e sapiente edil. Quereria ele dizer que a formação “folclórica” infantil da sua freguesia superava em muito a “escolinha” da cidade-sede do concelho.&lt;br /&gt;Entendido que deve ser em matéria de representação tradicional, o cioso autarca apressou-se a pôr os pontos nos is, e vá de atirar lenha para a fogueira, ao ponto de incendiar as hostes citadinas. Ciente dos seus conhecimentos profundos dos actos folclóricos, o eleito quis defender a sua “dama”, qual acção eleitoral. Escorregou contudo, na lama da sua “universidade” – e da sua própria ignorância. É que, no seu burgo o que existe é um grupinho de crianças adestradas no rodopio de umas danças, supostamente tradicionais, e vestidas uniformemente com umas roupinhas de adultos à medida das suas idades. Actua com a designação de “rancho folclórico infantil”.&lt;br /&gt;Ao que consta, a representação etnográfica e folclórica da novel formação citadina contrasta com a formação do lugar do inflamado autarca, e ao que parece prima pela sensatez na escolha das fatiotas acriançadas, como na realidade os meninos e meninas de outros tempos vestiam. Com justeza, a denominam de “Escola Infantil de Folclore”.&lt;br /&gt;A campanha eleitoral ainda vem longe para tão exaltadas observações, ainda por cima infectadas de perfeitas imbecilidades.&lt;br /&gt;Quem te manda sapateiro professorar na universidade do povo...&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa, director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA EDITORIAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Folclore? Não!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A afirmação impõe-se perante o chorrilho de disparates que passaram numa das sessões do Festival Internacional de Folclore ‘Celestino Graça’, em Santarém, protagonizados por uma formação, dita folclórica, chegada dos lados de Ponte de Lima, anunciada como “Rusga”. Teria passado efectivamente pelo admirável espaço do Festival o folclore da bonita região alto minhota? Não, com certeza! O palco do certame foi, por alguns minutos, campo de uma arrepiante cavalgada, mesmo com laivos de alguma ferocidade, tal o ímpeto com que a veloz equipa “folclórica” correu, pulou, sapateou e rodopiou – “parecendo perseguidos por todos os demos do inferno”, como diz Aurélio Lopes na página 2 desta edição – e anunciando que estariam a dançar modas do seu folclore. Ficámos constrangidos, pensando nos coitados dos avoengos da região, se na realidade teriam passado momentos tão tortuosos para se regalarem com o voltear de um bonito Vira ou na marcação regalada de uma Chula. Esta, picada ou não, decerto que seria muito mais harmoniosa e proporcionada à característica recreativa que estava associada à diversão.&lt;br /&gt;Mas o despropósito da representação (?) alto minhota passa ainda por uma sessão de completo erotismo, com as ágeis bailadoras em descarados jeitos de levantar as saias até ao cós, não se inibindo de uma natural candura. O recato das gentes de ontem, passou hoje a alguma libertinagem no que respeita aos costumes, no desempenho de certos grupos auto denominados de folclóricos.&lt;br /&gt;Assiste-se a uma desavergonhada e atrevida reprodução das sensuais coreografias que nos chegam do estrangeiro – quais macaquinhos de imitação – trazidas por companhias de dança, preparadas para galvanizar as plateias, numa ousadia sem limites e contra os mais básicos princípios de retratação cultural popular.&lt;br /&gt;Por cá, vão-se regalando os olhos masculinos mais impudicos e lascivos, perante a devassa do pudor feminino.&lt;br /&gt;Por estas e por outras, o folclore nacional continua pelas ruas da amargura, descredibilizado e sem notoriedade.&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE CIDADE DE FARO. O PULSAR DE CULTURAS DO MUNDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Formações folclóricas representativas de sete países – Martinica, Malta, Turquia, França, Letónia, Cuba e Portugal – espalharam pelo sotavento algarvio vida e cor, através da música, dos trajes e das danças de um folclore tão autêntico como exótico. O Festival Internacional de Folclore Cidade de Faro – Folkfaro – mostrou o “pulsar de culturas do mundo” – o tema da edição deste ano – num apelo à paz e à tolerância entre povos. Através do folclore, trezentos embaixadores culturais espalharam neste recanto da Europa a mensagem da concórdia e da união, promovendo a amizade e semeando afectos. Milhares aplaudiram e aclamaram os mensageiros. A organização foi do Grupo Folclórico de Faro.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Textos e fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;Fantástico, é o adjectivo com que nos atrevemos a rotular mais uma edição do Folkfaro- Festival Internacional de Folclore Cidade de Faro, que decorreu entre 21 e 29 de Agosto na cidade capital do Algarve e noutras cidades e vilas da região do sotavento algarvio. A responsabilidade da organização do evento é do Grupo Folclórico de Faro.&lt;br /&gt;O Festival cumpriu um vasto programa, especialmente delineado para a edição deste ano. A cultura tradicional de sete países de três Continentes, naturalmente tão distintas entre si, mostrou-se durante nove dias em sessões regulares, com um programa desdobrado em múltiplas actividades. Os protagonistas empenharam-se na promoção da paz e da tolerância, um dos desígnios consagrados pelo Festival.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- SEMANA EUROPEIA DE FOLCLORE. UMA SEMANA DE FOLCLORE NO JARDIM MUNICIPAL DO FUNCHAL&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova, Funchal, concluiu mais uma edição do Festival “Semana Europeia de Folclore”, a sétima da iniciativa criada em 2003. Entre 29 de Agosto e 3 de Setembro o Auditório do Jardim Municipal do Funchal recebeu o folclore da Rússia, Itália, Venezuela, Portugal Continental e Madeira. Uma vez mais a lotação do recinto foi escassa para receber tão elevado número de espectadores, em grande parte estrangeiros. A organização recebeu rasgados encómios pelo sequente êxito da iniciativa.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Texto e fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;Os sons e os tons do folclore da América do Sul, do Leste e da Europa animaram durante uma semana o atractivo espaço de espectáculos do aprazível Jardim Municipal do Funchal. O Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova concluiu mais uma edição do Festival “Semana Europeia de Folclore”, uma iniciativa criada há sete anos, com êxito crescente. O evento acaba integrado nas Festas do Vinho, que na altura decorrem no Funchal, em estreita colaboração com a Secretaria Regional do Turismo e Transportes, promotora do certame que teve realização nos dias sequentes à Semana Europeia de Folclore.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- FESTIVAL INTERNACIONAL DE PONTA DO SOL. FOLCLORE DANÇOU-SE NO MAIS BONITO JARDIM DA MADEIRA&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tão bela quanto admirável foi uma vez mais a realização do Festival Internacional de Folclore de Ponta do Sol, na Madeira. São estes os adjectivos certos para definir o que os olhos contemplaram, ao olhar o palco do Festival. A arte e o bom gosto aliaram-se outra vez, tornando único o cenário de mil cores, que matizaram também o folclore, também ele transmudado em pétalas de uma incomum policromia. Os responsáveis pela preparação do evento – dos organizadores aos patrocinadores – receberam uma avalanche de elogios.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;O Grupo de Folclore de Ponta do Sol acautelou de forma desvelada o espaço do seu Festival, que decorreu no dia 28 de Setembro com alta distinção. Todas as atenções se voltaram para o incomum espaço que recebeu o folclore, oferecido pelos grupos convidados, que se exibiram por entre a policromia de deslumbrantes arranjos florais, criados pela arte e bom gosto de João Egídio, já um veterano no alindamento do palco.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- FESTIVAL INTERNACIONAL ‘CELESTINO GRAÇA’&lt;br /&gt;O FOLCLORE DA EUROPA NO PALCO DE SANTARÉM&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Depois de ter assinalado o ano passado as suas Bodas de Ouro, o Festival Internacional de Folclore ‘Celestino Graça’ acaba de concluir a sua 51.ª edição. Cinco países estrangeiros – Eslováquia, França, Macedónia, Polónia e Ucrânia - e Portugal completaram as quatro sessões programadas, que se pautaram pelo sucesso, aferido por consideráveis assistências de um público interessado. O Festival que tem a supervisão do CIOFF, organismo internacional que vigia a organização de Festivais de Folclore em todo o mundo, tem a organização do Grupo Académico de Danças Ribatejanas, de Santarém.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Texto e fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;Entre 2 e 5 de Setembro decorreu em Santarém a 51.ª edição do Festival Internacional de Folclore ‘Celestino Graça’, que contou com a participação de cinco representações internacionais e sete representações nacionais. O público mais uma vez não se alheou do acontecimento e esteve presente em considerável número em todas as sessões do Festival.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- VIANA DO CASTELO: FOLCLORE DE SETE PAÍSES NO FESTIVAL DO ALTO MINHO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;À riqueza e diversidade culturais, este certame acrescentou aprendizagem. Portugal, Cuba, Irlanda do Norte, México, Peru, Quénia e Turquia foram os países representados na 14ª edição do Festival de Folclore Internacional Alto Minho, que decorreu de 30 de Agosto a 6 de Setembro. No total, o certame reuniu 13 grupos, 6 estrangeiros e 7 de Viana do Castelo, compostos por cerca de quinhentos músicos e bailarinos.&lt;br /&gt;O Festival incluiu quatro “Grandes Galas”, que decorreram na Praça da República, em Viana do Castelo, e noites de folclore em Paredes de Coura, Valença, Vila Nova de Cerveira e Vila Praia de Âncora.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;NOTÍCIAS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- FOLCLORE PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO&lt;br /&gt;Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha na Polónia&lt;br /&gt;- MADEIRA: ENCONTRO DE FOLCLORE DO PORTO SANTO TEVE PARTICIPAÇÃO CONTINENTAL&lt;br /&gt;- Festival do Rancho de Zebreiros homenageou falecido director&lt;br /&gt;- Lisboa: Rancho da Ribeira de Celavisa ofereceu tarde de folclore junto ao Panteão Nacional&lt;br /&gt;- Festa de Folclore na Bemposta&lt;br /&gt;- Coruche: Rancho de Vila Nova da Erra organizou Festival de qualidade&lt;br /&gt;- Porto de Mós: Festival Internacional de Folclore no Arrimal&lt;br /&gt;- Rancho Regional dos Foros de Salvaterra de Magos fez Festival&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico de Fonte Boa realizou Festival&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico de Baião esteve na Madeira&lt;br /&gt;- Mercado da República em Tomar&lt;br /&gt;- Festival Internacional da Cidade do Porto cumpriu a XXX edição&lt;br /&gt;- Águeda. Macieira viveu folclore nativo&lt;br /&gt;- Etnográfico da Gafanha da Nazaré cumpre o cerimonial da procissão na Ria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;SECÇÕES:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESFINGE&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;– Rótulos e etiquetas, pelo Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRADIÇÃO / INOVAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;– O contexto (ainda), pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;strong&gt;PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Festivais a realizar no mês de Outubro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alteração morada&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.&lt;br /&gt;Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM&lt;br /&gt;ou e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa¨30,00 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-6984797480772757284?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/6984797480772757284/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=6984797480772757284' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/6984797480772757284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/6984797480772757284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/09/titulos-da-edicao-de-outubro.html' title='TITULOS DA EDIÇÃO DE OUTUBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-590686406197360565</id><published>2010-09-14T07:38:00.000-07:00</published><updated>2010-09-14T07:39:18.235-07:00</updated><title type='text'>ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO DE OUTUBRO</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 SantarémApartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalfolclore.blogspot.com/2008/09/bem-vindoa-ao-jornal-folclore-on-line.html"&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALTERAÇÃO MORADA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.&lt;br /&gt;Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.º 176 (OUTUBRO 2010)&lt;br /&gt;ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “UNIVERSIDADE”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLCLORE? NÃO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE CIDADE DE FARO. O PULSAR DE CULTURAS DO MUNDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- SEMANA EUROPEIA DE FOLCLORE. UMA SEMANA DE FOLCLORE NO JARDIM MUNICIPAL DO FUNCHAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FESTIVAL INTERNACIONAL DE PONTA DO SOL. FOLCLORE DANÇOU-SE NO MAIS BONITO JARDIM DA MADEIRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FESTIVAL INTERNACIONAL ‘CELESTINO GRAÇA’&lt;br /&gt;O FOLCLORE DA EUROPA NO PALCO DE SANTARÉM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- VIANA DO CASTELO: FOLCLORE DE SETE PAÍSES NO FESTIVAL DO ALTO MINHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FOLCLORE PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO&lt;br /&gt;Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha na Polónia&lt;br /&gt;Grupo Cultural Semente em França&lt;br /&gt;- MADEIRA: ENCONTRO DE FOLCLORE DO PORTO SANTO TEVE A PARTICIPAÇÃO DE FOLCLORE CONTINENTAL&lt;br /&gt;- Festival do Rancho de Zebreiros homenageou falecido director&lt;br /&gt;- Lisboa: Rancho da Ribeira de Celavisa ofereceu tarde de folclore junto ao Panteão Nacional&lt;br /&gt;- Festa de Folclore na Bemposta&lt;br /&gt;- Coruche: Rancho de Vila Nova da Erra organizou Festival de qualidade&lt;br /&gt;- Porto de Mós: Festival Internacional de Folclore no Arrimal&lt;br /&gt;- Rancho Regional dos Foros de Salvaterra de Magos fez Festival&lt;br /&gt;- Festival da secção Infantil do Rancho Ceifeiras e Campinos de Azambuja&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico de Fonte Boa realizou Festival&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico de Baião esteve na Madeira&lt;br /&gt;- Mercado da República em Tomar&lt;br /&gt;- Festival Internacional da Cidade do Porto cumpriu a XXX edição&lt;br /&gt;- Criada na Califórnia uma Associação de grupos folclóricos lusos&lt;br /&gt;- Águeda. Macieira viveu folclore nativo&lt;br /&gt;- Etnográfico da Gafanha da Nazaré cumpre o cerimonial da procissão na Ria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esfinge  – Pelo Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tradição / Inovação – Pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;Festivais a realizar no mês de Outubro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alteração morada&lt;br /&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.&lt;br /&gt;Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM&lt;br /&gt;ou e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa¨30,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-590686406197360565?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/590686406197360565/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=590686406197360565' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/590686406197360565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/590686406197360565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/09/alguns-titulos-da-edicao-de-outubro.html' title='ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO DE OUTUBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-1993809122445950362</id><published>2010-09-07T01:26:00.000-07:00</published><updated>2010-09-07T01:28:20.288-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE SETEMBRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TIX3mjfdkXI/AAAAAAAAAPY/EfVPmeM-ysg/s1600/F175_01.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; 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A finalidade é melhorar – ainda mais – a impressão fotográfica. Trata-se de uma melhoria que acarreta naturalmente um maior encargo financeiro na produção do Jornal, mas será uma forma de correspondermos às melhores expectativas dos nossos fiéis assinantes e leitores em geral. Aliamos assim o melhor trabalho redactorial a uma superior qualidade gráfica.&lt;br /&gt;ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- PLÁGIOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- OS ENGANOS DAS FORMAÇÕES “INTERNACIONAIS”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Festival Internacional de Folclore nas Terras da Feira&lt;br /&gt;‘Danças do Mundo’. Festival invadiu as Terras da Feira&lt;br /&gt;- Ilha Terceira: FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DOS AÇORES. Milhares rendidos ao maior espectáculo Insular&lt;br /&gt;- Sabores serranos e sons tradicionais da Serra do Caldeirão em Festival Cortelha revive a tradição e promove a cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Óscar Mundial do Folclore distingue duas folcloristas de Portugal. Cerimónia terá lugar em Itália&lt;br /&gt;- Federação reúne em Congresso nos Açores&lt;br /&gt;- Relva (S. Miguel). A chuva não prejudicou a Mostra Folclórica do Atlântico&lt;br /&gt;- Rancho de S. Miguel do Milharado festejou o 34.º com Festival de Folclore&lt;br /&gt;- ÊXITO DO FOLCLORE PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO&lt;br /&gt;Rancho das Lavradeiras da Trofa nas Astúrias&lt;br /&gt;Associação Etnográfica Os Serranos nas Baleares&lt;br /&gt;Etnográfico Danças e Cantares do Minho na Turquia&lt;br /&gt;Rancho da Fajarda na Bulgária&lt;br /&gt;Rancho Folclórico S. Tiago de Silvalde na Alemanha&lt;br /&gt;Lavradeiras da Meadela obtiveram assinalável êxito no Canadá&lt;br /&gt;Etnográfico de Areosa viu premiado na Polónia o Folclore de Viana do Castelo&lt;br /&gt;- Fundação INATEL promoveu cursos de formação musical&lt;br /&gt;- Coruche: Festival das Festas do Castelo ao toque da bailinho da Madeira e do salero de Múrcia&lt;br /&gt;- Alcanhões: Festival de folclore animou a Feira de Santa Marta&lt;br /&gt;- Reguengo da Parada assistiu a mais um bom Festival de Folclore&lt;br /&gt;- Festival Internacional de Moncarapacho foi ponto alto da Feira de artesanato&lt;br /&gt;- Rancho da Ribeira de Santarém assinalou as Bodas de Prata do seu Festival&lt;br /&gt;- Grupo italiano falha compromisso no Festival de Landeira e instala-se em Penafiel&lt;br /&gt;- Tendais recebe Encontro de Tocadores de Concertina e Cantadores ao Desafio&lt;br /&gt;- Grupo de Figueiredo, Braga, fez reviver tradições em Feira Rural&lt;br /&gt;- Grupo da Boa Nova (Funchal) no Canadá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esfinge  – Pelo Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;AMIGOS DO PEITO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tradição / Inovação – Pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;HARMONIA, UM VALOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS A REALIZAR EM SETEMBRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alteração morada&lt;br /&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.&lt;br /&gt;Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM&lt;br /&gt;ou e-mail: &lt;a href="mailto:jornalfolclore@gmail.com"&gt;jornalfolclore@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa¨30,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-2479629613559870515?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/2479629613559870515/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=2479629613559870515' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/2479629613559870515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/2479629613559870515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/09/titulos-da-edicao-de-setembro.html' title='TITULOS DA EDIÇÃO DE SETEMBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-3788506151340727200</id><published>2010-08-24T05:42:00.000-07:00</published><updated>2010-08-24T05:43:45.922-07:00</updated><title type='text'>LINKS</title><content type='html'>Aceda a outros sites&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ffp.pt/"&gt;http://www.ffp.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://folclore-online.com/"&gt;http://folclore-online.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://gatafunhosmeus.blogspot.com/"&gt;http://gatafunhosmeus.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-3788506151340727200?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/3788506151340727200/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=3788506151340727200' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3788506151340727200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3788506151340727200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/08/links_24.html' title='LINKS'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-3532879230779917999</id><published>2010-08-24T05:29:00.001-07:00</published><updated>2010-08-24T05:29:58.643-07:00</updated><title type='text'>SEMPRE A MELHORAR</title><content type='html'>A partir da edição de Setembro, o Jornal Folclore passa a ser impresso em papel couché brilhante. A finalidade é melhorar – ainda mais – a impressão fotográfica. Trata-se de uma melhoria que acarreta naturalmente um maior encargo financeiro na produção do Jornal, mas será uma forma de correspondermos às melhores expectativas dos nossos fiéis assinantes e leitores em geral. Aliamos assim o melhor trabalho redactorial a uma superior qualidade gráfica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-3532879230779917999?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/3532879230779917999/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=3532879230779917999' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3532879230779917999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3532879230779917999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/08/sempre-melhorar.html' title='SEMPRE A MELHORAR'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-9061860232601946900</id><published>2010-07-18T10:05:00.000-07:00</published><updated>2010-07-18T10:06:33.185-07:00</updated><title type='text'>ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO DE AGOSTO</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALTERAÇÃO MORADA&lt;br /&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.&lt;br /&gt;A correspondência deve ser enviada preferencialmente &lt;br /&gt;ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.º 174 (AGOSTO 2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;Povo “letrado”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;Poetas e trovadores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Danças do Mundo nas águas do Rio Águeda &lt;br /&gt;- Tradições de povos do mundo passearam-se por Penacova&lt;br /&gt;- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Óscar Mundial do Folclore para Luciana Aguiar&lt;br /&gt;- A infância de outros tempos deu o mote ao Festival de Glória do Ribatejo&lt;br /&gt;- Rancho “As Cerejeiras de Fetais” comemorou aniversário com festa de folclore&lt;br /&gt;- Festival do Rancho de Nossa Senhora do Monte Pedroso em ano das Bodas de Prata &lt;br /&gt;- Rancho de Vila Nova do Coito levou tradições ao Convento&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de Faro na Carolina do Norte&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico e Etnográfico de Mogadouro em Praga …&lt;br /&gt;- … e o Rancho de Torredeita em França&lt;br /&gt;- Associação Grupo dos Amigos de Loulé foi declarada ‘Pessoa Colectiva de Utilidade Pública’&lt;br /&gt;- Grupo da Universidade de Coimbra comemorou o 25.º aniversário e lançou CD&lt;br /&gt;- Rancho de Cela Velha, Alcobaça, organizou mostra da gastronomia regional&lt;br /&gt;- Feira Rural em Paranhos&lt;br /&gt;- Festival do Rancho de Santa Maria da Reguenga animou o centro cívico de Santo Tirso&lt;br /&gt;- Festi’Batalha: mostra e venda de produtos regionais animada com folclore&lt;br /&gt;- Rancho de Várzea Fresca procura impor-se no folclore do Ribatejo &lt;br /&gt;- As edições do Jornal Folclore guardam-se encadernadas para memória futura&lt;br /&gt;- Festival Nacional de Folclore em Rio Frio foi um êxito.&lt;br /&gt;- ‘Povo que Lavas no Rio Águeda’ com ténue imersão nas raízes&lt;br /&gt;- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;- Folclore e Etnografia encantam turistas e população &lt;br /&gt;                                                             Por: Dr. Mário Nunes &lt;br /&gt;- CRONICA DURIO-BEIROA&lt;br /&gt;As Segadas de antigamente&lt;br /&gt;Por: Jorge Oliveira Pinto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esfinge  – Pelo Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tradição / Inovação – Pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTAS AO DIRECTOR &lt;br /&gt;- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS&lt;br /&gt;Relembrar a edição N.º 17&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alteração morada&lt;br /&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.&lt;br /&gt;A correspondência deve enviada preferencialmente &lt;br /&gt;ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa¨30,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-9061860232601946900?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/9061860232601946900/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=9061860232601946900' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/9061860232601946900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/9061860232601946900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/07/alguns-titulos-da-edicao-de-agosto.html' title='ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO DE AGOSTO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-1612149149515839399</id><published>2010-07-01T02:46:00.000-07:00</published><updated>2010-07-01T02:49:11.757-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE JULHO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TCxkcXloe2I/AAAAAAAAAOI/RdguyJU4Fb8/s1600/F173_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TCxkcXloe2I/AAAAAAAAAOI/RdguyJU4Fb8/s320/F173_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5488872484388764514" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-1612149149515839399?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/1612149149515839399/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=1612149149515839399' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1612149149515839399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1612149149515839399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/07/capa-da-edicao-de-julho.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE JULHO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TCxkcXloe2I/AAAAAAAAAOI/RdguyJU4Fb8/s72-c/F173_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-9178870064515544369</id><published>2010-07-01T02:45:00.000-07:00</published><updated>2010-07-01T02:46:36.580-07:00</updated><title type='text'>TITULOS DA EDIÇÃO DE JULHO</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém&lt;br /&gt;Apartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALTERAÇÃO MORADA&lt;br /&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.&lt;br /&gt;Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.º 173 (JULHO 2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TÍTULOS DA EDIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagens proibidas&lt;br /&gt;Casos há que por uma questão de logística, o folclore é apresentado em salas onde as regras – vá lá saber-se porquê – estabelecem a proibição da captação de imagens. Logo o repórter fica impossibilitado de registar fotograficamente o evento e mostrá-lo com imagens que, em muitos casos, as palavras escritas não podem dizer. Somos pela teoria de que “uma fotografia vale por mil palavras”. Um dos casos mais recentes passou-se no Teatro Municipal Sá de Miranda, em Viana do Castelo, quando na mítica sala decorreu um inédito espectáculo comemorativo das Bodas de Platina – 75 anos – do Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela. Quem teve o privilégio de assistir, deleitou-se com a beleza da representação, mas ao comum cidadão foi impedido de “ver” nos órgãos de comunicação social os “retratos” de tão relevante espectáculo. Este é um caso entre muitos. Outrossim, o Grupo Folclórico aniversariante, ao assinalar tão simbólica data, ficou igualmente impossibilitado de ajuntar ao seu repositório um pedaço importante da sua própria história, que ficaria documentada e enriquecida com mais um recheado álbum de imagens, que pela vida fora recordariam, e arrolavam ao arquivo já vasto e rico do prestigiado grupo, o simbolismo data. &lt;br /&gt;Coisas que as malhas da burocracia tecem.&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa, director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medalhas, diplomas… e afins&lt;br /&gt;O Dr. Aurélio Lopes, colaborador e membro da Cooperativa Editora do Jornal Folclore, entendeu “desaprovar” numa crónica que fez publicar num jornal regional de Santarém, as distinções atribuídas a folcloristas – dirigentes, componentes e outros cooperantes – que viram reconhecida a sua dedicação ao movimento folclórico, quer no que respeita à prática do folclore, quer no que concerne ao seu dirigismo. O reconhecimento é normalmente dado ao mérito pelo trabalho desenvolvido em favor da causa da cultura   popular e do folclore. O antropólogo entende que é injustificado o reconhecimento ao empenho e a um continuado apego à vertente cultural popular – o folclore – um compromisso moral que obriga quase sempre a uma hipoteca da própria vida familiar. O reconhecimento é certificado, tão só, por um simples papel passado (um diploma) ou uma medalha, aferindo uma continuada presença, ao longo de vários anos, quer envergando um traje, ou, por outra qualquer forma, cooperando na defesa e divulgação dos valores culturais tradicionais.&lt;br /&gt;Citando o colunista: “(…) São as inúmeras homenagens que os grupos folclóricos desenvolvem em si e entre si através de uma rede de atribuição de medalhas, diplomas, certificados, salvas, placas, taças, etc., a pretexto das mais variadas razões. Por terem sido fundadores. Ou por terem cinco anos de associados. Ou dez. Ou vinte. Ou vinte e cinco. (…) A prosaica formação leva depois a inventar pretensiosas atribuições, à semelhança do macarrónico “Óscar do Folclore”, ou, como já não bastasse, o recente “Grande Colar da Ordem de Mérito!”. &lt;br /&gt;(…)&lt;br /&gt;Estamos em crer que não será pelo supradito reconhecimento que virá “mal” ao folclore”! Não somos apologistas de injustificadas e corriqueiras distinções que, sem motivo aparente e algum fundamento, são alardeadas pessoas com incontáveis homenagens. Mas entendemos que é gratificante para quem, durante tantos anos da sua vida, manifesta de forma desinteressada e graciosa uma completa paixão pela preservação das suas tradições populares, envergando um traje ou dirigindo a associação, receba merecidamente o reconhecimento pela sua continuada e apaixonada colaboração à formação ou associação que integra. Afinal, é esse o único contributo que, de forma voluntária o cooperador recebe, e que representará, decerto, muito mais que qualquer remuneração financeira.&lt;br /&gt;O estigma – e algum desdém – criado à volta de um devido e merecido reconhecimento pela abnegada colaboração, não deve ser assim tão censurado. Entendemos nós. Afinal, a excepção mais não é que o testemunho de gratidão e mérito ao trabalho, à cooperação, à ajuda, ao apoio e à cooperação em favor de uma causa, participada de forma voluntária e generosa. Que aos devotos folcloristas seja permitido receber a gratidão – pelo menos isso – pela colaboração oferecida. Seja com um diploma, uma medalha… ou um “colar”.&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa, director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- SANTARÉM. Folclore encontrou-se na Feira Nacional de Agricultura&lt;br /&gt;- FOLCLORE PEREGRINO. Milhares de folcloristas em peregrinação ao Santuário de Fátima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estão aí os grandes Festivais&lt;br /&gt;- Lavradeira de Viana do Castelo ''vestida'' com sardinhas é cartaz de festival de folclore&lt;br /&gt;- Agência de Faro da Fundação INATEL promoveu um desfile Etnográfico no âmbito das comemorações do seu 75.º aniversário&lt;br /&gt;- Curso de Especialização e Pós-Graduação em Etnografia e Folclore não foi cancelado &lt;br /&gt;- Rancho Típico de S. Mamede de Infesta comemorou as Bodas de Ouro&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico de Zebreiros assinalou a passagem do 51.º aniversário&lt;br /&gt;- Encontro de Cultura Tradicional Minhota. O Minho cantou e dançou em Lisboa&lt;br /&gt;- Minhotos em Loures promovem Encontro de Culturas &lt;br /&gt;- Festival de Folclore Cidade de Leiria &lt;br /&gt;- Rancho Tradicional de Cinfães promove Encontro de Tradições&lt;br /&gt;- Grupo Típico de Ançã festejou 32 anos&lt;br /&gt;- Águeda: Vinizaima do Chão: sucesso cultural e social&lt;br /&gt;- ‘Povo que Lavas no Rio Águeda’. Aí está novo espectáculo inter-associativo sobre as águas do rio, em Águeda&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de Faro comemorou o 80.º aniversário&lt;br /&gt;- Lavradeiras da Meadela comemoram o 76.º aniversário&lt;br /&gt;- Tarde soalheira deu mais encanto ao Festival do Rancho de Arrimal&lt;br /&gt;- ALCANENA. Rancho Folclórico de Gouxaria comemorou as Bodas de Prata&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo comemorou 80 anos&lt;br /&gt;- Grupo das Lavradeiras da Meadela na Expo 2010, em Xangai (China)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESFINGE &lt;br /&gt;- A ESFINGE - Pelo Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRADIÇÃO / INOVAÇÃO  &lt;br /&gt;- TEXTO E CONTEXTO - Pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* FESTIVAIS. Festivais a realizar durante o mês de Julho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alteração morada&lt;br /&gt;Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:&lt;br /&gt;Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.&lt;br /&gt;Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa¨30,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-9178870064515544369?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/9178870064515544369/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=9178870064515544369' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/9178870064515544369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/9178870064515544369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/07/titulos-da-edicao-de-julho.html' title='TITULOS DA EDIÇÃO DE JULHO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-1883379166493814417</id><published>2010-06-16T02:19:00.000-07:00</published><updated>2010-06-16T02:21:10.712-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE JUNHO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TBiXeQh_LbI/AAAAAAAAAOA/0fDzZMTyLXA/s1600/F172_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TBiXeQh_LbI/AAAAAAAAAOA/0fDzZMTyLXA/s320/F172_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483299092412968370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-1883379166493814417?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/1883379166493814417/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=1883379166493814417' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1883379166493814417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1883379166493814417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/06/capa-da-edicao-de-junho.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE JUNHO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/TBiXeQh_LbI/AAAAAAAAAOA/0fDzZMTyLXA/s72-c/F172_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-2625943428897451840</id><published>2010-05-01T06:25:00.000-07:00</published><updated>2010-05-01T06:29:51.680-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO n.º 171 (MAIO)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/S9wssFlLiwI/AAAAAAAAAN0/OADP2tN-1Sc/s1600/F171_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/S9wssFlLiwI/AAAAAAAAAN0/OADP2tN-1Sc/s320/F171_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466293183644928770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-2625943428897451840?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/2625943428897451840/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=2625943428897451840' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/2625943428897451840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/2625943428897451840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/05/capa-da-edicao-n-171-maio_01.html' title='CAPA DA EDIÇÃO n.º 171 (MAIO)'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/S9wssFlLiwI/AAAAAAAAAN0/OADP2tN-1Sc/s72-c/F171_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-4712150347922601823</id><published>2010-05-01T06:22:00.001-07:00</published><updated>2010-05-01T06:22:37.536-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Rua Capelo e Ivens, 63 - 2000-039– SANTARÉM&lt;br /&gt;Apartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.º 171 (MAIO 2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESUMO DA EDIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CRITÉRIOS NA ATRIBUIÇÃO DOS APOIOS&lt;br /&gt;Falámos na edição anterior sobre os critérios (ou a falta deles) que servem à atribuição de apoios financeiros e logísticos ao movimento folclórico, particularmente pelas autarquias. Quase sempre, a qualidade representativa não é tida em conta. Tão pouco importa a apresentação de um plano de actividades recheado de interessantes iniciativas.&lt;br /&gt;O critério de distribuição dos dinheiros públicos é, na generalidade, completamente desajustado. Ao invés de premiar o mérito e o trabalho, envolve-se antes numa detestável preocupação pelos votos que hão-de cair nas urnas. Outrossim, muitas são as benesses, financeiras e outras, que são atribuídas debaixo da simpatia do autarca relativamente à associação ou aos dirigentes, funcionando também, muitas vezes, a cor política. A frieza pelas coisas do folclore leva ainda a uma orçamentação intencional, dependendo do gosto do autarca relativamente à área associativa, não sendo raro alguma preferência pelo desporto. &lt;br /&gt;Depois, temos a forma aleatória como são atribuídos os subsídios; tanto recebe o grupo que pouco ou nada faz, como aquele que apresenta um calendário cheio de actividades e representações concelhias.&lt;br /&gt;Os critérios de atribuição de subsídios terão de ser alterados, devendo premiar o trabalho dos grupos que se empenham numa retratação tão fidelizada quanto possível aos aspectos culturais e tradicionais da sua região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FEDERAÇÃO E COMPADRIOS&lt;br /&gt;Numa reunião concelhia de grupos folclóricos levada a cabo no Ribatejo, supostamente preparada como uma acção de sensibilização para um efectivo trabalho de representação tradicional pelos grupos do concelho – que contudo, primou pelo alheamento (ausência) da maior parte dos promotores folclóricos locais – um autarca presente, depois de um elogio ao movimento folclórico do seu concelho, terá afirmado: “Pouco nos interessa a Federação do Folclore, visto que os grupos são federados por compadrios”. O desabafo terá partido depois da acusação, no decorrer da reunião de folcloristas, sobre um eventual fraco desempenho dos grupos do concelho anfitrião da iniciativa, por em 11 grupos activos não haver nenhum com trabalho aprovado pela Federação. O reparo não terá agradado ao responsável autarca, que logo minimizou o trabalho da Federação.&lt;br /&gt;Restam as provas de tão grave afirmação. E onde estará a fonte de informação, relativamente ao favoritismo das filiações pela Federação, já que, será suposto que a informação do autarca a nível do movimento federado, estará a léguas de conhecer eventuais filiações proteccionistas por parte dos conselheiros técnicos do organismo de Arcozelo.&lt;br /&gt;A acusação quando parte do cidadão anónimo tem o benefício da absolvição pela liberdade de expressão. Mas quando é maquinada por um responsável de um órgão de soberania, deve carecer de prova ou justificação pelo peso que tem. Por demais quando a denúncia é tornada pública numa acção que se queria de pedagogia e se propunha exigir o melhor desempenho do trabalho de associações que são apoiadas com o esforço financeiro, logístico e humano por parte da entidade patrocinadora da actividade social e cultural do concelho, e que, nestas circunstâncias, devem justificar o melhor possível o uso dos dinheiros públicos que cada ano recebem. Um pressuposto que parece não é tido em conta pelo autarca presente na assembleia de folcloristas do seu concelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;- Cultura Popular: Superstições, Crenças, Assombrações&lt;br /&gt;Pesquisa e compilação: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nosso folclore é muito rico na diversidade de lendas, superstições, crenças, assombrações. Histórias do imaginário popular que não podemos negar ou afirmar que existam, mas constituem casos relatados por pessoas que merecem todo o nosso respeito pela sua integridade moral.&lt;br /&gt;Superstição é a crença sobre relações de causa e efeito que não se adequam à lógica formal, ou seja, são contrárias à racionalidade; como a crença comum, de que quebrar um espelho causa azar.&lt;br /&gt;As superstições, não fundamentadas ou assentes de maneira irracional no ser humano, podem estar baseadas em tradições populares, normalmente relacionadas com o pensamento mágico. O supersticioso acredita que certas acções (voluntárias ou não) tais como rezas, curas, conjuros, feitiços, maldições ou outros rituais, podem influenciar de maneira transcendental a sua vida.&lt;br /&gt;O que distingue a superstição da sabedoria e do senso comum é que afirma existir uma relação causal entre os acontecimentos devido a forças supranormais: destino, poder invisível dos astros, poder invisível dos ritos mágicos, poder invisível dos espíritos e outros. &lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Federação expulsa grupos infractores &lt;br /&gt;- Federação levou formação a França&lt;br /&gt;- Em Pedroso (Vila Nova de Gaia): Jornadas Técnicas instruem os grupos da zona do Douro Litoral Centro &lt;br /&gt;- Encontro com os Grupos da região da Beira Litoral&lt;br /&gt;- No Vale de Santarém relembraram-se as “toiras”&lt;br /&gt;- Noite do Torricado na Glória do Ribatejo&lt;br /&gt;- Rancho de S. Torcato prepara edição cinquentenária do seu Festival &lt;br /&gt;- Encontro de Cantares Quaresmais em Idanha-a-Nova&lt;br /&gt;- TÁ-MAR: Festival com cheiro a mar&lt;br /&gt;- Etnográfico Danças e Cantares do Minho comemorou em festa o seu 30.º aniversário&lt;br /&gt;- Rancho da Casa do Povo de Aveiras de Cima faz festa das Bodas de Ouro&lt;br /&gt;- Público exige a repetição. Grande êxito do espectáculo comemorativo das Bodas de Diamante das Lavradeiras da Meadela &lt;br /&gt;- Instrumentos tradicionais animaram serão em Alcanhões&lt;br /&gt;- Encontro do Folclore Português na Feira Nacional de Agricultura a 5 e 6 de Junho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;- Problemas folclóricos de ontem permanecem hoje, por Dr. Mário Nunes&lt;br /&gt; - Problemas folclóricos de ontem permanecem hoje – Pelo Dr. Mário Nunes&lt;br /&gt;- Encontro de Cantares Quaresmais em Idanha-a-Nova – Pelo Dr. António Catana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES&lt;br /&gt;Esfinge  – “Óscares”, “Galas”; “Tocatas”. E o mais que adiante se verá – Por Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradição / Inovação –  Um olhar sobre a estratégia (2) – Pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartas ao Director - Velhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS&lt;br /&gt;Relembrar a edição N.º 15&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa¨30,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-4712150347922601823?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/4712150347922601823/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=4712150347922601823' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4712150347922601823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4712150347922601823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/05/jornal-folclore-rua-capelo-e-ivens-63.html' title=''/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-5572745763781810484</id><published>2010-04-02T05:14:00.001-07:00</published><updated>2010-04-02T05:15:35.375-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE ABRIL</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/S7Xfw3mQumI/AAAAAAAAANk/_YtYUp1yUEg/s1600/F170_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/S7Xfw3mQumI/AAAAAAAAANk/_YtYUp1yUEg/s320/F170_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455512554280368738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-5572745763781810484?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/5572745763781810484/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=5572745763781810484' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5572745763781810484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5572745763781810484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/04/capa-da-edicao-de-abril.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE ABRIL'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/S7Xfw3mQumI/AAAAAAAAANk/_YtYUp1yUEg/s72-c/F170_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-8295202606957844252</id><published>2010-04-02T05:12:00.001-07:00</published><updated>2010-04-02T05:12:37.739-07:00</updated><title type='text'>RESUMO DA EDIÇÃO DE ABRIL</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Rua Capelo e Ivens, 63 - 2000-039– SANTARÉM&lt;br /&gt;Apartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TÍTULOS DA EDIÇÃO N.º 170 &lt;br /&gt;(ABRIL 2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino folclorista e a rebeldia escolar&lt;br /&gt;Leandro Pires, o menino de 12 anos que decidiu pôr termo à vida por, supostamente, não suportar uma inqualificável violência dos seus companheiros da escola que frequentava (EB 2,3 Luciano Cordeiro, em Mirandela), tem sido emblema da rebeldia que vagueia entre a comunidade escolar. O caso não teria merecido reflexão da parte deste órgão de comunicação social, não fora o facto da criança de Cedainho (Mirandela) ter sido um dedicado folclorista, apesar da sua tenra idade, enquanto componente interessado do único rancho que está em actividade na sua terra (notícia na página ??).&lt;br /&gt;O caso Leandro é o “rosto” da indisciplina escolar que graça nos estabelecimentos de ensino no nosso País. A violência entre alunos dentro das Escolas exige uma mudança rápida das omissões que invadem um quadro legislativo deficiente, imperfeito e falho de normas educativas e formativas. &lt;br /&gt;A escola deve ser um pólo de formação do homem de amanhã. E aos formadores – os professores – deve ser permitido, naturalmente de forma regrada, exercer funções educativas como de formação. Sem intercessão de rebeldia.&lt;br /&gt;Que o caso Leandro sirva para alterar regras e mentalidades. Dentro dos estabelecimentos de ensino e na sociedade em geral.&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A formação superior&lt;br /&gt;Demos conta na edição de Fevereiro da criação dum curso de formação superior na aérea do Património Cultural Popular – Etnografia e Folclore. A ocupação de algum tempo livre – as aulas têm horário pós-laboral – tem a garantia da certificação oficial da respectiva frequência, autenticada por uma credibilizada instituição de Ensino – o Instituo Politécnico de Tomar. Outro sim, o saber de um seleccionado grupo de formadores, igualmente garantirá proveitosos resultados na achega de conhecimentos sobre uma matéria de capital importância, que só tem merecido desconsideração porque a ela se associa o tão “desprezível” termo “folclore”.&lt;br /&gt;Num país onde o sistema ensino, segundo um estudo recente, se rege por regras arcaicas em relação à esmagadora maioria dos países europeus, louve-se quem ousou desafiar esse mesmo sistema e propôs a prática de um ensaio sobre cultura popular no currículo escolar. E logo de formação superior!&lt;br /&gt;O movimento folclórico, protagonizado pelos grupos de cariz tradicional, há muito que está carente de quadros com formação adequada que possam instruir sobre a representação. Supostas vozes sabedoras espalharam durante décadas a sua teoria. O tempo silenciou-as. Hoje espalham-se pelo País pretensas sabedorias, que se dizem entendidas na matéria, quer no que respeita à etnografia como ao folclore. Mau grado, não foram atempadamente instruídas sobre os preceitos da retratação tradicional, que permitisse uma adequada formação dos promotores folclóricos – os grupos e ranchos. Em muitos casos, nem uma longa carreira de dirigismo é o garante de boas práticas. É pobre o quadro nacional de mestres pedagogos sobre cultura tradicional.&lt;br /&gt;O curso pioneiro em formação sobre o Património Popular que se anuncia para a vila ribatejana da Golegã, sob a égide do Instituo Politécnico de Tomar, dá início a um ciclo novo na área da formação. Mas o projecto corre o risco de abortar por falta de formandos. &lt;br /&gt;Que os empenhados dirigentes folclóricos – como outros atraídos pela temática da cultura popular – saibam usufruir de tão relevante oportunidade de formação. O folclore nacional agradece. &lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- OS SUBSÍDIOS DA POLÍTICA&lt;br /&gt;Apoios autárquicos entre palmas e assobios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;Quanto recebem os grupos folclóricos de apoio à actividade pelas suas Câmaras Municipais? Qual é a política de atribuição dos subsídios autárquicos? Foi o que quisemos saber junto de vários grupos de folclore de diversificadas regiões do País com o propósito de avaliarmos os critérios de apoio financeiro e logístico ao movimento folclórico. Prognosticando uma realidade cheia de pontos sombrios, quisemos saber onde eles mais escureciam. O mapa que então pudemos traçar, dá-nos uma resposta convincente do que se passa pelo País: são em maior número as autarquias que estão abaixo da linha de água, navegando em área vermelha, isto é, não apoiam quanto deviam a actividade associativa. Cada vez mais os cordões da bolsa estão a fechar-se ao movimento folclórico em particular, com primazias e benefícios de outros sectores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os critérios que traçam o propósito de amparar economicamente a actividade do movimento associativo pelas autarquias são aleatórios, ou seja, não afinam pelo mesmo diapasão. Os planos de apoio são elaborados segundo a vontade dos autarcas, sem base numa qualquer norma regulamentar análoga, que deveria haver mas não há. Logo, os dinheiros a distribuir pelas associações tem orçamentação intencional, dependendo do gosto do autarca relativamente ao desporto, à cultura ou à formação. Não serão raras as transferências de chorudas verbas para colectividades desportivas de pouca expressão. Pesa o simples facto da tendência desportiva dos autarcas.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Abrantes: Rancho de Casais Revelhos passa a membro efectivo da FFP no dia que comemorou as Bodas de Prata &lt;br /&gt;- Santa Maria da Feira: Grupo do Orfeão da Feira fez reviver as ‘cantaradas’ de trabalho num serão ao alpendre&lt;br /&gt;- ACÇÃO PROMOVIDA POR TRÊS RANCHOS DO CONCELHO DE CORUCHE. Relacionar os grupos entre si e ajudar para representação &lt;br /&gt;(Desenvolvimentos na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Trapaça que chega de França pode levar ao roubo&lt;br /&gt;- “Vendilhões do tempo”&lt;br /&gt;- Folclore distribuiu flores pelos primeiros turistas chegados ao Funchal depois do temporal&lt;br /&gt;- Entre o Tejo dos avieiros e a charneca dos vinhateiros. Rancho de Benfica do Ribatejo recriou tempos que já lá vão&lt;br /&gt;- Batalha: Cantos de encanto e instrumentos tradicionais deliciaram na Rebolaria &lt;br /&gt;- Tarde de Folclore assinalou o 53.º aniversário do Rancho Ceifeiras e Campinos de Azambuja&lt;br /&gt;- Federação promove Jornadas Técnicas em Paris &lt;br /&gt;- Jornadas Técnicas em Vila Nova de Gaia e Encontro Nacional de Conselheiros&lt;br /&gt;- Feira Rural Portuguesa em Arcozelo decorre entre 30 de Abril e 2 de Maio&lt;br /&gt;- Associação de Folclore da Região dos Templários inaugura sede e homenageia fundadores&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de Faro recebe parcela de terreno para futura sede&lt;br /&gt;- Capital Europeia da Cultura quer o folclore na programação&lt;br /&gt;- Rancho do Bairro de Santarém: plano de actividades com 30 mil euros de orçamento&lt;br /&gt;- Criança desaparecida no Rio Tua era componente do Rancho de São Tiago de Mirandela&lt;br /&gt;- Rancho do Vale de Santarém vai recriar tarefas agrícolas da região&lt;br /&gt;- Rancho Fazendeiros de Montemor-o-Novo assinalou 52 anos com Festival de Folclore&lt;br /&gt;- Rancho do Cartaxo oferece fados em ‘Noite Castiça’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esfinge  – A essência e a existência, pelo Dr, Aurélio Lopes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradição / Inovação – Um olhar sobre a estratégia, pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartas ao director – “Velhos”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa¨30,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-8295202606957844252?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/8295202606957844252/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=8295202606957844252' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/8295202606957844252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/8295202606957844252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/04/resumo-da-edicao-de-abril.html' title='RESUMO DA EDIÇÃO DE ABRIL'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-1385523520099643341</id><published>2010-03-03T07:44:00.001-08:00</published><updated>2010-03-03T07:45:37.472-08:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE MARÇO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/S46EEaGV6SI/AAAAAAAAANU/bX8_tvkKlv8/s1600-h/F169_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/S46EEaGV6SI/AAAAAAAAANU/bX8_tvkKlv8/s320/F169_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444434210797775138" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-1385523520099643341?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/1385523520099643341/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=1385523520099643341' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1385523520099643341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1385523520099643341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/03/capa-da-edicao-de-marco.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE MARÇO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/S46EEaGV6SI/AAAAAAAAANU/bX8_tvkKlv8/s72-c/F169_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-7747221623067927571</id><published>2010-03-03T07:42:00.000-08:00</published><updated>2010-03-03T07:43:55.442-08:00</updated><title type='text'>RESUMO DA EDIÇÃO DE MARÇO</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Rua Capelo e Ivens, 63 - 2000-039– SANTARÉM&lt;br /&gt;Apartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.º 169 (MARÇO 2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALGUNS TITULOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VERGONHA DA PALAVRA FOLCLORE&lt;br /&gt;Não poderá deixar de causar alguma angústia entre os folcloristas em geral o anúncio da Associação Etnográfica ‘Os Serranos’, trazido a público nesta edição. Com efeito, a prestigiada Associação de Belazaima do Chão, simpática localidade do interior serrano do concelho de Águeda, informa que irá deixar de “fazer referência ao termo ‘folclore’” na denominação do seu núcleo cultural que ao folclore e à etnografia locais tem dado provas de um completo e rigoroso trabalho de representação. Alega-se que o termo folclore “não é entendido como sinónimo de cultura, nem como área de rigor, de veracidade histórica, de conhecimento antropológico e de talento na concepção e na sua apresentação”, justificam os responsáveis. Os Serranos passarão assim a apresentar-se como Grupo de Cultura Nativa do Caramulo Ocidental.&lt;br /&gt;Relembramos aqui as palavras de um outro abalizado dirigente, quando em actos públicos sempre afirma: “Eu já tenho vergonha de pronunciar a palavra folclore quando trato de assuntos do foro administrativo!”, fundamentando a timidez de proferir o termo pela forma depreciativa como o vocábulo é entendido pela sociedade.&lt;br /&gt;Uma e outra situação são comuns a muitas outras. O pudor de utilizar a palavra já está a acercar-se de muitas bocas, porque o ‘folclore’ é tido como coisa deprimente, uma actividade só de simplórios. Naturalmente que, muitos que desta forma entendem o termo “folclore” revelam antes uma confrangedora ignorância. Mas, convenhamos, que são os maus promotores do folclore – os “excêntricos do folclore nacional” – que mostram algo mascarado de tradicional e que acabam por ser um mau retrato do folclore, oferecendo uma imagem degradante que promove a depreciação do próprio folclore. &lt;br /&gt;As regras não estão criadas e cada qual faz o que bem entende, mesmo quando o que é feito seja destoante e estranho dentro da vertente do dito folclore.&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 ANOS&lt;br /&gt;Passam catorze anos da saída do primeiro número deste Jornal. Propusemo-nos então a que no dia 1 de cada mês, cada edição estaria à leitura de cada leitor, levando notícias do movimento folclórico nacional, como assim de algumas mensagens de pedagogia sobre a representação tradicional. Pensamos que não houve incumprimento da palavra dada. A nossa proposta tem-se concretizado. De uma e de outra forma. Faz já catorze anos! Uma meta impensável num mundo de lóbis, onde de forma tão evidente e inegável está a comunicação social escrita.&lt;br /&gt;Mas como sobrevive num País de pressões sociais e económicas, um projecto individualista, onde o peso dos grupos financeiros é enorme? Não nos ficará mal apontarmos três vectores que consideramos vitais para o longo percurso que trilhamos desde o já distante ano de 1996: perseverança, firmeza e honestidade. Sem obsessão. E naturalmente também longe de mediatismos.&lt;br /&gt;Alguns abrolhos nos têm magoado os pés nessa caminhada. Já experimentámos também o agre sabor da hipocrisia de gente de íntimo falso, que deambulam dentro movimento folclórico. Este, porventura, o golpe mais cruel, que, contudo, não chegou para trazer algum esmorecimento. Mas é a razão que continuadamente nos empurra na jornada que iniciámos há 169 edições, tantas quantos os meses de existência. Sem interrupções.&lt;br /&gt;Aos fidedignos assinantes e anunciantes, pedras-base da prossecução deste projecto, aqui deixamos uma vez mais o reconhecimento pela dedicada ligação, que em muitos casos vem da primeira hora. Uma lealdade que recompensamos de forma muito modesta com um reconhecido agradecimento.&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;- Espaço de memórias da tradição portuguesa e do regionalismo&lt;br /&gt;Museu de Arte Popular tem reabertura anunciada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vidas em comum pelo folclore. O namoro, o casamento, a família… &lt;br /&gt;Amor entre danças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;- Grupo das Lavradeiras da Meadela integra uma Arruada Minhota na Expo 2010 em Xangai&lt;br /&gt;- A Associação Etnográfica Os Serranos deixará de fazer referência ao seu Grupo de Folclore. Os Serranos abandonam o uso do termo folclore&lt;br /&gt;- O dito por não dito&lt;br /&gt;- Aldeias do Xisto candidatas às 7 Maravilhas Naturais de Portugal&lt;br /&gt;- Presidente da República visitou as Aldeias do Xisto&lt;br /&gt;- Rancho “As Paliteiras” de Chelo comemorou 31 anos&lt;br /&gt;- Grupo de Concertinas “ Os Alegres de Castanheira de Pera” em Itália  &lt;br /&gt;- Águeda: Os Serranos na Casa da Cultura de Famalicão (Guarda)&lt;br /&gt;- Acção conjunta de sensibilização promovida por três ranchos do concelho de Coruche&lt;br /&gt;- Conselho Técnico Regional da FFP para a Zona dos Templários promove ‘Conversas Sobre Folclore’&lt;br /&gt;- O projecto dos avieiros na Feira Internacional de Lisboa&lt;br /&gt;- Apresentado na Golegã o Curso de Especialização e Pós-Graduação em Património Cultural, Etnografia e Folclore&lt;br /&gt;- Grupo de Folclore da Casa de Portugal cantou as Janeiras ao Co-Príncipe de Andorra&lt;br /&gt;- Ponta Delgada: Cantar às Estrelas na Relva&lt;br /&gt;- Vila Nova de Gaia&lt;br /&gt;Rancho de Nossa Senhora do Monte de Pedroso está a comemorar as Bodas de Prata &lt;br /&gt;- Exposição na Casa do Bombo, em Lavacolhos &lt;br /&gt;-  O professor de concertina Vasco Simões foi homenageado&lt;br /&gt;- Associação de S. João de Rio Frio aprova relatório de Contas e Plano e Orçamento &lt;br /&gt;- Grupo Etnográfico 7 Castelos festeja aniversário&lt;br /&gt;- Grupo de Bombos das Mercês vai comemorar 20 anos&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico de Paçô realizou o seu Festival de Folclore&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;“Folclore” - o jornal cultural do País. Por: Dr. Mário Nunes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crónica Durio Beiroa - Ainda o Entrudo. Por Jorge Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES&lt;br /&gt;Esfinge  – Levantamentos. Pelo Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradição / Inovação - O medo das palavras – Parte 2. Pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa 30,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-7747221623067927571?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/7747221623067927571/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=7747221623067927571' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/7747221623067927571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/7747221623067927571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/03/resumo-da-edicao-de-marco.html' title='RESUMO DA EDIÇÃO DE MARÇO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-3438905542923650141</id><published>2010-01-31T08:59:00.001-08:00</published><updated>2010-01-31T08:59:39.944-08:00</updated><title type='text'>RESUMO DA EDIÇÃO DE FEVEREIRO</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Rua Capelo e Ivens, 63 - 2000-039– SANTARÉM&lt;br /&gt;Apartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.º 168 (FEVEREIRO 2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Federação: o ‘Ano D’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa entrevista publicada na edição de Dezembro do Jornal Folclore, o presidente da Federação do Folclore Português evidenciava o “esforço de melhoria” por parte da Federação relativamente “aos grupos que revelem deficiências de representação”. E assegurou: “Não poderemos continuar a pactuar com resistências a uma melhoria do movimento folclórico que está no seio da Federação”.&lt;br /&gt;São palavras animadoras quando anunciam – finalmente! – um arrumar de casa do organismo federativo com acrescidas responsabilidades no movimento folclórico nacional, que, para além de ter a obrigação de oferecer um universo de grupos membros com incontestável qualidade – o propalado selo de garantia – deve ser também um ícone exemplar do rigor daquilo que deve constituir a representação do folclore. Esse princípio está aliás, estabelecido estatutariamente como regra base da criação da Federação. Por isso, o presidente assegura que “é importante respeitar, sem excepção, as regras estatutárias”. E sem contemplações assevera: “Aqueles que continuarem intransigentes e a não acatar aquilo que está estabelecido nos estatutos, terão de ser de alguma forma penalizados”, reforça o líder da Federação.&lt;br /&gt;Anuncia-se assim uma profunda reestruturação do movimento folclórico federado. O ano de 2010 está apontado com um “novo ciclo da vida da Federação do Folclore Português”. As falhas de representatividade vão ter de ser eliminadas do trabalho dos grupos membros. Espera-se que haja coragem para obrigar a corrigir erros, e se desenvolva uma efectiva reciclagem da representação folclórica federada, isto é, da facção do universo nacional que deve oferecer um inquestionável “selo de garantia” e que, paradoxalmente, não tem oferecido. Os bons exemplos terão de partir de cima, e entre a actividade folclórica nacional caberá naturalmente à Federação do Folclore dar um bom exemplo daquilo que deve constituir um trabalho sério, aplicado e cumpridor do bom desempenho da representação do folclore.&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bailarinos não!&lt;br /&gt;De forma irreflectida o termo “bailarino” é vulgarmente utilizado nos meios folclóricos, ou seja, no seio dos grupos e ranchos de folclore para caracterizar um elemento dançador de um grupo de folclore. Também em situações estranhas ao movimento folclórico, quando há referência ao bailador do rancho ou grupo folclórico. Nada mais errado pois tal epíteto não assaca uma referência popular. Com efeito, um bailarino é aquele que exerce a dança com carácter profissional. No folclore, como sabemos, não há profissionalismo. Ao folclorista do “balho”, o termo correcto que define a sua função dentro do folclore, será “bailador” – ou balhador, se quisermos respeitar alguma linguagem popular – ou “dançador”. Ou seja, aquele que baila ou que dança para se recrear, para prazer próprio. Serão estas as designações mais adequadas para definir quem dança folclore, isto é, quem executa danças nos bailes de “sem-cerimónia”, segundo o vocábulo dos estudiosos. &lt;br /&gt;Sem que a referência constitua pormenor grave, convém distinguir as situações entre o profissional – o bailarino – e quem simplesmente faz da dança um acto de prazer próprio, para se distrair ou divertir. &lt;br /&gt;Como diz o povo, deve chamar-se os bois pelos nomes. E assim, falaremos a linguagem popular, tal como convirá dentro daquilo que é tradicional.&lt;br /&gt;Usar os termos correctos não fica mal àqueles que promovem e defendem a causa do folclore. Se queremos mesmo respeitar a génese das coisas. E tudo começa pelo respeito ao linguarejar do povo, mesmo que os termos gramaticais não sejam os mais correctos.&lt;br /&gt;Não sendo um mal maior, é o acto folclórico que o exige.&lt;br /&gt;A nomenclatura foi recentemente discutida no Congresso de Jovens Folcloristas, que decorreu no final de Novembro do ano transacto, em Guimarães. Um dos jovens congressistas terá afirmado: “Estou convicto que o termo ‘bailarino’ está correcto; se estiver errado cortem-me o pescoço”. Não querendo fazer o papel de “carrasco”, optaremos antes pela pedagogia: bailarino, como atrás se diz, é “aquele que exerce a dança com carácter profissional; é um profissional do bailado”. Nada mais elementar…&lt;br /&gt;O Director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;- Sob a égide dos Ministérios da Cultura e das Finanças&lt;br /&gt;O PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL VAI SER INVENTARIADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;Um grupo constituído por personalidades de reconhecido mérito e dotadas de qualificações técnicas e profissionais vai orientar a realização de um levantamento do património cultural imaterial português. A directiva foi tomada pelos Ministérios da Cultura e das Finanças e Administração Pública na sequência da Recomendação da UNESCO para a Salvaguarda da Cultura Tradicional e do Folclore, de 1989. O grupo de trabalho funcionará na dependência do Instituto de Museus e da Conservação, junto do Departamento de Património Imaterial. O despacho produz efeitos imediatos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério da Cultura, através do Instituto de Museus e da Conservação, prepara a constituição de um grupo de trabalho que se responsabilizará pelo “levantamento universal e de nível nacional do património cultural imaterial”. Denominado “Grupo de Trabalho para o Património Imaterial”, o grupo será constituído por “personalidades de reconhecido mérito e dotadas de qualificações técnicas e profissionais”, segundo o Despacho a que o nosso Jornal teve acesso.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ÍDOLOS DE ‘UMA CANÇÃO PARA TI’ TÊM A PAIXÃO DO FOLCLORE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cantam e encantam. As suas vozes claras e puras de crianças que não conhecem ainda a adolescência, vibram prodigiosas de alma e de grandeza. Miguel Guerreiro e Beatriz Felizardo, são duas incontestáveis estrelinhas da televisão que surpreenderam e deslumbraram o País com as suas harmoniosas vozes. Cantaram no concurso da TVI ‘Uma Canção para Ti’. Sem escola e longe do apoio da máquina publicitária do mundo das cantorias, contam com o seu incontestado talento. Os holofotes dos grandes espectáculos, as câmaras das televisões e elogiosas referências nas páginas da imprensa escrita são-lhes de há muito familiares. È seu o palco das estrelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miguel Guerreiro e Beatriz Felizardo são duas crianças que acabam de conhecer o estrelato do mundo das cantigas. O facto não teria relevância para notícia no Jornal Folclore, não fora o caso das duas estrelinhas da canção terem em comum a particularidade de também sentirem paixão pelo folclore. &lt;br /&gt;Nascido em Praias do Sado, Setúbal, o Miguel Guerreiro foi o grande vencedor da primeira edição do Talent Show da TVI “Uma Canção para Ti”. Chamam-lhe o “rouxinol do Sado”. Beatriz Felizardo, da Erra, Coruche, foi uma finalista da terceira edição do mesmo concurso.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- FOLCLORISTAS PREPARAM FORMAÇÃO SUPERIOR&lt;br /&gt;Curso de Pós-Graduação em Património, Etnografia e Folclore avança no Instituto Superior de Gestão de Tomar &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As áreas da etnografia e do folclore vão poder integrar o ensino superior dentro de um projecto pioneiro do Centro de Estudos Politécnicos da Golegã (CESPOGA). Folcloristas e estudiosos da cultura popular poderão aceder a uma formação superior, graças ao curso criado pelo Instituto Superior de Gestão de Tomar. O curso terá funcionamento nas instalações do GESPOGA, na Golegã, em horário pré-laboral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Centro de Estudos Politécnicos da Golegã (GESPOGA), promoveu no dia 23 de Janeiro, no Instituto Politécnico de Tomar um Seminário com o tema a desenvolver-se à volta dos novos desafios que se põem à área da cultura popular, nomeadamente o Folclore. Como anunciámos na nossa anterior edição, O GESPOGA tem em curso um projecto sobre “Estudos Superiores em Antropologia e Folclore”.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Rancho “Cerejeiras de Fetais” recebeu diploma de filiação na Federação do Folclore Português&lt;br /&gt;- Rancho Camponeses de Riachos assinalou 52.º aniversário com festa e convívio&lt;br /&gt;- Presidente da República e Primeiro Ministro receberam cantadores das Janeiras&lt;br /&gt;- Rancho da Casa do Povo de Tábua mantém a tradição da Cantata das Janeiras&lt;br /&gt;- Grupo de Danças e Cantares de Serzedo canta as Janeiras&lt;br /&gt;- Encontro de Reisadas em Oliveira Santa Maria&lt;br /&gt;- Os Reis não chegaram este ano a Coimbra&lt;br /&gt;- Águeda: público rendeu-se ao musical ‘Numa Noite de Natal’&lt;br /&gt;- Lisboa: Cantigas aos Reis e ao Menino ecoaram na Igreja da Graça&lt;br /&gt;- Cancioneiro de Cantanhede levou “Cantares de Natal” a Passos de Silgueiros e Póvoa da Lomba&lt;br /&gt;- Rancho da Casa do Povo de Ílhavo recebe sede como prenda de aniversário&lt;br /&gt;- Rancho da Correlhã deu início às comemorações das Bodas de Ouro  &lt;br /&gt;- Águeda na BTL com o Eiranças&lt;br /&gt;- Espectáculos de folclore geraram receitas de 567 mil euros em 2008&lt;br /&gt;- Câmara de Santarém apoia Festival de Folclore Celestino Graça &lt;br /&gt;- Festival Internacional de Folclore de Almeirim já em preparação&lt;br /&gt;- Brasil: Traços típicos da cultura popular portuguesa no Carnaval de S. Paulo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;O Congresso de Guimarães e o amanhã, por: Mário Nunes  (Historiador)&lt;br /&gt;Crónica Beirã - Do Natal aos Reis em terras do Alto do Paiva, por Jorge Oliveira Pinto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES&lt;br /&gt;Esfinge  – Menoridade intelectual , por: Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradição / Inovação - O medo das palavras, por: eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 17,50 € * Europa: 20,00 € * Fora da Europa¨25,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-3438905542923650141?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/3438905542923650141/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=3438905542923650141' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3438905542923650141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3438905542923650141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2010/01/resumo-da-edicao-de-fevereiro.html' title='RESUMO DA EDIÇÃO DE FEVEREIRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-3468191076383555263</id><published>2009-12-31T03:22:00.000-08:00</published><updated>2009-12-31T03:24:05.940-08:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE JANEIRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SzyJwHws3GI/AAAAAAAAAMM/WsqM-YGTor0/s1600-h/F167_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SzyJwHws3GI/AAAAAAAAAMM/WsqM-YGTor0/s320/F167_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5421359511257275490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-3468191076383555263?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/3468191076383555263/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=3468191076383555263' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3468191076383555263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3468191076383555263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/12/capa-da-edicao-de-janeiro.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE JANEIRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SzyJwHws3GI/AAAAAAAAAMM/WsqM-YGTor0/s72-c/F167_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-5281029957252214524</id><published>2009-12-31T02:39:00.000-08:00</published><updated>2009-12-31T02:40:26.321-08:00</updated><title type='text'>TÍTULOS DA EDIÇÃO DE JANEIRO</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Rua Capelo e Ivens, 63 - 2000-039– SANTARÉM&lt;br /&gt;Apartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.º 167 (JANEIRO 2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crendice popular está viva?&lt;br /&gt;Recentemente caiu na nossa caixa de correio electrónico uma mensagem (?) que apelava ao reenvio da dita a 25 outras pessoas, no máximo em 3 horas. E uma nota do texto era deveras ameaçadora: “Isto não é brincadeira! Leste os avisos, as causas e as consequências! Se não mandares esta mensagem, a má sorte vai chegar até ti…”. E ainda profetizava: “Se fizeres isso, vais ter muito boa sorte no amor; a pessoa por quem estás atraído vai corresponder aos teus sentimentos”.&lt;br /&gt;O arrazoado da mensagem aludia a desgraças – vindas sabe-se lá de onde – que caíram sobre algumas pessoas por não terem sido cumpridos certas praxes.&lt;br /&gt;Um dos receptores logo correu a reenviar a assustadora mensagem aos recomendados vinte e cinco amigos. E preocupado, acrescentava: “Não sei se esta merda é assim mesmo, mas com os azares que tenho tido… reenvio”. Um claro receio de que não lhe caísse em cima uma qualquer desgraça, que poderia ser evitada graças à multiplicação da mensagem por nada menos que vinte e cinco endereços.&lt;br /&gt;Estaremos na presença de um caso de velha crendice popular, do folclore espiritual que faziam acreditar nas histórias de almas penadas, de fantasmas, de figuras míticas e assombrações? Parece que sim. O temor pela desgraça que cai sobre as nossas cabeças pelo incumprimento de certos rituais, permanece vivo, i’nda que se invada de um certo irrealismo imaginário e ilusório. O que dantes era acontecimento entre as esferas populares, hoje parece estar em voga também nas camadas mais elevadas da sociedade. E quando elas não são produto de crenças tradicionais, muitas das quais assentam em arquétipos populares de séculos, são concerteza consequência do medo.&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O folclore e os jovens&lt;br /&gt;Um milhar de jovens reuniram-se em Guimarães e durante dois dias “esmiuçaram” e debateram as questões que andam à roda da problemática da representação do folclore em mostras públicas. Contribuir para ansiadas soluções que levem ao melhor desempenho das retratações etnográficas e folclóricas pelos grupos de cariz tradicional, foi um dos itens que constituiu preocupação da assembleia de jovens folcloristas. E pelo que foi observado, a teoria de alguns ‘velhos do Restelo’ parece que se afunda perante soluções coerentes, emanadas de ideias concordantes e mentes escorreitas. Pela voz de um congressista em Guimarães a sala ouviu um grito de acusação: “Os mais velhos não deixam em muitos casos trabalhar os jovens”. A denúncia mereceu aplausos. Mas outra voz jovem bradou igualmente: “Somos folcloristas com outras convicções e talentos”. A sala de novo aplaudiu.&lt;br /&gt;Se muito recentemente num colóquio realizado em Coimbra, numas Jornadas sobre etnografia e folclore, um punhado de jovens deixou claro que o “folclore condiciona as suas vidas” e contribui para o seu “enriquecimento cultural e de formação pessoal” e que o “folclore já faz parte dos seus projectos de vida”, teremos de concluir que nem só de divertimento serve a sua participação activa nos ranchos. Para além da condicionante de vida, o folclore é ainda no campo social “uma experiência muito gratificante”, onde se criam “amizades que se apertam em laços de salutar convivência”, ainda segundo o sentimento do mesmo grupo de jovens, que ficou bem expresso na jornada de Coimbra. &lt;br /&gt;Em Guimarães choveram mensagens idênticas, de particular apego à causa do folclore. Mas outras preocupações emergiram da assembleia de jovens folcloristas, com relevância para uma almejada “reconstrução” do próprio movimento. Os avisos à navegação surgiram em catadupa, atirados com particular direcção a Arcozelo, local de decisão das normas que regem o próprio movimento e os promotores folclóricos. Mas foi de Arcozelo que partiu também uma mensagem encorajadora: “Vocês são a esperança deste grande movimento”, atirou o líder da Federação, que aconselhou ainda: “Que sejam os jovens a valorizar os seus grupos, dotando-os de “telhas sólidas e não permitirem que tenham telhados de vidro”.&lt;br /&gt;A esperança da mudança foi perceptível entre os mil jovens presentes na jornada de Guimarães, que decerto se estende ao universo de jovens folcloristas, que de forma apaixonada integram o movimento folclórico nacional. &lt;br /&gt;Os resultados da esperada mudança decerto que estarão em exame no próximo Congresso, já anunciado para dois anos após o encontro de Guimarães.&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Federação do Folclore Português inaugurou novas instalações&lt;br /&gt;CASA NOVA&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;Cerca de duas centenas de inveterados folcloristas e muitas representações de grupos folclóricos estiveram no dia 21 de Novembro em Arcozelo para assistirem à abertura das novas instalações da sede da Federação do Folclore Português. Associaram-se ao simbólico acto inaugural representantes das autarquias locais. Os elogios à nova infra-estrutura foram unânimes entre todos os presentes. O folclore nacional conta agora com um espaço de administração digno que o prestigia e exalta. A área agora inaugurada representa, contudo, um terço do projecto, que deixa por concluir agigantados espaços da megalómana construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia 21 de Novembro foi de romaria do folclore nacional a Arcozelo. A Federação anunciou a inauguração das novas instalações e muitos foram os folcloristas que marcaram presença. Alguns envergando os trajes tradicionais e ostentando o estandarte dos grupos que integram. As amplas instalações acabaram pequenas para receber tantos observadores.&lt;br /&gt;Sem cortes de fitas, a cerimónia cingiu-se a uma sessão solene e visita às instalações com obra concluída. Outras áreas ficam a aguardar o estuque e os retoques finais para se abrirem ao público e cumprirem o que determina a memória descritiva do projecto, e cuja área total somará muitos milhares de metros quadrados.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Congresso Nacional reuniu um milhar de jovens em Guimarães&lt;br /&gt;Jovens Folcloristas apelaram à ‘representatividade’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;Superou as expectativas da comissão organizadora o V Congresso Nacional de Folclore para a Juventude, que reuniu no Pavilhão Multiusos de Guimarães, mais de mil jovens, participantes activos em cerca de uma centena de grupos de folclore que se fizeram representar por um número imposto de até dez componentes. Empenhados na resolução dos problemas da representação tradicional que afectam o movimento folclórico, os jovens folcloristas deixaram alertas carregados de um vigoroso sinal SOS para situações que continuam a abastardar o folclore nacional. A organização foi da Federação do Folclore Português, coadjuvada por uma Comissão Organizadora, constituída por jovens folcloristas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito entusiasmo de um punhado de jovens à volta dos trabalhos do V Congresso Nacional de Folclore para a Juventude, que decorreu nos dias 28 e 29 de Novembro, em Guimarães. Sob o tema da “Representatividade”, o Congresso discutiu e convidou à reflexão dos temas propostos pelo ‘Plano Anual de Melhoria’, que está a ser posto em prática pelos Conselhos Técnicos Regionais, e que visa uma melhoria de qualidade dos grupos de Folclore. Foram ainda abordados temas como: a formação, recolhas, trajes, música, canto e dança; as encenações levadas a cabo pelos grupos de folclore, principais aspectos positivos e desvantagens; a organização de eventos protagonizados pelos grupos, como festivais, recriações, mercados e feiras, serões, e participações nos mais variados espectáculos de natureza cultural, social e cívica. Tempo ainda intervenções livres, de debate e esclarecimento.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Funchal: Instrumentos Musicais do Folclore Madeirense - Workshop de formação muito participado&lt;br /&gt;- Rancho “Tá-Mar”: Bodas de Diamante&lt;br /&gt;- Folcloristas do Oeste participam em acção de formação&lt;br /&gt;- Santarém: “O Canto Tradicional” levou a descobrir o outro folclore do Ribatejo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Grupo Académico de Danças Ribatejanas recebe Medalha de Ouro da cidade de Santarém&lt;br /&gt;- Grupo Recreativo da Bemposta, Bucelas, de novo o melhor CCD da Fundação INATEL&lt;br /&gt;- Encontro de Charambistas no Funchal resulta em CD&lt;br /&gt;- Espectáculo Etnográfico no aniversário do Grupo Típico de Castelo Branco&lt;br /&gt;- Governo dos Açores contemplou o folclore em 2009 com 20 mil euros&lt;br /&gt;- Concertinas tocaram na Casa do Concelho de Cinfães&lt;br /&gt;- França: Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Alta Estremadura, de La Queue en Brie comemorou aniversário&lt;br /&gt;- Rancho Rosas do Lena (Batalha): 90 mil euros para actividades no corrente ano&lt;br /&gt;- Rancho da Casa do Povo de Pinhal Novo em almoço de convívio&lt;br /&gt;- Seminário acerca de Folclore abre caminho a Pós-graduação&lt;br /&gt;- S. Martinho à moda antiga em Anta, Espinho&lt;br /&gt;- Rancho Tradicional de Cinfães assinalou o 4.º aniversário&lt;br /&gt;- Rancho de Vila Nova do Coito: jantar assinalou fim da época&lt;br /&gt;- Folclore e tradição no aniversário do Rancho de S. João de Rio Frio &lt;br /&gt;- Cantares do Ciclo Natalício S. Mamede de Infesta&lt;br /&gt;- Instituto Português de Porto Alegre (Brasil) quer promover intercâmbios com grupos portugueses&lt;br /&gt;- Cantadores de Janeiras e de Reis em Santa Maria da Feira&lt;br /&gt;- Encontro de Janeiras no Mindelo…&lt;br /&gt;- … e em Aldeia Nova, Perafita&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de Coimbra ofereceu “Cantares Natalícios”&lt;br /&gt;- Janeiras em Argoncilhe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esfinge  – Estatuto e competência, por: Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;Tradição / Inovação - A antropologia veste o folclore, por: eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 17,50 € * Europa: 20,00 € * Fora da Europa¨25,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-5281029957252214524?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/5281029957252214524/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=5281029957252214524' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5281029957252214524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5281029957252214524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/12/titulos-da-edicao-de-janeiro.html' title='TÍTULOS DA EDIÇÃO DE JANEIRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-2326471489422077847</id><published>2009-12-01T13:07:00.001-08:00</published><updated>2009-12-01T13:08:13.735-08:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE DEZEMBRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SxWFrSXW5lI/AAAAAAAAALA/ZVDpKnysm8k/s1600/F166_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SxWFrSXW5lI/AAAAAAAAALA/ZVDpKnysm8k/s320/F166_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410377506066196050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-2326471489422077847?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/2326471489422077847/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=2326471489422077847' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/2326471489422077847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/2326471489422077847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/12/capa-da-edicao-de-dezembro.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE DEZEMBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SxWFrSXW5lI/AAAAAAAAALA/ZVDpKnysm8k/s72-c/F166_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-5591837599453287026</id><published>2009-12-01T12:59:00.000-08:00</published><updated>2009-12-01T13:00:24.675-08:00</updated><title type='text'>RESUMO DA EDIÇÃO DE DEZEMBRO</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Rua Capelo e Ivens, 63 - 2000-039– SANTARÉM&lt;br /&gt;Apartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.º 166 (DEZEMBRO 2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;Formação ou a falta dela&lt;br /&gt;A Federação das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto do Distrito de Santarém, como estrutura descentralizada da Confederação Portuguesa das Colectividades, promoveu, no âmbito do seu Plano de Actividades, um Programa Operacional de Potencial Humano, que se traduz na formação de quadros dirigentes das colectividades suas filiadas, e abrange: Formação sobre Projectos de apoio financeiro; Formação em Projectos de Organização de eventos – Planeamento e Gestão;  Formação em estratégias de Marketing;   Formação em HACCP – Sensibilização para as  exigências e os deveres e Formação em Técnicas Documentais – documentação administrativa.  Cada acção de formação somou entre 20 e 25 horas.&lt;br /&gt;Uma acção de formação é sempre útil e geradora de bons frutos. Por isso, todas as que venham serão bem vindas. &lt;br /&gt;A Federação do Folclore Português reconhece a necessidade da formação aos seus agentes formadores – os conselheiros técnicos. São anunciadas acções com essa finalidade. Mas terá havido uma efectiva formação? As lacunas obrigam à interrogação, porquanto certas interpretações de alguns conselheiros sobre a representação do folclore são tão vazias de conteúdo que nos deixam essa dúvida. Ou a pedagogia tem sido falha de mensagens ou a frequência à formação foi diminuta ou mesmo nula. &lt;br /&gt;O movimento folclórico merece mais.&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSELHOS AOS CONSELHEIROS&lt;br /&gt;A Federação do Folclore Português (FFP) tem em curso um Plano de Melhoria que visa corrigir e disciplinar o movimento folclórico federado. As estratégias foram ratificadas numa assembleia de Conselheiros que decorreu nos dias 7 e 8 em Águeda. “Está na hora da melhoria planeada e controlada!”, diz Manuel Farias na edição de Setembro do Jornal Folclore, na sua secção Inovação/Tradição. O dirigente da FFP e mentor do projecto, que pede “humildade e disciplina dentro de cada grupo federado”, adianta que aos conselheiros técnicos “está reservado o papel maior de aplicar competência etnográfica no apoio aos grupos”. E o dirigente adianta: “As boas relações interpessoais, a cooperação e a harmonia terão de substituir a arrogância, animosidade e a rivalidade que campeia de norte a Sul, minando a cooperação entre os Conselhos Técnicos e as direcções dos grupos”.&lt;br /&gt;O Plano de Melhoria, com conclusão anunciada no final do próximo ano, justifica-se pela vontade de “sanear as aberrações que batem desalmadamente com os pés nos estrados, insultando os nossos antepassados”, como condena ainda Manuel Farias, que afirma estar “seguro que não vai faltar determinação para o actual Conselho Técnico Nacional propor o afastamento destes “folclóricos” que dão razões para o insulto, servindo de exemplo lamentável”. “Alguns destes grupos são sócios efectivos da FFP”, confirma.&lt;br /&gt;O projecto-guia de reciclagem do movimento folclórico federado, que, segundo o folclorista de Belazaima do Chão, “é o mais ambicioso de toda a história da Federação do Folclore Português”, já foi antes apresentado aos Núcleos Técnicos Regionais em reuniões preparatórias. A sua ratificação foi feita na reunião de Águeda. “Rigor e seriedade”, é o lema.&lt;br /&gt;Desejável será que, para um bom desempenho e credibilidade do trabalho dos conselheiros e da própria Federação, os resultados se pautem, efectivamente, pelo “rigor e seriedade”. Mas também pela competência. Os critérios estão delineados. E o guia de apoio à avaliação ajuda. Mas a formação, a experiência, o saber e uma boa dose de conhecimentos, como ainda de um forte sentir das coisas da tradição, serão predicados a não descurar na avaliação dos trabalhos sujeitos a “exame”. E será desejável que entre os aconselhadores não existam desarmonias de capacidade de avaliação, como daquele técnico conselheiro quando afirma: “Eu não sei observar os defeitos de um grupo folclórico”. &lt;br /&gt;Rigor e seriedade são precisos, mas também conhecimento e competência.&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Federação manda conselheiros técnicos para o terreno&lt;br /&gt;GRUPOS ESMIUÇADOS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Federação do Folclore Português mandou tocar a rebate e vai pôr todo o seu staff técnico no terreno. Todos os grupos filiados vão ser passados a pente-fino, com vista a eliminar de erros o movimento folclórico federado, dando cumprimento ao delineado “Plano de Melhoria”. Em reunião preparatória que decorreu durante dois dias em Águeda, e que reuniu a quase totalidade dos coordenadores conselheiros, foi pedido uma pronta execução do programa estabelecido pelo anunciado Plano. Até final do próximo ano, o processo de reciclagem do universo federado terá de estar concluído. Para Abril agenda-se o balanço do trabalho realizado durante o primeiro trimestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os coordenadores dos Conselhos Técnicos Regionais da Federação do Folclore Português foram chamados a reunir em assembleia que decorreu nos dias 7 e 8 de Novembro, no Centro Social e Paroquial de Recardães (Águeda), numa organização do Conselho Técnico Nacional da Federação do Folclore Português. Agilizar estratégicas com vista a disciplinar o movimento folclórico inserido no seio da Federação foi o propósito da reunião que juntou cerca de 70 conselheiros. Preparar a redacção do guião de trabalho e afinar pontos de vista e de acção, foi o propósito da reunião, pautada pelo espírito da melhor cooperação.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ((En)Cantos da Minha Terra volta a encantar em Almeirim&lt;br /&gt;RICARDO MÓNICA: VOZ ‘ORANTE’ DE UM FOLCLORE RELIGIOSO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto e fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ver Almeirim com olhos de alma”, é como o padre Ricardo Mónica olha a sua terra em (En)Cantos da Minha Terra, um “projecto de amor”, como o considera o sacerdote, adiantando que com isso pretende “homenagear” quantos ao “longo de sucessivas gerações contribuíram para a memória colectiva de um povo simples e cândido”. Primeiro em registo discográfico, depois num espectáculo vivo. Dois projectos do padre-cantor, que revelam um espírito bairrista e a paixão pela cultura popular e tradicional da sua Almeirim - um estado de alma que se arrasta desde a meninice, quando criança de 5 anos começou a sapatear as modas do folclore da terra-berço, integrando grupos infantis do concelho e mais tarde o grupo adulto. O espectáculo (En)Cantos da Minha Terra entrelaça excertos da religiosidade popular de Almeirim com temas e recriações de feição tradicional. O sagrado e o profano num encandeamento feliz que pretende “estimular para uma nova mentalidade das coisas da tradição, como também despertar para outras doutrinas da própria igreja”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cantigas pagãs e da religiosidade popular enleiam-se em sentimentos e afectos. Ricardo Mónica assume-se como “uma voz orante” de um folclore religioso, que avoca “ténues fronteiras com o folclore pagão”, refere. Retrato de “gente que saltava a voz numa atitude de respeito e de temor”, este trabalho procura reviver pedaços de Almeirim de um passado longínquo que, embora ainda na memória, há muito se perdeu no tempo.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- COIMBRA: JORNADAS PARA “CELEBRAR E PRESERVAR O FOLCLORE E A ETNOGRAFIA DA REGIÃO DO MONDEGO”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;A Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego, sedeada em Coimbra, organizou mais uma edição das Jornadas de Etnografia e Folclore, chamando à prelecção um conjunto de experientes folcloristas e estudiosos da matéria tradicional popular. A iniciativa, segundo os responsáveis dirigentes da Associação, pretende “celebrar e preservar o Folclore e a Etnografia da Região do Mondego”, apostando na qualidade das intervenções dos oradores convidados, por forma a que essa “qualidade se faça sentir na representatividade dos Grupos Folclóricos” da sua região de influência, ainda na perspectiva da Associação. A sala encheu-se de folcloristas. &lt;br /&gt;As Jornadas de Etnografia e Folclore, organizadas pela Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego (AFERM), Coimbra, concluíram nos dias 14 e 15 de Novembro a sua XV edição. A iniciativa decorreu na Casa Municipal de Cultura e reuniu um considerável número de folcloristas, naturalmente ligados ao universo do movimento folclórico da região Beiraltina banhada pelo Mondego.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;- Rancho Regional de Ílhavo comemorou as Bodas de Prata&lt;br /&gt;- Águeda: Ceia reuniu serranos e serranófilos em Agadão     &lt;br /&gt;- INATEL lança cota aos CCDs&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de Faro convida para mais um Encontro de Cantares de Boas Festas &lt;br /&gt;- Agência vende contactos de grupos estrangeiros a 50 euros &lt;br /&gt;- Rancho recria apanha da azeitona em Parceiros, Leiria&lt;br /&gt;- Rancho da Ribeira de Santarém promove o ‘Canto Tradicional do Ribatejo’&lt;br /&gt;- Porto de Mós: Rancho Luz dos Candeeiros reúne em jantar-convívio &lt;br /&gt;- Festival do Rancho de Fráguas agradou a uma vasta assistência&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de Coimbra actuou em Toronto, no Canadá &lt;br /&gt;- Rancho do Bairro de Santarém ofereceu mais uma ‘Noite de Tradição”&lt;br /&gt;- Rancho de Godim promove música tradicional do Douro&lt;br /&gt;- Federação inaugura instalações na nova sede&lt;br /&gt;- Sobral de Monte Agraço: Encontro de Tradições homenageou o folclorista Manuel Francisco, recentemente falecido &lt;br /&gt;- Falecimento: Triunfo Alves de Oliveira (Pedroso, Vila Nova de Gaia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;Em tempo de guerra não se limpam armas, por: Jorge Oliveira (Vila Nova de Paiva)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 17,50 € * Europa: 20,00 € * Fora da Europa¨25,00 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Esfinge&lt;br /&gt;‘RAÍZES DO POVO’, pelo Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Inovação/Tradição&lt;br /&gt;O BARRETE, pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 17,50 € * Europa: 20,00 € * Fora da Europa¨25,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-5591837599453287026?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/5591837599453287026/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=5591837599453287026' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5591837599453287026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5591837599453287026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/12/resumo-da-edicao-de-dezembro.html' title='RESUMO DA EDIÇÃO DE DEZEMBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-5188783852634025125</id><published>2009-10-30T02:53:00.000-07:00</published><updated>2009-10-30T02:54:36.623-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE NOVEMBRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/Suq3u9244mI/AAAAAAAAAKw/S3VURDvuHdU/s1600-h/F165_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/Suq3u9244mI/AAAAAAAAAKw/S3VURDvuHdU/s320/F165_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398329120863609442" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-5188783852634025125?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/5188783852634025125/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=5188783852634025125' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5188783852634025125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5188783852634025125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/10/capa-da-edicao-de-novembro.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE NOVEMBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/Suq3u9244mI/AAAAAAAAAKw/S3VURDvuHdU/s72-c/F165_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-496335264516225743</id><published>2009-10-30T02:51:00.000-07:00</published><updated>2009-10-30T02:52:56.299-07:00</updated><title type='text'>Edição de Novembro - Resumo</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Rua Capelo e Ivens, 63 - 2000-039– SANTARÉM&lt;br /&gt;Apartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESUMO DA &lt;br /&gt;EDIÇÃO N.º 165 (NOVEMBRO 2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARTESANATO: ÁREAS DE EXPOSIÇÃO A 250 CONTOS!&lt;br /&gt;Queixavam-se alguns expositores de artesanato que, numa determinada Feira, o aluguer da sua pequena área de exposição e venda dos produtos da sua arte, lhes custava nada menos que 1250 euros! O entrevistado reforçou o exagero da importância: “Cobram-nos 250 contos por este cantinho!”. Não adiantou os dias de que dispõem para a utilização do espaço. Mas sempre convenhamos que para apurar tão gorda quantia será preciso “mercadejar” uma quantidade industrial de mercadoria. E duvida-se que a maioria dos artesãos consigam, no final da Feira, fazer entrar na caixa tantos euros. Sorte terão se ainda em cima do pesado fardo do aluguer do espaço o fisco não lhe bater à porta…&lt;br /&gt;Numa altura em que se procura promover o fabrico e comercialização do artesanato como modo de fazer face à arreliadora crise, há sempre quem se aproveite dos desprevenidos artífices para lucrar à grande.&lt;br /&gt;Vem a “talhe-de-foice” a história daquele humilde comerciante de aldeia que tinha fama de vender os produtos da sua loja a preços muito inflacionados. O povo logo o alcunhou de “tira peles”. Mas ao que parece, as empresas promotoras das Feiras de Artesanato não só tiram a pele, como devoraram a carne e ainda raspam no osso…&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sou professora e fui colocada numa escola onde a temática “As Danças Folclóricas ou Populares” será por mim trabalhada numa turma de profissional. Uma vez que não tenho um profundo conhecimento do tema, tenho pesquisado um pouco sobre o mesmo mas não encontrei ainda conteúdos substanciais e concretos. Assim, e uma vez que me parece que detêm conhecimentos sobre as danças em questão, vinha desta forma perguntar se me poderiam ajudar a aceder a alguma informação, nomeadamente sites onde possa pesquisar, ou mesmo livros ou outros documentos para que os possa posteriormente trabalhar com os alunos”.&lt;br /&gt;O texto em cima chegou-nos via e-mail e deixou-nos perplexos. Como pode um docente entregar-se a uma turma leccionando uma disciplina sobre a qual não tem conhecimentos? Pensamos que tudo isto só pode resultar dentro de um tão contestado programa de ensino, atirando para a fogueira incautos professores que não têm sequer autoridade para recusar leccionar um tema que não estudaram, pesquisaram ou praticaram. Mas a isso se sujeitam por obrigação. Serão muitos os professores que integram – ou integraram na sua adolescência e juventude – bons projectos de representação folclórica e que poderiam, de forma acertada, oferecer aulas práticas do reportório que desempenharam enquanto participantes activos do seu grupo ou rancho. Porventura muitos deles até estarão no desemprego. Mas prefere-se simplificar, entregando disciplinas estranhas e obscuras a profissionais colocados sem prática nem experiência, incorrendo na asneira.&lt;br /&gt;Com a noção de uma indesejada mas necessária frontalidade, respondemos ao apelo da respeitosa docente: “Para tratar as coisas do folclore é preciso uma formação aturada e sobretudo ter-se muita sensibilidade para lidar com os factos folclóricos, nomeadamente a dança tradicional. Se não tiver quaisquer conhecimentos ou prática de danças populares tradicionais (folclóricas) correrá o risco de ir vender gato por lebre. Melhor será não leccionar o tema. Desculpe a frontalidade e sinceridade, mas teremos de a alertar para os erros que eventualmente possam nascer de uma errada informação sobre uma temática que deve ser tratada com base em estudos etnográficos. Note que nem tudo o que é popular é folclore. Há que ter em conta esse princípio. Parece-nos que o tema que vai leccionar está a misturar um pouco as duas coisas. E elas são distintas”.&lt;br /&gt;Confiamos que o bom senso prevaleça. Muito em especial dentro do Ministério da Educação.&lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Decreto-lei estabelece o regime jurídico para salvaguarda do Património Cultural Imaterial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério da Cultura finalmente estabeleceu com força de Lei a salvaguarda do património cultural imaterial. Pretende-se preservar as tradições e expressões orais, incluindo a língua como vector do património cultural imaterial; as expressões artísticas e manifestações de carácter performativo; as práticas sociais, rituais e eventos festivos; os conhecimentos e práticas relacionados com a natureza e o universo e as competências no âmbito de processos e técnicas tradicionais. Na prática determina-se a salvaguarda dos aspectos tradicionais relevantes dentro da cultura popular, tidos como Património Cultural Imaterial, que estão em vias de desaparecer. Para o efeito foi aprovado em Conselho de Ministros de 19 de Março último, e já publicado em Diário da República, um decreto-lei que estabelece o regime jurídico que compreende as medidas de salvaguarda, procedimento de inventariação e a criação de uma Comissão para o Património Cultural Imaterial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo, através do Ministério da Cultura, acaba de criar mecanismos, com força de Lei, para a salvaguarda Património Cultural Imaterial. A medida está protegida por lei, consagrando a “valorização do património cultural popular”, nomeadamente as tradições e expressões orais”, como as “práticas sociais, rituais e eventos festivos”. O decreto-lei foi publicado no Diário da República, 1.ª série (N.º 113), de 15 de Junho de 2009.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Associação de Folclore e Etnografia da Região Autónoma da Madeira - Investigar e preservar para memória futura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a finalidade primária de fomentar a qualidade do folclore e da etnografia da Ilha da Madeira, foi constituída em 2005 a Associação de Folclore e Etnografia da Região Autónoma da Madeira. Mas outro objectivo prioritário prende-se com a necessidade premente de recolher e preservar tradições e costumes que estão a cair na voragem do tempo. Defender o património imaterial da Região é um esforço que cabe colectivamente aos promotores da cultura popular e tradicional madeirense. Grupos de folclore e os próprios organismos governamentais acordaram na criação de uma associação pública que superintendesse na preservação, registo e organização dos valores culturais afectos à actividade folclórica na Madeira. Dezena e meia de grupos já aderiram à Associação, num universo de pouco mais de vinte e cinco.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Folclore à mesa - Outros modelos para os Festivais de folclore foram tema de debate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grupo de folcloristas da região do Ribatejo, e simpatizantes apegados de forma rotineira às questões do folclore – representação/espectáculo – reuniram-se em mais um dos habituais almoços, onde a sobremesa é reservada aos saberes da temática – o folclore. O encontro mais recente ocorreu num dia soalheiro de pré-Outono, em aposentos hospitaleiros de um pacato lugarejo do concelho de Santarém. O tema andou à volta de outros modelos de representação que tornem os Festivais de Folclore mais apelativos. O útil junta-se ao agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dezena e meia de folcloristas participaram em finais de Setembro em mais um almoço, degustado em aprazível espaço. A finalidade é, como sobremesa, debater a problemática da representação, como forma de encontrar algumas achegas que sirvam para uma maior e melhor aceitação do espectáculo de folclore.&lt;br /&gt;Como sempre, ao menu do repasto foi adicionado um “prato” de folclore.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- PENACOVA: Rancho Folclórico e Etnográfico de Zagalho e Vale do Conde (Reportagem)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco mais de quatro dezenas de criaturas dão alma e vida a dois recônditos lugarejos que se instalam numa zona serrana do interior do concelho de Penacova – Zagalho e Vale do Conde; a localidade de Zagalho tem 6 fogos habitados e Vale do Conde 13. Outras moradias abandonadas dão nota de uma preocupante desertificação. As duas localidades-berço que acolhem o Rancho Folclórico nosso anfitrião do trabalho de hoje, pertencem à Freguesia de Friúmes, que arrola nos seus oito lugares, dispersos numa área de pouco mais de 14 km2, cerca de 600 habitantes.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Costumes revividos num serão em Santana do Mato, Coruche - O outro folclore – tempos de um outro tempo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciativa, por distinta, já se tornou carismática e uma vez mais conseguiu em pleno os objectivos: fazer reviver hábitos e costumes que outrora eram usuais nas aldeias e que marcaram a vida das gentes, que o tempo há muito apagou. A ideia é do Rancho Folclórico “Os Camponeses de Santana do Mato”, do concelho de Coruche, e os elogios que sempre recebe contribuem para o repetido êxito de cada edição. Foi o que aconteceu uma vez mais no dia 3 de Outubro, com a realização de mais uma edição do seu Serão de Tradições, que leva ao palco da colectividade local curiosos retalhos da vida das gentes de diversificadas aldeias do País, e que o tempo fez tradição.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisboa&lt;br /&gt;Folclore levou festa à Praça da Figueira numa solarenga tarde de Outono&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não só a Praça da Figueira como boa parte da Baixa lisboeta, por onde passaram em desfile os grupos de folclore que, representando várias regiões etnográficas do País, levaram à capital o seu folclore e os vários aspectos da sua etnografia. Artérias notáveis da cidade – Chiado, Garrett e Carmo – foram por momentos palco de festa popular, que culminou na emblemática Praça da Figueira. A curiosidade era geral pela desusada parada musical e pelos interessantes e admiráveis trajes populares, originários do Portugal profundo.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acidente com Orfeão de Águeda lembrou tragédia com Grupo da Região do Vouga em França&lt;br /&gt;- Rancho de Fradelos comemorou 52.º aniversário&lt;br /&gt;- Acção de Formação em Sobral de Monte Agraço&lt;br /&gt;- Encontro de Tradições “Manuel Francisco” em Sobral de Monte Agraço&lt;br /&gt;- Fundação INATEL está a promover mais um Concurso de Etnografia&lt;br /&gt;- Feliciano Carlos de Oliveira (S. Torcato, Guimarães)&lt;br /&gt;- Camacha: Maria Ascensão vai ser homenageada com um busto na Largo da Achada &lt;br /&gt;- Grupo “As Tricanas” do Luso recebe Prémio de Empreendedorismo &lt;br /&gt;- Tarde de folclore ribatejano nas Fontainhas&lt;br /&gt;- Aí estão as desfolhadas e a festa&lt;br /&gt;- Lisboa: Folclore leva festa à Praça da Figueira numa solarenga tarde de Outono&lt;br /&gt;- Concertinas voltaram a encher de música a Barrenta&lt;br /&gt;- Régua: Festival de Folclore das Vindimas em Godim enalteceu tradições&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Da Fundação para a Federação - Carlos Rego (Vila Nova de Famalicão)&lt;br /&gt;- Site da Federação: um duradouro e persistente vazio (MJB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES&lt;br /&gt;ESFINGE - Interdições e receios, pelo Dr . Aurélio Lopes&lt;br /&gt;Tradição / Inovação - A avaliação, pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Cartas ao director&lt;br /&gt;Estandartes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Festivais com realização no mês de Novembro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Portugal: 17,50 € * Europa: 20,00 € * Fora da Europa¨25,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-496335264516225743?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/496335264516225743/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=496335264516225743' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/496335264516225743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/496335264516225743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/10/edicao-de-novembro-resumo.html' title='Edição de Novembro - Resumo'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-53627670886643358</id><published>2009-10-02T00:50:00.000-07:00</published><updated>2009-10-02T00:51:32.584-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE OUTUBRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SsWw4Cb1-9I/AAAAAAAAAKQ/v09lYEHEpbM/s1600-h/F164_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SsWw4Cb1-9I/AAAAAAAAAKQ/v09lYEHEpbM/s320/F164_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387907005991484370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-53627670886643358?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/53627670886643358/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=53627670886643358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/53627670886643358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/53627670886643358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/10/capa-da-edicao-de-outubro.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE OUTUBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SsWw4Cb1-9I/AAAAAAAAAKQ/v09lYEHEpbM/s72-c/F164_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-6728263758498270374</id><published>2009-10-02T00:49:00.001-07:00</published><updated>2009-10-02T00:49:56.947-07:00</updated><title type='text'>Edição N.º 164 - OUTUBRO</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Rua Capelo e Ivens, 63 - 2000-039– SANTARÉM&lt;br /&gt;Apartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.º 164 (OUTUBRO 2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desfiles políticos&lt;br /&gt;Foi vê-los, passeando-se de Festival em Festival, espalhando uma artificial simpatia. Amáveis e sorridentes, pavonearam-se numa desabitual postura, quantas vezes a roçar o patético. Comitiva atrás de comitiva, de todas as cores e feitios, os futuros políticos invadiram os recintos de massas, num aproveitamento descarado e oportunista dos eventos públicos. Atiraram-se incomuns apertos de mãos, bateram-se doces palmadinhas nas costas e deram-se mesmo alguns beijinhos, esquecida que foi até a tenebrosa gripe A. Uma descarada, quanto ridícula, compra de votos.&lt;br /&gt;Em redor do líder, alardeavam -se um ninho de candidatos a um lugarzinho na autarquia, garantia de uma aconchegada reforma a troco de uns escassos anitos de lealdade autárquica. Vale por isso fazer algum esforço na campanha, mesmo que a alguns aconteça terem de comer uvas com grainha e fruta com casca…&lt;br /&gt;Espalharam-se promessas. Encheram-se as bocas de cultura, com natural enfoque para a cultura popular. Os grupos de folclore são, enfim, entidades de bem e olhados com empenhada frontalidade. Merecem, sim senhor, mais apoios, umas condignas instalações e até poderá calhar-lhes por sorte um autocarro! Tudo de bom pode acontecer. Depois, se tanto não for assim, lavam-se as mãos e assacam-se responsabilidades a terceiros.&lt;br /&gt;Naturalmente que é preciso esclarecer e informar o cidadão sobre os programas que cada formação política propõe para uma eventual governação, seja regional ou nacional. Mas livrem-nos de tamanhas doses de demagogia. Porque, em política, o que hoje é verdade, amanhã já não o será. Que é como quem diz, as promessas e os compromissos esfumam-se de forma tão célere que se esquecem em apenas algumas horas.&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa, director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Multidões vêem Folclore&lt;br /&gt;Os mais cépticos do movimento folclórico mantêm um acentuado pessimismo relativamente à falta de público nos Festivais de Folclore. Talvez alguma trivialidade do espectáculo que se oferece contribua para esse desprendimento. Convenhamos que, cada ano, o figurino é invariavelmente igual. Torna-se por isso enfadonho, fastidioso, monótono. O modelo estará gasto, alegam muitos. Falamos naturalmente dos comuns Festivais, que teimosamente se vão concluindo cada ano com poucos recursos – económicos e humanos – sem possibilidades de se alargarem a outros horizontes.&lt;br /&gt;Mas se a esmagadora maioria dos espectáculos de folclore peca por uma envergonhada presença de espectadores, alegra-nos saber – e presenciar – de um considerável número de realizações que enchem amplos recintos, enormes praças, anfiteatros e grandes salas de espectáculos. E os números não enganam. Somam alguns milhares o número de espectadores presentes nessas realizações. Deixamos apenas alguns exemplos que abonam em favor da nossa afirmação: o FolkCantanhede chama em cada edição à Praça Marquês de Marialva entre três a quatro mil pessoas; o Festival Internacional dos Açores (Terceira), reúne na Rua da Fé mais de quatro mil pessoas para ver o desfile etnográfico, e no dia seguinte lota a capacidade da Praça de Touros de Angra do Heroísmo, recebendo entre cinco a seis mil pessoas; o FolkFaro é visto em cada sessão diária (ao longo de uma semana) por mais de mil e quinhentos espectadores e na Gala de encerramento junta na Praça Passeio da Doca mais de três mil pessoas. Uma experiência nova, levada a cabo este ano em Águeda, juntou frente a um palco erguido sob as águas do rio, mais de três mil pessoas para ver o Festival da responsabilidade do Grupo da Região do Vouga (Mourisca do Vouga). Um caso único na região. Mas também a novel organização da Mostra Internacional de Folclore de Montemor-o-Novo se assume já catalisadora de grandes massas, levando ao amplo Largo das Palmeiras milhares de espectadores. Na Pérola do Atlântico é bonito ver, cada dia do programa da Semana Europeia de Folclore, o auditório do Jardim Municipal repleto de pessoas. Ainda na Ilha Insular, o Grupo de Folclore da Ponta do Sol recebe sistematicamente no seu Festival mais de três mil observadores. Outros exemplos, em menor escala, poderiam alongar a lista.&lt;br /&gt;Temos assim que – afinal – ainda há multidões a ver e a apreciar o folclore. O produto terá é de oferecer qualidade.&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa, director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O jornal Diário de Notícias abordou com ênfase a actualidade do movimento folclórico &lt;br /&gt;Num excelente trabalho do jornalista António Pedro Pereira, e fotografias de Arlindo Camacho, o Diário de Notícias (DN) publicou na sua edição de 5 de Setembro um desenvolvido trabalho sobre o movimento folclórico na actualidade. Apresentado em 4 páginas de textos e foto, o trabalho apresenta-se bem delineado, dando uma imagem acertada da realidade da representação folclórica a nível nacional, dando particular destaque a um estigma que apoquenta o próprio folclore: a falta do rigor na representação por grande parte de um elevado número de ranchos/grupos, auto-denominados grupos de folclore.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- SANTARÉM: Bodas de Ouro do Festival Internacional de Folclore ‘Celestino Graça’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;O Festival Internacional de Folclore ‘Celestino Graça’, cartaz cinquentenário da cidade de Santarém, decorreu com o brilho habitual entre 2 e 8 de Setembro, com quatro formações estrangeiras e outros tantos grupos nacionais. O Festival comemorou as Bodas de Ouro. Cinquenta edições que se quiseram, sequencialmente, uma melhor que a outra. Involuntárias contrariedades e “algumas dificuldades e insucessos”, como reconhece a comissão executiva, não o terão permitido. Mas será “tempo de celebração”, entende ainda a organização. E certo é que o Festival afirmou-se e continua entre os melhores que se realizam no País.&lt;br /&gt;A capital do Ribatejo viveu durante uma semana a euforia de mais uma edição do Festival Internacional de Folclore ‘Celestino Graça’. Verdadeiras companhias de folclore de quatro países estrangeiros e um bom naipe de grupos de folclore de Portugal entusiasmaram numerosas plateias nas edições principais, desde a sessão de ante-estreia até à gala de encerramento. Mas também a sessão solene comemorativa das Bodas de Ouro fez lotar a sala do Teatro Sá da Bandeira.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Funchal: SEMANA EUROPEIA DE FOLCLORE - a festa do folclore entusiasmou no aprazível Jardim Municipal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;O auditório do Jardim Municipal do Funchal foi pequeno para receber tão elevado número de espectadores que entre 1 e 5 de Setembro encheram completamente o anfiteatro para ver as danças tradicionais levadas pelos grupos participantes na VI Semana Europeia de Folclore, uma organização do Grupo de Folclore e Etnografia da Boa Nova (Funchal). Os vários espectáculos variaram entre o folclore internacional, da Madeira e do continente.&lt;br /&gt;O Jardim Municipal do Funchal foi uma vez mais palco de uma admirável festa de tradições, levadas por várias formações nacionais e estrangeiras, participantes activas na Semana Europeia de Folclore, uma iniciativa com realização desde há seis anos do Grupo de Folclore e Etnografia da Boa Nova. Diariamente o auditório do aprazível espaço municipal apinhou-se de espectadores – estrangeiros em grande quantidade – o que revela o enorme interesse pelas manifestações folclóricas. O espectáculo de folclore torna-se apelativo quando as organizações e realizações são bem estruturadas, bem como as formações intervenientes oferecem qualidade representativa.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Festival Internacional de Folclore Cidade de Faro. Encadeiam-se culturas na rota das tradições dos povos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Textos e fotos: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;O FolkFaro – Festival Internacional de Folclore Cidade de Faro, concluiu com confirmado êxito a sua sétima edição. O maior evento folclórico a Sul do Tejo espalhou durante nove dias por grande parte da região algarvia o ritmo e as cores tradicionais de diferentes culturas do mundo e também de diversificadas regiões de Portugal. Seis formações estrangeiras e outras tantas nacionais foram os protagonistas da grande festa, que começou a 15 de Agosto e terminou a 23. A organização foi do Grupo Folclórico de Faro.&lt;br /&gt;Naturalmente diversificadas entre si, as representações internacionais, como os grupos nacionais convidados, levaram ao palco do FolkFaro a singularidade das suas tradições, o exotismo de variados trajes e o feitiço da sua música. De além-fronteiras, explodem inspiradas marcações coreográficas, apontadas como de inspiração folclórica. Do rectângulo nacional e da parcela insular da Madeira, eclodiram cadenciadas danças e ecoou a harmonia da música tradicional das regiões representadas. O folclore de lá e de cá, pontificou e animou de forma muito entusiástica todas as plateias que ao longo de nove dias assistiram às várias sessões do Festival. “A alegria e os ritmos contagiantes da América do Sul envolveram-se com o perfeccionismo artístico típico do Leste Europeu. A este cadinho de culturas se juntaram as tradições lusas do continente e da Madeira”, descreve assim a organização a magia do folclore de Portugal e do mundo mostrado no FolkFaro.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Festival de Folclore da Ponta do Sol. Dançar num mar de flores&lt;br /&gt;Dançar num mar de flores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;O mediático Festival de Folclore da Ponta do Sol, Madeira, decorreu no dia 29 de Agosto sobre um tapete colorido de exóticas flores, que oferecia um postal sugestivo da riqueza da flora madeirense. Tão distintos quanto admiráveis arranjos florais inundaram o palco e o cenário, oferecendo uma miscelânea de cor e vida ao magnífico espectáculo de folclore e de tradições de Portugal insular e continental, como de variadas partes do mundo. A organização foi do Grupo de Folclore da Ponta do Sol, com o incondicional apoio da Câmara Municipal local, e teve, como habitualmente o registo integral pela RTP Madeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Festival de Folclore da Ponta do Sol, organizado pelo Grupo de Folclore local, concluiu no dia 29 de Agosto a sua XIX edição como mostra de folclore nacional e XII enquanto evento de cariz internacional. Grupos de folclore do continente e das Ilhas (Açores e da Madeira), como formações da Espanha e da Suécia, completaram a edição deste ano, oferecendo uma amostra diversificada do folclore e da etnografia de cada região e de cada país representados.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Federação reúne conselheiros técnicos em encontro nacional &lt;br /&gt;- A I Feira Rural em Joane foi um sucesso&lt;br /&gt;- Festival Rio Tejo, do Rancho da Ribeira de Santarém, averbou mais um êxito&lt;br /&gt;- Rancho da Ribeira de Celavisa ofereceu tarde de folclore em Lisboa&lt;br /&gt;- Festival em Mira de Aire com muitos aplausos &lt;br /&gt;- Festival do Rancho do Vale de Santarém contou com grupos representativos&lt;br /&gt;- Rancho de Vila Nova da Erra reaparece no seu primeiro Festival&lt;br /&gt;- Ainda sobre as Bodas de Diamante do Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia&lt;br /&gt;- Rancho Luz dos Candeeiros (Porto de Mós) obteve assinalável êxito em França&lt;br /&gt;- Rancho de Montargil esteve em França e conquistou os Pirinéus&lt;br /&gt;- FESTIMAIORCA: Encontro de povos, culturas e tradições do Mundo&lt;br /&gt;- Cancioneiro de Cantanhede aplaudido na Hungria&lt;br /&gt;- Festival Internacional de Folclore de Arouca&lt;br /&gt;- Águeda: três mil assistiram ao ‘Milagre da Urgueira’ &lt;br /&gt;- Serão de Tradições em Santana do Mato&lt;br /&gt;- Rancho de Cabeça Veada realizou III Festival ‘Telhados de Água’&lt;br /&gt;- BRASIL: Projecto Folclore-interdisciplinar do 6.º ao 9.º ano&lt;br /&gt;- Festival de Folclore de Almedina com elevada qualidade&lt;br /&gt;- Porto de Mós: Festival em Mira de Aire colheu muitos aplausos &lt;br /&gt;- Viana do Castelo: Festival de Folclore Internacional do Alto Minho&lt;br /&gt;- Rancho de Benfica do Ribatejo já tem plano de actividades para 2010&lt;br /&gt;- Museu em São Bartolomeu de Messines guarda trajes e tradições&lt;br /&gt;- Rancho da Santa Casa da Misericórdia de Soure fez descamisada&lt;br /&gt;- Lisboa: romaria minhota da Casa do Minho nos jardins de Belém &lt;br /&gt;- Padre Ricardo Mónica regressa ao palco do Cine-Teatro de Almeirim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passeio das mordomas homenageia “chieira” da mulher de Viana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* ESFINGE, pelo Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;* INOVAÇÃO/TRADIÇÃO, pelo eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;* FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Festivais com realização no mês de Outubro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 17,50 € * Europa: 20,00 € * Fora da Europa¨25,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-6728263758498270374?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/6728263758498270374/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=6728263758498270374' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/6728263758498270374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/6728263758498270374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/10/edicao-n-164-outubro.html' title='Edição N.º 164 - OUTUBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-8184974808927307766</id><published>2009-08-27T08:49:00.000-07:00</published><updated>2009-08-27T08:50:28.469-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SparLqyJf9I/AAAAAAAAAKI/7fS4_woTQk0/s1600-h/F163_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SparLqyJf9I/AAAAAAAAAKI/7fS4_woTQk0/s320/F163_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374671422264803282" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-8184974808927307766?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/8184974808927307766/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=8184974808927307766' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/8184974808927307766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/8184974808927307766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/08/blog-post_27.html' title=''/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SparLqyJf9I/AAAAAAAAAKI/7fS4_woTQk0/s72-c/F163_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-7876586829357206155</id><published>2009-08-27T08:46:00.000-07:00</published><updated>2009-08-27T08:47:38.189-07:00</updated><title type='text'>RESUMO DA EDIÇÃO DE SETEMBRO</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Rua Capelo e Ivens, 63 - 2000-039– SANTARÉM&lt;br /&gt;Apartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.º 163 (Setembro 2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pilhas de nervos&lt;br /&gt;Os Festivais Internacionais de Folclore que se calendarizaram este ano sofreram “cortes” no conjunto das presenças estrangeiras contratadas. Algumas organizações, em sete formações agenciadas faltaram três. E na generalidade não compareceram ao compromisso um ou dois grupos em cada realização. Dificuldades económicas, para uns; obstáculos com a obtenção de vistos de passagem em alguns países para outros. E até a enfermidade que querem tornar na doença da moda – a gripe A – foi motivo de desculpa para algumas ausências. Os responsáveis das organizações contratantes entraram em transe, com os nervos em completa efervescência. Quase todos os grupos tinham já referência nos programas e cartazes, e só escassos dias antes informaram a organização do Festival da sua ausência, um detalhe que acalorou mais ainda nervos daqueles que querem honrar os compromissos que assumiram com as fontes de financiamento, com o seu próprio público e com a sua própria organização. O trato com empréstimos de grupos entre organizações de Festivais Internacionais entrou em marcha acelerada. Nem sempre a possibilidade de cedência pôde acontecer.&lt;br /&gt;Mas nem por isso os Festivais que viram amputados os seus programas por algumas faltas estrangeiras, deixaram de se concluir com o brilhantismo desejado. No minuto final veio o reconforto e um enorme alívio: as formações faltosas afinal não fizeram grandes brechas. Tão pouco se deu pela sua falta…&lt;br /&gt;Com crise ou sem ela, o seu aproveitamento a tudo leva. Sabemos quantas vezes ela é evocada para livrar a certos compromissos. Fica por saber, entre as organizações de Festivais Internacionais de Folclore, qual o peso que a dita crise teve entre as formações estrangeiras como desculpa para a sua falta aos compromissos assumidos, e expressamente confirmados por escrito.&lt;br /&gt;O Director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Folclore na dinamização da região transfronteiriça&lt;br /&gt;Numa louvada cooperação cultural, Portugal e Espanha activaram um projecto para dinamização da região transfronteiriça, e cuja linha condutora assenta, principalmente, na preservação da cultura tradicional, no caso de Portugal a cultura mirandesa, em particular relativamente aos aspectos relacionados com os instrumentos musicais tradicionais, com a música, a dança tradicional e o artesanato. Do lado português está a Direcção Regional de Cultura do Norte e da parte de Espanha a Conselleria de Cultura e Turismo da Junta de Castela e Leão, organismos oficiais de ambos os países. Trata-se de manter um percurso de cooperação cultural entre as duas instituições, que teve início em 2004, através de uma candidatura a um programa comunitário que integra projectos dos territórios Ibéricos. Para os anos de 2009 e 2010 está aprovado um projecto denominado Linha Mestra Norte, que se insere num programa de cooperação transfronteiriça entre os dois países. Integrado no evento realizou-se no dia 2 de Agosto, em Mogadouro, uma mostra de dança tradicional, com a participação de grupos portugueses e castelhanos.&lt;br /&gt;Deixamos naturalmente um aplauso à cooperação ibérica, que elegeu a cultura popular tradicional como elo de ligação institucional e de dinamização das regiões transfronteiriças dos dois países. Mas alguma apreensão nos invade: será que terá sido tomado em conta a qualidade dos agrupamentos intervenientes, relativamente às representações portuguesas já anunciadas? Convenhamos que não. E as razões para este nosso receio explicam-se pelo mau retrato da cultura tradicional popular que é oferecido por uma formação da margem sul do Tejo que, não se compreende bem porquê, está entre os promotores culturais mirandeses a integrar o I Festival Transfronteiriço de Folclore que vai integrar o dito programa de dinamização transfronteiriça.&lt;br /&gt;Convenhamos que o grupo em causa poderia aprazar-nos com um trabalho de qualidade, dignificante da cultura tradicional da região sadina. E a “mistura” não causaria estranheza. Mas o retrato é, mau grado, muito desfocado…&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa, director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actividade folclórica sai seriamente prejudicada&lt;br /&gt;CEDÊNCIA GRATUITA DOS AUTOCARROS DAS AUTARQUIAS PODE TER OS DIAS CONTADOS&lt;br /&gt;Por Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;A principal ajuda das câmaras municipais e juntas de Freguesia, que se traduz na cedência gratuita dos autocarros das autarquias pode ter chegado ao fim se as reivindicações da Associação Rodoviária de Transportadores Pesados de Passageiros vierem a ser aceites. Com efeito, a associação alega uma “concorrência desleal” por parte das autarquias com as empresas de aluguer de transportes de passageiros. A cedência de transportes gratuitos ou a baixo custo às associações desportivas e culturais é entendida como um apoio “ilegal”. A associação acusa mesmo as autarquias de “autopromoção eleitoral” e fala “em prática generalizada e nociva para a economia”, muito em especial das empresas de aluguer de transportes e ainda para o “sector de venda de autocarros”.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia - Bodas de Diamante&lt;br /&gt;- Grupo Infantil dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia -Bodas de Prata&lt;br /&gt;O Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia e o Grupo Infantil dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia programaram para oito dias as comemorações das suas Bodas de Diamante e Bodas de Prata, respectivamente. Setenta e cinco anos de um grupo e vinte e cinco anos de outro, traduzidos em prestigiadas actividades, onde sobressai a evocação de uma das mais inveteradas tradições populares do povo agricultor de Apúlia: a apanha do sargaço, o moliço que tornou férteis e produtivos os campos de masseira da zona litoral de Esposende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;Tornar as terras em chãos fecundos, abundantes de hortícolas, era o propósito dos agricultores agrários de Apúlia quando, mar adentro, enfrentavam o ímpeto das ondas, para retirar das águas revoltosas o precioso moliço – o sargaço – que depois sabiamente transformavam em fertilizante das suas leiras, tornando-as férteis e produtivas. Pelo tempo fora, a secular actividade agro-marítima foi prevalecendo, sucedendo-se em continuadas gerações. O ritual tornou-se prática inveterada, arreigada no espírito dos apulienses. E o expressivo folclore, nascido nas areias da praia, é um retrato bailado da luta do sargaceiro com o mar, quando arremessava o galhapão para chegar ao desejado moliço. E as cantigas, também elas, aludindo sempre ao mar: “Eu no mar e tu no mar / Andamos os dois perdidos / Eu no mar dos teus encantos / Tu no mar dos meus sentidos”.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Festival Internacional de Folclore dos Açores&lt;br /&gt;Multidões nas comemorações das Bodas de Prata&lt;br /&gt;O Festival Internacional de Folclore dos Açores encheu uma vez mais de festa a cidade de Angra do Heroísmo. Durante oito dias a capital da Ilha Terceira engalanou-se para receber a grande festa do folclore do mundo e também de Portugal Continental e Insular. Milhares de pessoas, verdadeiras multidões, assistiram às diversas realizações do Festival, que decorreram com especial ênfase nos dias 14 e 15 de Agosto, com a realização do monumental desfile etnográfico na Rua de Sé “Desfilando e Bailando” e o grandioso espectáculo final na Praça de Touros de Angra. A organização é do COFIT – Comité Organizador de Festivais Internacionais da Ilha Terceira o Festival assinalou este ano as suas Bodas de Prata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nove formações estrangeiras – Filipinas, Noruega, Paraguai, Roménia, Turquia, Eslováquia, Espanha, França e Grécia – e Portugal (continente e Açores) constituíram este ano o conjunto de representações participantes no Festival Internacional de Folclore dos Açores, da responsabilidade do COFIT – Comité Organizador de Festivais Internacionais da Ilha Terceira, que decorreu entre 9 e 15 de Agosto na Ilha Terceira.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Danças do Mundo’ - Festival Internacional das Terras da Feira na senda dos sucessos anteriores&lt;br /&gt;O Festival Internacional de Folclore das Terras da Feira ‘Danças do Mundo’, da responsabilidade da Associação Casa da Gaia, de Argoncilhe (Santa Maria da Feira) e do seu Grupo Folclórico das Terras da Feira, concluiu mais uma edição, pautada por uma já rotineira boa organização e com a participação de notáveis formações estrangeiras e seleccionadas representações nacionais. O Festival, que vai na sua 31.ª edição e se assume hoje como um dos mais emblemáticos festivais do País sob a égide do CIOFF, alargou-se a várias freguesias do concelho de Santa Maria da Feira e a outras localidades do País. O balanço final pautou-se por uma alta pontuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;O Festival Internacional de Folclore das Terras da Feira ‘Danças do Mundo’ somou mais um êxito. De organização e de realização. Com efeito, o resultado final de um vasto programa cumprido integralmente e com o rigor do calendário, ter-se-á pautado pelo sucesso, com plena satisfação dos participantes e redobrado agrado da organização.&lt;br /&gt;O encontro de culturas do mundo trouxe uma vez mais a Argoncilhe prestigiadas representações de outros países, que espalharam de forma alegre e num clima de salutar convivência, tons e sons do seu folclore, dos trajes inspirados nos costumes tradicionais, às danças, igualmente assentes bailes com origem popular. Contudo, preparados para&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mostra Internacional de Folclore de Montemor-o-Novo já está entre os melhores Festivais&lt;br /&gt;A organização da Mostra Internacional de Folclore de Montemor-o-Novo faz cinco anos, mas já dá passos adultos. A experiência então levada a cabo terá sido de forma compreensiva algo envergonhada. Ano a ano cresceu e desenvolveu a sua própria estrutura. Esta V edição foi a prova da capacidade dos responsáveis e colaboradores do grupo organizador: o Rancho Folclórico Fazendeiros de Montemor-o-Novo. A integração no CIOFF (Comité Internacional de Organizações de Festivais de Folclore) está no horizonte. Como estará certamente a sua inclusão no rol dos melhores Festivais do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;A Mostra Internacional de Folclore de Montemor-o-Novo acaba de concluir com sucesso a sua V edição. Serão cinco anos de uma experiência que procura alicerces sólidos para se impor entre as melhores organizações de folclore do País. As bases estão criadas para que o novel evento alto-alentejano venha a ser mais uma importante organização de espectáculos de folclore e a integrar a lista dos Festivais mais emblemáticos. A certificação internacional pode acontecer muito em breve.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Penacova viveu com entusiasmo mais uma edição do Festitradições &lt;br /&gt;- Ponta Delgada: Relva vibrou com a ‘Mostra Folclórica do Atlântico’&lt;br /&gt;- Festa Folclore Semente 2009 em Anta, Espinho&lt;br /&gt;- Grupo de S. Salvador de Macieira da Maia realizou Festival &lt;br /&gt;- Festival Internacional de Folclore do Etnográfico de Albergaria-a-Velha foi a festa esperada&lt;br /&gt;- Rancho do Bairro de Santarém é como ‘Personalidade do Ano’&lt;br /&gt;- O Bailinho da Madeira no Festival do Reguengo da Parada &lt;br /&gt;- Festival do Rancho de Alcanhões com tons e sons insulares&lt;br /&gt;- Etnográfico Danças e Cantares do Minho regressou de uma memorável participação em França&lt;br /&gt;- Grupo Lavradeiras da Meadela actuou com grande sucesso na Argélia&lt;br /&gt;- Santarém em festa de 2 a 8 de Setembro com o 50º Festival Internacional “Celestino Graça”&lt;br /&gt;- Rancho da Malveira comemorou o seu 20.º aniversário&lt;br /&gt;- Grupo da Camacha actuou em França&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico da Fajarda em Espanha&lt;br /&gt;- Rancho “Fazendeiros de Lagameças” recebeu Medalha Municipal de Mérito&lt;br /&gt;- O Rancho Folclórico da Malhada Velha festejou aniversário&lt;br /&gt;- Escola de concertina no Mindelo abre a 4 de Setembro&lt;br /&gt;- Encontro de Tocadores de Concertina e Cantadores ao Desafio em Tendais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INOVAÇÃO TRADIÇÃO&lt;br /&gt;-Melhoria, pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizações no mês de Setembro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 17,50 € * Europa: 20,00 € * Fora da Europa¨25,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-7876586829357206155?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/7876586829357206155/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=7876586829357206155' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/7876586829357206155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/7876586829357206155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/08/resumo-da-edicao-de-setembro.html' title='RESUMO DA EDIÇÃO DE SETEMBRO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-5580423615848905254</id><published>2009-08-05T02:05:00.001-07:00</published><updated>2009-08-05T02:06:49.347-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE AGOSTO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SnlLjPXSxfI/AAAAAAAAAJE/7wZTBzsh-oU/s1600-h/F162_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SnlLjPXSxfI/AAAAAAAAAJE/7wZTBzsh-oU/s320/F162_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366403499780392434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;EDIÇÃO N.º 162&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-5580423615848905254?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/5580423615848905254/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=5580423615848905254' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5580423615848905254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5580423615848905254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/08/capa-da-edicao-de-agosto.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE AGOSTO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SnlLjPXSxfI/AAAAAAAAAJE/7wZTBzsh-oU/s72-c/F162_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-6423669028152037032</id><published>2009-08-05T01:55:00.000-07:00</published><updated>2009-08-05T01:57:01.682-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-6423669028152037032?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/6423669028152037032/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=6423669028152037032' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/6423669028152037032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/6423669028152037032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/08/blog-post.html' title=''/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-4631484562905574730</id><published>2009-08-05T01:46:00.000-07:00</published><updated>2009-08-05T01:47:17.360-07:00</updated><title type='text'>TITULOS DA EDIÇÃO DE AGOSTO</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Rua Capelo e Ivens, 63 - 2000-039– SANTARÉM&lt;br /&gt;Apartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.º 162 (AGOSTO 2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda os Óscares &lt;br /&gt;Uma organização estrangeira acaba de distinguir duas personalidades portuguesas pelo trabalho oferecido à causa do folclore, elegendo-as para receberem uma distinção – um Óscar. Congratulemo-nos por isso. O troféu simboliza o reconhecimento à dedicação e premeia o altruísmo de pessoas que desenvolvam, ou tenham desenvolvido, uma reconhecida acção na “difusão e protecção das tradições populares” dos seus países, “trabalhando com entusiasmo e amor pela cultura popular”. Citamos o presidente do organismo mentor do projecto, em entrevista concedida ao Jornal Folclore, publicada na anterior edição.&lt;br /&gt;O galardão contemplou este ano mais duas individualidades do movimento folclórico de Portugal: José Maria Marques, ex-vice presidente da Federação do Folclore Português (FFP), tragicamente desaparecido no fatídico acidente de viação ocorrido em 1996 com o Grupo da Região do Vouga em viagem por França no regresso a Portugal, e Fernando Ferreira da Silva, actual presidente da FFP, que justifica a distinção num auto-elogio incerto em entrevista que publicámos na página 9 da anterior edição. O ano passado coube a Augusto Gomes dos Santos a honraria da atribuição.&lt;br /&gt;O nosso País não tem o hábito de reconhecer o mérito do trabalho dos seus subservientes. Pelo menos nas coisas da cultura popular. E uma resolução da UNESCO, ratificada por Portugal em 26 de Março de 2008, obriga o Estado português a dar atenção aos promotores e preservadores da dita cultura popular. Entre os quais os responsáveis pela promoção do folclore e enquanto protectores das tradições. Uma continuada distracção do Estado pela recomendação do organismo internacional, não causará estranheza, tendo em conta o que nos diz sabiamente o adágio popular: “Pelo andar da carruagem se sabe quem vai lá dentro”.&lt;br /&gt;Que ao menos, algum reconhecimento chegue lá de fora. Quanto mais não seja para nos aliviar de alguma mácula sentida pela apatia do Estado que temos.&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lopes Graça&lt;br /&gt;Quando em 1996 entrevistámos o maestro Fernando Lopes Graça para a revista Folclore, que então se publicava sob a nossa responsabilidade, ouvimos-lhe a seguinte afirmação: “Os grupos folclóricos que existem não correspondem a nenhuma realidade do povo português. Por isso não havia mal nenhum que desaparecessem todos!”. Confessamos o choque que sentimos ao ouvir a frontalidade do compositor. Porque entenderia o musicólogo, assim relativamente à representação tradicional que ele não encontrava nos grupos folclóricos? Interrogámo-nos.&lt;br /&gt;Hoje compreendemos o sentido da sua afirmação e a dimensão das suas palavras. Nos anos passados de então, mostraram-nos que – salve-se raras excepções – os verdadeiros factos folclóricos não existiriam no trabalho da esmagadora maioria dos auto-denominados “ranchos folclóricos”. E em abono da verdade, muitos grupos que então existiam “não correspondiam a nenhuma realidade do povo português”, como fazia salientar o maestro. &lt;br /&gt;Convenhamos que hoje – como ontem – aquilo que alguns (muitos) grupos folclóricos fazem e mostram não tem seguramente nada de folclórico. Sentimos o peso das nossas palavras, sem receio de quebrarmos perante a sua pressão.&lt;br /&gt;Aurélio Lopes, antropólogo e atento estudioso da cultura popular, escreveu na edição de Julho passado na sua secção Esfinge: “O problema é a imagem estigmatizada que o dito folclore entretanto adquiriu. Imagem, essa decorrente de uma inadequada concepção da prática, com reflexos inevitáveis no conteúdo, por parte de muitos dos actuais agrupamentos!” E reforçou: “A verdade é que muito do folclore nacional (ou tido como tal) é uma mentira! São as promíscuas fraudes que proliferam um pouco por todo o país: as “almas algarvias”, os “fandangos varapaus”, as “pauliteiras de Miranda”, o excesso estereotipado de personagens cromáticos. É o ritmo frenético e a excessiva elaboração coreográfica. Fraudes voluntárias e involuntárias, conscientes e inconscientes, que fazem de muita da representação folclórica em Portugal um “faz de conta” volátil entre o “ser” e o “parecer”!”.&lt;br /&gt;De forma irreflectida os bons projectos – felizmente que os há! – são sempre metidos no conjunto daqueles que “não correspondem a nenhuma realidade do povo português”, como entendia Lopes Graça. &lt;br /&gt;As regras para a representação-figuração-retratação dos elementos folclóricos não estão definidas e as águas tardam em se separar. O folclore-tradição está numa corrente; o folclore-recreio noutra. Este, numa corrente ainda maior.                                 &lt;br /&gt;O director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempos atrás proibia-se o fabrico e comercialização dos produtos de confecção artesanal. Agora…&lt;br /&gt;Campanha ‘Portugal, a Minha Primeira Escolha’ aconselha o consumo de produtos tradicionais &lt;br /&gt;Por: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está em curso uma nova campanha publicitária promovida pela Associação Empresarial Portuguesa de incentivo ao consumo de produtos nacionais. A campanha está a decorrer até ao final do ano com um orçamento de 1 milhão e meio de euros. Apela-se ao consumo de produtos de origem portuguesa, com vista dinamizar a economia. O queijo de cabra constituiu o prato de entrada num almoço integralmente confeccionado com produtos produzidos em Portugal e típicos da cultura portuguesa oferecido a vários deputados da Assembleia da República, que se preocuparam na defesa e comercialização dos produtos de características tradicionais.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reportagem&lt;br /&gt;Rancho Folclórico “As Cerejeiras de Fetais”&lt;br /&gt;O Rancho Folclórico “As Cerejeiras de Fetais” foi fundado em 1983. Desajustado da realidade tradicional local, veio algum tempo depois a absorver alguns aspectos culturais populares da região onde se insere, depois de ter desenvolvido um exaustivo trabalho de investigação no domínio do folclore, enquanto, ao mesmo tempo foi recuperado o que foi possível de um vasto património etnográfico que se perdia irremediavelmente. Resgataram-se à voragem do tempo alguns trajes, e registaram-se danças e cantigas. Inverter o rumo inicialmente traçado, para dignificação da cultura popular da sua região, foi o objectivo primeiro. Um adequado e correcto trabalho de retratação popular está em curso, a um passo de se tornar tão fidedigno quanto possível a uma realidade tradicional de uma época que o tempo está a apagar.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;FolkCantanhede - A região gandareza vibrou com o folclore do mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seis formações folclóricas oriundas de outros tantos países do mundo levaram a festa do seu folclore a todo o concelho de Cantanhede, animando durante oito dias a região gandareza. O FolkCantanhede saiu do reduto citadino da anfitriã Cantanhede e foi até às freguesias – cerca de 23 – fazer a festa mas também deixar a mensagem da paz e da fraternidade entre os povos do mundo. Mas a festa maior aconteceu no encerramento do Festival. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;A Gala final decorreu na majestosa Praça Marquês de Marialva, que se apresentava repleta de público em toda a sua enorme dimensão. Os grupos participantes, nacionais e estrangeiros, chegaram em desfile organizado ao grande recinto, para primeira admiração de muito público. Ao palco subiu primeiramente o grupo de bombos “Sempre a Bombar” da Cordinhã, uma freguesia do concelho. Os bombos ribombaram anunciando o início da grande festa. Mas foi o Grupo Folclórico da Corredoura (Guimarães) que deu o mote para o desfile do folclore dos 7 países representados.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;- Autarca de Marco de Canavezes agredido em espectáculo de folclore&lt;br /&gt;- Grupo de folclore mexicano cancelou viagem a Portugal devido à gripe A&lt;br /&gt;- Festival do Rancho do Cartaxo foi ponto alto das Festas da cidade&lt;br /&gt;- Porto de Mós: Festival da Lagoa Grande com bons momentos de folclore&lt;br /&gt;- Rancho de Vila Nova do Coito ofereceu em Almoster uma admirável festa de folclore&lt;br /&gt;- Coruche: Rancho Regional do Sorraia ofereceu bom Festival no seu 44.º aniversário &lt;br /&gt;- Golegã: Oficina de Cultura Popular fez análise do conhecimento etnográfico adequado ao folclore&lt;br /&gt;- Folclore de Faro encantou no Chipre &lt;br /&gt;- Festival Internacional de Folclore Silvalde 2009&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico de Erra promoveu Workshop Etnográfico de Fotografia&lt;br /&gt;- Madeira: Grupo de Folclore da Boa Nova esteve na Croácia e no Continente&lt;br /&gt;- Rancho Tecedeiras na Suíça &lt;br /&gt;- Rancho Folclórico “Os Campinos de Remscheid” (Alemanha) festeja este ano o 30.º aniversário&lt;br /&gt;- Festa do linho na Corredoura&lt;br /&gt;- Rancho S. Cosme de Gemunde, Maia, comemorou 49.º aniversário com Festival de Folclore  &lt;br /&gt;- Rancho Folclórico e Artístico de Antões festejou aniversário&lt;br /&gt;- ‘Povo que lavas no Rio Águeda’ levou milhares à antiga piscina fluvial&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de S. Cosme assinalou o 50.º aniversário&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico do Cartaxo actuou em França&lt;br /&gt;- Recriação etnográfica na Glória do Ribatejo fez reviver o casamento como há cem anos &lt;br /&gt;- Tradição e folclore no FestiBatalha&lt;br /&gt;- 40 ANOS - Grupo Folclórico da Região do Vouga, Mourisca do Vouga (Águeda). Danças e cantares do mundo sobre o rio Águeda&lt;br /&gt;- Cortelha (Loulé) vai respirar tradição e cultura&lt;br /&gt;- Serenata Futrica em Coimbra&lt;br /&gt;- INATEL: encerramento dos Cursos de Instrumentos Populares &lt;br /&gt;- Rancho de Gouveia comemorou as Bodas de Ouro&lt;br /&gt;- Rancho da Casa do Minho ofereceu tarde de Folclore em Belém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carta ao director&lt;br /&gt;“O comportamento é um espelho onde cada um revela a sua imagem”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esfinge&lt;br /&gt;Senso comum e ridículo, pelo Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INOVAÇÃO/TRADIÇÃO &lt;br /&gt;Braços no ar. Pelo Eng.º Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizações no mês de Agosto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 17,50 € * Europa: 20,00 € * Fora da Europa¨25,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-4631484562905574730?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/4631484562905574730/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=4631484562905574730' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4631484562905574730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4631484562905574730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/08/titulos-da-edicao-de-agosto.html' title='TITULOS DA EDIÇÃO DE AGOSTO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-1817266315735332901</id><published>2009-07-07T01:18:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T01:19:53.934-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE JULHO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SlMFEkA4oEI/AAAAAAAAAI0/EObbgYaH4Qs/s1600-h/F161_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SlMFEkA4oEI/AAAAAAAAAI0/EObbgYaH4Qs/s320/F161_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355629957818654786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-1817266315735332901?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/1817266315735332901/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=1817266315735332901' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1817266315735332901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1817266315735332901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/07/capa-da-edicao-de-julho.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE JULHO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SlMFEkA4oEI/AAAAAAAAAI0/EObbgYaH4Qs/s72-c/F161_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-4787181009673355935</id><published>2009-07-07T01:16:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T01:17:38.429-07:00</updated><title type='text'>TíTULOS DA EDIÇÃO DE JULHO</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Rua Capelo e Ivens, 63 - 2000-039– SANTARÉM&lt;br /&gt;Apartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.º 161 (JULHO 2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;Dia do Folclore Nacional&lt;br /&gt;Em apontamento Editorial que fizemos publicar na edição de Maio, manifestávamos a expectativa de que a comemoração do Dia do Folclore Nacional, programada para o dia 31 do mesmo mês em Espinho, se revelasse de excepcional impacto, traduzindo-se num acto intensamente participado pelo movimento folclórico. A Federação do Folclore Português mandou tocar a rebate, apelando a uma presença maciça dos grupos seus membros associados, por forma a se constituírem numa imensa parada reveladora de uma enorme mobilização. Responderam positivamente mais de duas centenas de grupos, que se representaram por aproximadamente dois mil elementos activos. Pode dizer-se que a adesão foi mobilizadora.&lt;br /&gt;No Dia do Folclore Nacional tentou-se uma vez mais despertar atenções para a grande realidade do movimento, ao mesmo tempo que se procura que o trabalho dos grupos folclóricos seja entendido e reconhecido. Entendido pela sociedade e reconhecido pelas instâncias oficiais, pelo Governo. O ministro da cultura esteve em Espinho e testemunhou in-loco a força do folclore. E levou recados para Lisboa. Recados corajosos do Presidente da Federação do Folclore Português e do líder da autarquia de Espinho. Como de outras entidades. E viu nos olhos dos milhares de folcloristas uma total aprovação. Duvida-se dos efeitos que possam surtir. Mas as mensagens foram veementes e destemidas. &lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;Dinheiros públicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – A Câmara Municipal de Espinho aceitou ser anfitriã de duas iniciativas da Federação do Folclore Português (FFP), que decorreram na sua cidade nos dias 30 e 31 de Maio – a cerimónia da entrega dos Óscares, atribuídos pela União Internacional das Federações dos Grupos de Folclore e as comemorações do Dia do Folclore Português. A autarquia de Espinho disponibilizou para os dois eventos uma verba que delimitou às suas disponibilidades financeiras. A Câmara de Espinho foi boa anfitriã das entidades estrangeiras e de alguns convidados portugueses, a maioria em exercício de funções. Um bom exemplo da amabilidade nacional, que nos caracteriza. Ambas as iniciativas tiveram repercussão nacional e sobretudo internacional, muito em especial por parte dos convidados estrangeiros.&lt;br /&gt;O Jornal Folclore foi convidado a fazer a reportagem dos referidos acontecimentos, enquanto órgão de imprensa escrita da especialidade. Sem outros encargos para a organização – a FFP – estivemos em Espinho o tempo necessário para a cobertura dos dois eventos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II – Em escrito divulgado num fórum na Internet, Arlindo dos Santos, ataca violentamente a organização e ciumenta-se pela nossa estada “durante 3 dias (!) num hotel, com tudo pago, dizem pela Câmara Municipal de Espinho, ou seja, dinheiro saído do bolso dos contribuintes”, diz o subscritor na sua lamúria. Eloquente a conclusão do cibernauta, que entende as iniciativas como “autênticas feiras de vaidades”. Interroga-se o signatário: “E para quê? Quem soube deste evento? Não vi qualquer notícia nos jornais ou televisões… exceptuando o jornal Folclore, ou não fosse ele um dos convidados a ficar 3 dias alojado num hotel, com tudo pago!”. &lt;br /&gt;Mau grado, Arlindo dos Santos não terá sido convidado. E só por isso caiu o “Carmo e a Trindade”. O subscritor manifesta-se ainda: “Ai que saudades eu tenho do Jornal Folclore quando desmascarava todos os meses nas suas páginas o mau funcionamento da Federação do Folclore Português. Agora são tudo rosas”.&lt;br /&gt;Esclarecemos, se por mais não fora, que a nossa postura enquanto responsável por este órgão de comunicação social, não se vende por uma estada num hotel. Tão pouco nos aliciam almoços, jantaradas, subidas aos palcos e outros privilégios. Criticamos quando entendemos dever fazê-lo. E disso temos dado sobejas provas, não olhando a quem e não atendendo a eventuais afeições que nos liguem aos citados.&lt;br /&gt; “Comprometemo-nos a respeitar os princípios deontológicos da imprensa e a ética profissional, de modo a não poderem prosseguir apenas fins comerciais nem abusar da boa fé dos leitores, encobrindo ou deturpando a informação”, determina o art.º 2 do Estatuto Editorial do Jornal Folclore, regulado pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III – O signatário promoveu no mesmo dia das comemorações do Dia do Folclore Português uma festa que reuniu mais de seis dezenas de grupos. A sua iniciativa foi, da mesma forma, patrocinada por uma autarquia – a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. Logo paga, igualmente, com “dinheiro saído do bolso dos contribuintes”. A verba atribuída pela autarquia de Vila Franca ter-se-á aproximado da verba facultada pela de Espinho. A iniciativa que decorreu em Vila Franca de Xira teve a repercussão que teve, cingida à particularidade da organização. Em Espinho o âmbito da realização terá extravasado as fronteiras do País.&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;- Distinguidas 12 personalidades nacionais e estrangeiras com trabalho meritório na defesa e salvaguarda do Folclore. O Folclore de Portugal abraçou o mundo&lt;br /&gt;- Dois mil folcloristas celebraram o folclore nacional. Dia do Folclore Português particularmente assinalado em Espinho&lt;br /&gt;- ‘A Minha Terra é Viana’: espectáculo etno-folclórico comemorativo dos 750 Anos do município de Viana do Castelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;- 10 e 11 de Julho, em Águeda. Povo que Lavas no Rio Águeda&lt;br /&gt;- Sectores da Europa do Sul e África do CIOFF reúnem em Lisboa &lt;br /&gt;- Associações de Folclore de Santarém e de Tomar em caminhos cruzados&lt;br /&gt;- Bodas de Diamante – Grupo Lavradeiras da Meadela e Grupo Regional de Moreira da Maia&lt;br /&gt;- Santarém: Folclore do País abriu a Feira Nacional de Agricultura &lt;br /&gt;- Na Festa de Folclore e Amizade do programa ‘O Povo a Cantar’. Folclore de manhã ao pôr-do-sol &lt;br /&gt;- Velhos costumes revividos na Feira Rural em Paranhos &lt;br /&gt;- Encontro de Cultura Tradicional Minhota em Lisboa. Folclore do Minho mostrou-se na Praça da Figueira&lt;br /&gt;- Folclore de qualidade no Festival do Rancho Luz dos Candeeiros&lt;br /&gt;- Rancho da Fajarda comemorou 30.º aniversário com Festival de Folclore &lt;br /&gt;- Ao Toque do Adufe- Rancho Folclórico da Boidobra apresenta tradições no Teatro Cine da Covilhã&lt;br /&gt;- Peso da Régua: Jornadas Etno-folclóricas debateram o associativismo&lt;br /&gt;- Deslocação à Suíça do Grupo Etnográfico Rusga de Joane &lt;br /&gt;- Homenageado director do Rancho da Casa do Povo de Pinhal Novo&lt;br /&gt;- Rancho da Santa Casa da Misericórdia de Soure festejou 14.º aniversário&lt;br /&gt;- Os Serranos em Espanha&lt;br /&gt;- Inaugurada sede-museu do Grupo Etnográfico de Almalaguês&lt;br /&gt;- Rancho da Golegã recriou no palco costumes populares locais&lt;br /&gt;- Grupo Etnográfico de Albergaria-a-Velha comemorou as Bodas de Prata&lt;br /&gt;- Grupo de Macieira da Maia inaugurou sede      &lt;br /&gt;- Perosinho – Inaugurada a Eira do Rancho de Perosinho  &lt;br /&gt;- Torres Novas: Rancho da Casa do Povo de Olaia realizou Festival&lt;br /&gt;- Rancho “As Florinhas” das Caldas de S. Jorge comemorou aniversário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;O Folclore Vila Nova de Famalicão – uma revisitação da memória do Estado Novo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Esfinge  - A verdade da mentira. Por Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizações no mês de Julho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 17,50 € * Europa: 20,00 € * Fora da Europa¨25,00 €&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-4787181009673355935?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/4787181009673355935/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=4787181009673355935' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4787181009673355935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4787181009673355935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/07/titulos-da-edicao-de-julho.html' title='TíTULOS DA EDIÇÃO DE JULHO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-3699145208271162782</id><published>2009-05-29T01:12:00.001-07:00</published><updated>2009-05-29T01:12:59.567-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE JUNHO</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-3699145208271162782?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/3699145208271162782/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=3699145208271162782' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3699145208271162782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/3699145208271162782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/05/capa-da-edicao-de-junho.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE JUNHO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-5740153482771779353</id><published>2009-05-29T01:11:00.000-07:00</published><updated>2009-05-29T01:12:22.534-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/Sh-Y1ASA9yI/AAAAAAAAAIs/vn8-Sj6IST4/s1600-h/F160_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/Sh-Y1ASA9yI/AAAAAAAAAIs/vn8-Sj6IST4/s320/F160_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341155719460747042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-5740153482771779353?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/5740153482771779353/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=5740153482771779353' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5740153482771779353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5740153482771779353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/05/blog-post.html' title=''/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/Sh-Y1ASA9yI/AAAAAAAAAIs/vn8-Sj6IST4/s72-c/F160_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-1195278501198967494</id><published>2009-05-29T01:09:00.001-07:00</published><updated>2009-05-29T01:09:48.366-07:00</updated><title type='text'>TITULOS DA EDIÇÃO DE JUNHO</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Rua Capelo e Ivens, 63 - 2000-039– SANTARÉM&lt;br /&gt;Apartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Europa: 17,50 € * Europa: 20,00 € * Fora da Europa¨25,00 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDIÇÃO N.º 160 (JUNHO 2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota Editorial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquecer a tradição…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A televisão, num apontamento de reportagem, exaltava num programa matinal o sentimento das raparigas de Miranda do Douro por “ousarem representar”, citamos, a popularizada ‘dança guerreira’, conhecida como ‘Dança dos Pauliteiros’. Alegava-se que os rapazes descuram a prática tradicional, e vai daí as graciosas moçoilas de Miranda – quais mulheres das tropas greco-romanas… – arregaçaram as mangas, envergaram as vestes guerreiras (?) e de paus em riste, foram à luta, que é como quem diz: à dança de combate. &lt;br /&gt;A popular dança mirandesa dos paulitos terá origem na dança pírrica dos Gregos. Os dançadores simulam o ataque e a defesa na batalha. A representação figurada de actos guerreiros é assim encaminhada para um desempenho estritamente masculino, se quisermos levar à risca a retratação da tradição mirandesa, de tempos seculares. A figuração apresentada pelos grupos tradicionais de Pauliteiros, vem do tempo em que o povo da região transmontana criou a mítica dança – ou a aculturou – exigindo que o seu desempenho seja coisa de homens. Ou a tradição já não é o que era…&lt;br /&gt;A prática que agora grupos de mulheres estão a incrementar, não terá nada do folclore que as gentes transmontanas criaram de forma anónima e que veio a arreigar-se de jeito tão apaixonado entre as comunidades de várias zonas do Planalto Mirandês e não só.&lt;br /&gt;No apontamento televiso, apelava-se a que se “esquecesse a tradição” e se desse ao sexo feminino a prática da dança exclusiva dos homens. Um apelo legítimo pelo direito à recreação, ao divertimento e ao convívio. Mas a representação do folclore acaba aqui. Não chamemos a essas formações grupos tradicionais ou etnográficos, porque não estão de acordo com a génese da criação popular – o facto folclórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí estão os Festivais&lt;br /&gt;Calcula-se que cerca de mil e quinhentos Festivais de Folclore irão animar os fins-de-semana de Maio a Setembro. Julho e Agosto há muito deixaram de ser os meses exclusivos para receberem as programações folclóricas, por razões que se prendem com a falta de disponibilidade dos grupos mais representativos, e também pelo direito a férias dos cooperantes nos meses especiais de estio. Junho e Setembro já se inundam de Festivais, e nalguns casos os meses Março e Abril, e mais tarde de Outubro já recebem muitas realizações, quando existem as alternativas que permitam que o Festival se desenrole em recintos cobertos. Temos assim um já curto período do ano que o movimento folclórico se aquieta nas suas representações cantadas e bailadas, contrariamente ao que se verificava anos atrás. Pelo Norte do País é conhecida uma intensa actividade dos grupos nos meses de Dezembro e Janeiro, recriando e fazendo reviver o folclore religioso do ciclo natalício e o cantar das Janeiras. Uma tradição não arreigada em boa parte do centro e do sul do País. O tradicional costume até já tem honras de espectáculo encenado, mostrando-se nos palcos de sumptuosas salas ou de simples instalações associativas.&lt;br /&gt;Abrimos então os braços à nova época dos Festivais. Alheios a crises sociais e económicas, porque nestas coisas do folclore, tudo anda à volta da carolice, mesmo que haja encargos com a cortesia de oferecer a refeição aos grupos convidados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaço vivo de memórias e tradições. Centro de Documentação e Estudos Etnográficos inaugurado na Glória do Ribatejo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Havia ali [na Glória do Ribatejo] um filão etnográfico a explorar”, escreveu Alves Redol em 1938 quando divagou por terras glorianas, e onde permaneceu longa temporada, para escrever a sua tão popularizada obra “Glória, uma Aldeia do Ribatejo”. Com efeito, a Glória – hoje uma das mais prósperas Freguesias do concelho de Salvaterra de Magos – sempre se distinguiu por uma peculiar atitude cultural das suas gentes. Talvez por isso o escritor terá denominado a pacata aldeiazinha de montado de então, como “uma ilha dentro do Ribatejo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Não conheço em todo o Ribatejo percorrido, outra aldeia que irradie mais simpatia por atributo próprio”. Invocamos uma vez mais Alves Redol, que descrevia assim o sentimento que o assolou quando se “hospedou” no pacato lugar da charneca do Ribatejo, plantado entre rico e vasto montado, que espera a machada para, em cada nove anos, oferecer a cortiça.&lt;br /&gt;De forma reiterada temos, nestas páginas, dado a conhecer costumes e hábitos peculiares que diferenciam a cultura gloriana de um outro qualquer recanto do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Folclore do Ribatejo quer apagar o esteriótipo da ‘saia encarnada’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe vai o tempo em que as vermelhas saias da indumentária das bailadoras dos ranchos do Ribatejo cunhavam a marca dum folclore ilusório da Lezíria – e não só – como o ex-libris do traje da Borda d’Água. A realidade da peça do vestuário feminino tradicional era, contudo, bem diferente daquilo que inúmeras formações queriam fazer ver. A investigação mais recente veio provar alguma contradição no uso quase maciço da garrida saia pelos grupos folclóricos. Afinal, outras matizes eram tão ou mais frequentes nos tecidos, que não só o vermelho. Generalizou-se então a saia encarnada entre os ranchos que se foram formando, copiando o pitoresco exibido por outros, contrariando a realidade etnográfica das respectivas zonas de inserção. O esteriótipo estava criado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante décadas inúmeros grupos da região do Ribatejo espalharam a colorida imagem “etnográfica” da indumentária tradicional feminina, exaltando o alegórico traje – saia vermelha e blusa branca. Vestidas de forma uniformizada, a cor rubra sobressaía no palco da representação, apoiada sempre por uma apurada técnica de execução das danças. As plateias aplaudiam frenéticamente o bonitinho que as encarnadas saias e o sincronismo da execução bailada ofereciam.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reportagens &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feira Rural Portuguesa recebeu milhares de visitantes. Velhos costumes na Feira rural em Arcozelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A recriação e velhos hábitos de outros tempos, que permitiam trocar por alguns dinheiros os produtos da horta, do fumeiro ou da arte de uma qualquer bordadeira, passaram uma vez mais pelo Parque Santa Maria Adelaide, na popularizada vila de Arcozelo (Vila Nova de Gaia), tão conhecida por factos religiosos ligados ao aparecimento do corpo incorrupto de Maria Adelaide. A iniciativa da Federação do Folclore Português reuniu centenas de vendedores, figurando a tradição retratada por cerca de setenta grupos folclóricos, e recebeu a visita de milhares de visitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Feira Rural que a Federação do Folclore Português promove desde há 14 anos, levou ao aprazível Parque da conhecida vila de Arcozelo (Vila Nova de Gaia), dezenas de retratos vivos de hábitos de outrora, quando as gentes rurais procuravam, no marcado do largo da aldeia, angariar proventos para a sua sobrevivência, trocando por alguns réis os produtos cultivados nos hortejos ou os enchidos de carne do suíno criado no chiqueiro do quintal. (…)&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peregrinação de ranchos e grupos folclóricos. Dois mil trajes do folclore nacional matizaram o Santuário de Fátima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de duas centenas de grupos e ranchos folclóricos mostraram em Fátima aproximadamente dois mil trajes das suas representações etnográficas. O Santuário recebeu a VII peregrinação do movimento folclórico nacional, uma iniciativa da Federação do Folclore Português, que conta com o apoio da Reitoria do Santuário. As vestes, simples ou mais elaboradas da tradição portuguesa, coloriram o espaço sagrado,  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte dos grupos folclóricos federados respondeu afirmativamente à chamada da Federação do Folclore Português (FFP), participando em mais uma grande manifestação de representação e de Fé, integrando a peregrinação do folclore nacional a Fátima. A iniciativa, que tem merecido o melhor apoio da Reitoria do Santuário, tem sido extraordinariamente bem acolhida pelos grupos e ranchos de folclore, comparecendo de forma numerosa em representação do movimento folclórico. No dia 26 de Abril estariam no Santuário a cerca de dois mil trajes regionais. (…)&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oitocentos trajes tradicionais do País mostraram-se ao vivo em Tomar &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de uma centena de regiões etnográficas do País, representadas por outros tantos grupos e ranchos de folclore, fizeram-se representar na XV Exposição Nacional do Trajo ao Vivo, que a Federação do Folclore Português organizou e levou à cidade de Tomar, constituindo um painel representativo da etnografia nacional, no respeitante a trajes tradicionais. Foram cerca de oitocentos os figurantes que exibiram de forma distinta os trajes de outras épocas, em representação das suas regiões. Muito público assistiu ao maravilhoso desfile, encantando-se com o admirável cortejo das vestes tradicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram muitos os nabantinos que no dia 16 de Maio se extasiaram com o desfile de trajes tradicionais, outrora usados nas mais diversificadas regiões do País, e levados à cidade de Tomar, numa organização da Federação do Folclore Português, concretizando assim a sua XV Exposição Nacional do Trajo ao Vivo. (…)&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;- Grupo de Folclore da Casa de Portugal em Andorra celebra 13 anos com Festival Ibérico&lt;br /&gt;- Rancho “Os Camponeses da Beira-Ria”, de Murtosa, comemorou o 30.º aniversário &lt;br /&gt;- Rancho Folclórico do Cartaxo e Câmara Municipal assinam protocolo para concluir nova sede&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico da Corredoura esteve em França&lt;br /&gt;- Feira tradicional em Tendais&lt;br /&gt;- ‘Danças do Mundo’ – Festival Internacional de Folclore nas Terras da Feira entre 15 e 27 de Julho&lt;br /&gt;- Faleceu Rui Aguiar, dirigente do Cancioneiro de Águeda&lt;br /&gt;- Azambuja: Rancho de Vale do Paraíso com sede nova&lt;br /&gt;- Coruche: Rancho “Os Camponeses” de Santana do Mato comemorou as Bodas de Ouro &lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de Castelo do Neiva comemorou aniversário com tarde de Folclore&lt;br /&gt;- Grupo da Casa do Povo de Ceira comemorou 47.º aniversário&lt;br /&gt;- Grupo da Casa do Povo de Santa Cruz do Bispo festejou 56 anos&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico de Canidelo vai assinalar o 30.º aniversário&lt;br /&gt;- Folclore no 75.º aniversário da Casa do Povo de Vialonga&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico de Faro prepara comemoração do 79.º aniversário &lt;br /&gt;- Camponeses do Mondego comemoraram aniversário&lt;br /&gt;- Rancho da Casa do Povo de Aveiras de Cima distinguido em Palma de Maiorca&lt;br /&gt;- “As Tecedeiras” de Bidoeira de Cima na Suíça&lt;br /&gt;- Preito de honra e mérito do Rancho de Torredeita para Arcides Batista Simões&lt;br /&gt;- Etnográfico Danças e Cantares do Minho ofereceu mais um Festival à cidade de Lisboa&lt;br /&gt;- Folclore de qualidade no Festival no Bairro dos Arneiros, Caldas da Rainha&lt;br /&gt;- “Sabores da Glória” levaram à mesa comeres dos casamentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;Folclore recreativo, histórico e cultural. Por Bertino Coelho Martins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Esfinge  - Sombrias perspectivas! Por Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizações no mês de Junho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVOS CORPOS GERENTES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTAS AO DIRECTOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peregrinação Nacional dos Ranchos Folclóricos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-1195278501198967494?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/1195278501198967494/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=1195278501198967494' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1195278501198967494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/1195278501198967494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/05/titulos-da-edicao-de-junho.html' title='TITULOS DA EDIÇÃO DE JUNHO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-4347136475913833570</id><published>2009-05-05T01:28:00.000-07:00</published><updated>2009-05-05T01:29:52.201-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE MAIO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/Sf_47LvR6II/AAAAAAAAAIc/HN4zhIQjRN4/s1600-h/F159_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/Sf_47LvR6II/AAAAAAAAAIc/HN4zhIQjRN4/s320/F159_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332254179477022850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-4347136475913833570?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/4347136475913833570/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=4347136475913833570' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4347136475913833570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/4347136475913833570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/05/capa-da-edicao-de-maio.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE MAIO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/Sf_47LvR6II/AAAAAAAAAIc/HN4zhIQjRN4/s72-c/F159_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-7743314563368299219</id><published>2009-05-05T01:23:00.000-07:00</published><updated>2009-05-05T01:24:37.722-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Rua Capelo e Ivens, 63 - 2000-039– SANTARÉM&lt;br /&gt;Apartado 518 2000-906 SANTARÉM – Email: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2001-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;ou preencha o cupão incerto neste blogue&lt;br /&gt;Europa: 17,5 € * Europa: 20 € * Fora da Europa¨25 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDIÇÃO N.º 159 (MAIO 2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Democratizar” o ensino da música&lt;br /&gt;O primeiro ministro anunciou durante a inauguração do Conservatório de Música do Porto, em data recente, que o Governo está apostado em “democratizar” o ensino da música, alargando-o a “cada vez mais jovens”. José Sócrates estar-se-ia a referir ao ensino da música elitista, oferecido nos Conservatórios, que, aliás confirmou: “O Governo está a fazer um enorme investimento nos cinco conservatórios de música públicos, com a construção de raiz de novos edifícios para os do Porto e Coimbra e a modernização dos de Lisboa, Aveiro e Braga”. Se dúvidas houvesse elas foram desde logo eliminadas. Logo peca por falta de verdade a propalada “democratização” do ensino da música.&lt;br /&gt;Fica por explicar a razão porque não chega a anunciada democratização do ensino musical a outros centros, como as inúmeras escolas de música que integram o movimento associativo cultural do País, e nomeadamente aquelas que estão no seio dos grupos de folclore? Estes espaços de aprendizagem, estando a formar milhares de novos músicos, constituem ao mesmo tempo lugares de sociabilidade e de convívio, que o Estado deveria reconhecer como centros de formação e de civilidade.&lt;br /&gt;Parece-nos que também por aqui o Estado andará desatento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dia Nacional do Folclore&lt;br /&gt;A Federação do Folclore Português estabeleceu, de há uns anos a esta parte, o último domingo de Maio como o Dia Nacional do Folclore. Não se tendo verificado, nos últimos anos, a realização de iniciativas que de alguma forma assinalassem a data, regista-se com agrado a comemoração do Dia Nacional do Folclore este ano, com a realização de um evento festivo que decorrerá na cidade de Espinho. &lt;br /&gt;A nível mundial o Dia do Folclore é assinalado em inúmeros países em Agosto. A iniciativa tem em vista homenagear o inglês William John Thoms, nascido a 22 de Agosto de 1846, criador da palavra “folclore”. No Brasil o Dia Nacional do Folclore é comemorado a 22 de Agosto, e foi instituído por um decreto federal em 1965. Em alguns estados brasileiros, a data é assinalada durante cerca de um mês, e Agosto é tido como o mês do folclore. Em todos os Estados brasileiros são desenvolvidas centenas de actividades à volta do folclore e nas Escolas e instituições são realizados vários trabalhos pedagógicos sobre o tema. A própria comunidade é particularmente envolvente em várias iniciativas de cariz popular. O Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, no Rio de Janeiro, (uma estrutura administrativa do Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional do Ministério da Cultura), sempre assinala especialmente o Dia Nacional do Folclore, com uma programação elaborada especialmente para a data.&lt;br /&gt;Por cá, parece que as coisas querem sair da letargia dos anos anteriores, e alguma coisa vai acontecer para assinalar a data. O folclore português – o único no mundo que se representa imbuído na raiz tradicional – merecerá ser considerado no seu Dia Nacional, como acontece em muitas partes do mundo. Se não houver intenção de homenagear o arqueólogo inglês, que seja em tributo ao próprio folclore. E cabe à Federação do Folclore Português assumir qualquer iniciativa, ainda que de forma simbólica, promovendo a realização de eventos evocativos da data.&lt;br /&gt;Espera-se que a manifestação do folclore nacional, que vai acontecer em Espinho no dia 31 de Maio, se revele importante e de excepcional impacto. E que possa servir, quanto mais não seja, para acordar as mentes adormecidas da nossa estrutura governamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;62 ranchos dançam num mega Festival&lt;br /&gt;Vila Franca de Xira recebe festa do folclore nacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade de Vila Franca de Xira é anfitriã de um grande encontro do folclore nacional. A típica cidade ribatejana recebe no dia 31 de Maio mais de sessenta grupos folclóricos, que rumarão de diversificadas regiões do País. A iniciativa tem o patrocínio da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e vai decorrer no Parque Urbano do Cevadeiro. A organização é do programa ‘O Povo a Cantar’, da Rádio Íris, emitido semanalmente aos domingos entre as 7 e as 13 horas. &lt;br /&gt;O programa ‘O Povo a Cantar’ foi idealizado há quinze anos com o objectivo de divulgar a música folclórica gravada pelos inúmeros grupos da região da Lezíria ribatejana. Esse desígnio regional alargou-se nos últimos anos ao folclore de todo o País, fazendo ouvir o folclore de outras regiões, que extravasam as ondas da Íris. Também, por força das novas tecnologias, a emissão do programa passou a ter audição alargada, com ligação à Internet, contando a partir de então com audiência em inúmeras partes do País e do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Parque Urbano do Cevadeiro, em Vila Franca de Xira, junto à praça de Touros, vai engalanar-se no dia 31 de Maio para receber cerca de sessenta grupos folclóricos, representativos de variadas zonas etnográficas de todo o País. A iniciativa é do programa radiofónico ‘O Povo a Cantar’, que integra a programação da Rádio Íris, com estúdios em Samora Correia. É emitido semanalmente aos domingos, entre as 7 e as 13 horas. &lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carga fiscal pode vir a abater-se sobre a actividade folclórica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguma sensibilidade dos trabalhadores da administração fiscal pelas precárias condições económicas do associativismo folclórico, tem feito esquecer o cumprimento das regras contributivas a que se obriga qualquer associação ou colectividade, cobradora de dinheiros por serviços prestados e bens comercializados, como a exploração de bares nos seus espaços sociais. Mas uma sedenta determinação da governança fiscal na cobrança de impostos pode vir a provocar uma verdadeira hecatombe nas magras finanças dos grupos de folclore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São vários os caminhos que poderão levar a administração fiscal à tributação de impostos aos grupos de folclore, enquanto associações cobradoras de serviços prestados (actuações remuneradas), recebedoras de subsídios oficiais e particulares e de bens comercializados (a exploração de bares). Quando acabar o estado de graça a que os diligentes oficiais contemplaram as associações folclóricas, muitas brechas vão ser abertas nos cofres dos grupos folclóricos, abatendo-se sobre os já parcos rendimentos que pingam a actividade cultural e social que desenvolvem.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;- Óscar Mundial do Folclore distingue duas personalidades de Portugal&lt;br /&gt;- Nazaré: Festival do Rancho Tá-Mar” ao som do canto das ondas&lt;br /&gt;- Tarde de folclore animou Festas de Constância&lt;br /&gt;- Bolo de Ançã em processo de certificação e registo da marca&lt;br /&gt;- Rancho de Fânzeres comemorou o 30.º aniversário&lt;br /&gt;- Gastronomia popular da Glória do Ribatejo regala com os petiscos de antigamente&lt;br /&gt;- Rancho Tradicional de Cinfães divulga actividades&lt;br /&gt;- Rancho Típico de Alvorge festejou as Bodas de Prata &lt;br /&gt;- Festival de folclore Ibérico em Andorra&lt;br /&gt;- Grupo Etnográfico de Lorvão comemora aniversário&lt;br /&gt;- Mindelo vai receber Encontro de Tocadores de Concertina e Cantadores ao Desafio&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico Santo André de Lever em França&lt;br /&gt;- Grupo de Galegos Santa Maria recebeu instrumentos musicais&lt;br /&gt;- Etnográfico de Macinhata do Vouga vai comemorar 20.º aniversário&lt;br /&gt;- Algueirão: Grupo As Florinhas do Alto Minho organizam Festival de Tocadores de Concertina&lt;br /&gt;- Tocadores de concertina e cantadores ao desafio em Santa Maria da Feira&lt;br /&gt;- Encontro de Cantares da Quaresma em Cantanhede reuniu grupos populares da região &lt;br /&gt;- Os Martírios de Cristo foram revividos na Boidobra&lt;br /&gt;- Arzila ouviu cantar “Os Martírios do Senhor” &lt;br /&gt;- Michel Giacometti, o etnomusicólogo quase esquecido&lt;br /&gt;- Festa do Folclore do Minho mostra-se em Lisboa&lt;br /&gt;- Exposição Nacional do Trajo ao Vivo é dia 16 de Maio em Tomar&lt;br /&gt;- Dia Nacional do Folclore Português comemora-se em Espinho no dia 31 de Maio&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico da Correlhã com novo espaço social&lt;br /&gt;- Arraial de folclore festeja aniversário do Grupo Etnográfico de Alverca &lt;br /&gt;- Feira dos Lázaros, em Coimbra, promoveu a doçaria tradicional&lt;br /&gt;- Grupo Etnográfico da Região de Coimbra recriou a Festa da Arrufada &lt;br /&gt;- Grupo Regional de Moreira da Maia prepara comemorações das Bodas de Diamante&lt;br /&gt;- Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela assinala 75.º aniversário&lt;br /&gt;- Santarém: Centro Nacional de Exposições recebe o folclore nacional&lt;br /&gt;- Coruche: Rancho da Fajarda organizou noite de Fado e Fandango &lt;br /&gt;- Espectáculo de música popular em Mourisca do Vouga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;A nós o que é nosso...mas reinventando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inovação / Tradição - Festivais, fonte de receita – Por: Eng. Manuel Farias&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizações no mês de Maio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORPOS GERENTES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico do Vale de Santarém &lt;br /&gt;- Associação Grupo dos Amigos de Loulé - Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Loulé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTAS AO DIRECTOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-7743314563368299219?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/7743314563368299219/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=7743314563368299219' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/7743314563368299219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/7743314563368299219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/05/jornal-folclore-rua-capelo-e-ivens-63.html' title=''/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-2119566189518586398</id><published>2009-03-31T06:09:00.001-07:00</published><updated>2009-03-31T06:10:40.636-07:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE ABRIL</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SdIWIQDleWI/AAAAAAAAAIM/NkVh70Tlq0M/s1600-h/F158_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SdIWIQDleWI/AAAAAAAAAIM/NkVh70Tlq0M/s320/F158_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319338440882747746" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-2119566189518586398?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/2119566189518586398/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=2119566189518586398' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/2119566189518586398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/2119566189518586398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/03/capa-da-edicao-de-abril.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE ABRIL'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SdIWIQDleWI/AAAAAAAAAIM/NkVh70Tlq0M/s72-c/F158_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-9093304889260252304</id><published>2009-03-31T05:59:00.000-07:00</published><updated>2009-03-31T06:00:19.083-07:00</updated><title type='text'>TITULOS DA EDIÇÃO DE ABRIL</title><content type='html'>JORNAL FOLCLORE&lt;br /&gt;Rua Capelo e Ivens, 63 - 2000-039– SANTARÉM&lt;br /&gt;Apartado 518 2000-906 SANTARÉM – Email: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;Telefones: 243 599 429 – TM 919126732 – Fax: 243 509 464&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A S S I N E&lt;br /&gt;Subscreva a assinatura enviando o pedido ao&lt;br /&gt;Apartado 518 – 2001-906 SANTARÉM &lt;br /&gt;ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com&lt;br /&gt;ou preencha o cupão incerto neste blogue&lt;br /&gt;Europa: 17,5 € * Europa: 20 € * Fora da Europa¨25 €&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDIÇÃO N.º 158 (ABRIL 2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ajuda francesa&lt;br /&gt;O presidente francês, Nicolas Sarkozy, anunciou recentemente medidas estruturais para reformar e modernizar a imprensa escrita, que atravessa graves dificuldades. O presidente anunciou que será oferecida a assinatura gratuita de jornais impressos (diários ou não) aos jovens franceses de 18 anos. O objectivo é criar nos mais novos hábitos de leitura. Os apoios estão orçamentados em 200 milhões de euros/ano. &lt;br /&gt;As ajudas financeiras à imprensa escrita que o Governo francês acaba de anunciar, trazem alguma esperança a boa parte dos jornais, que a conjuntura arrastou para uma gravíssima situação económica. É conhecida a débil situação financeira da imprensa, até dos grandes grupos editores, trazida por circunstâncias várias, da limitação de publicidade à quebra de vendas.&lt;br /&gt;Por cá, mantém-se o alheamento às dificuldades que a imprensa atravessa. As publicações definham e agravam dia a dia uma já precária existência. As ajudas estatais ao porte dos Correios para os jornais vendidos por assinatura reduzem-se cada ano. E caminham para a extinção total. Sem as ajudas aos portes, o custo da assinatura terá de sofrer inevitáveis agravamentos, que a seu tempo se tornarão insuportáveis para o subscritor.&lt;br /&gt;Em devido tempo o governo anunciou a oferta de assinaturas às Associações portuguesas sedeadas no estrangeiro, e foram várias as que subscreveram a assinatura do Jornal Folclore. Mas foi sol de pouca dura. Até esse pequeno apoio se esfumou.&lt;br /&gt;O Director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA EDITORIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O número certo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inventariámos – uma vez mais – o movimento folclórico nacional. Concluiu-se que o número de grupos e ranchos de folclore em actividade no País – continente e Ilhas – continua a não ultrapassar muito os mil e setecentos grupos. Recordemos que em 2002 fizemos o primeiro inventário com o absoluto rigor dos números, tendo para tal o indispensável apoio das câmaras municipais do território nacional. O número encontrado foi de 1.717 grupos. Na altura propalava-se que existiriam em Portugal cerca de três mil agrupamentos. O número terá saído de uma sondagem da Universidade Nova de Lisboa, onde se terá concluído da existência de tão expressiva quantidade de formações folclóricas. Ao que apurámos, a pesquisa da instituição universitária terá incluído no rol uma significativa lista de conjuntos de cariz recreativo, que não apenas grupos de expressão tradicional (folclóricos).&lt;br /&gt;Um novo percurso por todas as autarquias do País, realizado entre Janeiro e Março, confirmou o número encontrado em 2002, com ligeiras alterações nalguns concelhos e mais acentuadas noutros. Entre as novas formações e as que cessaram a actividade, o total encontrado agora – 1744 – não difere substancialmente daquele que encontrámos sete anos atrás.&lt;br /&gt;Continuamos a ser o País do mundo onde a actividade folclórica se desenvolve mais intensamente. O rectângulo nacional e as suas Ilhas Insulares da Madeira e dos Açores, superam em muito o número de agrupamentos existentes em países com uma superfície incomensuravelmente maior. Os benefícios para a representação de tão desmedida quantidade de grupos e ranchos de folclore estão ainda por apurar. Mas sempre adiantamos que o benefício para o grande movimento seria superior se houvesse um maior entendimento do papel que cabe desempenhar a um grupo folclórico. Convenhamos que a retratação dos aspectos culturais tradicionais continua sobremaneira mal compreendida pelos responsáveis de uma parte dos grupos activos. Nalguns casos os factos folclóricos – aquilo que foi usual entre as comunidades num tempo necessariamente recuado – passam ao lado do trabalho que alguns grupos mostram, porque sempre descuidaram as necessárias acções de recolha dos elementos-base que obrigatoriamente devem estar presentes na formação do conjunto, se se quer representativo do seu folclore.&lt;br /&gt;O Director&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES&lt;br /&gt;Recenseámos o movimento folclórico nacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mancha folclórica do País&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mil setecentos e quarenta grupos e ranchos de folclore constituem o universo da representação folclórica nacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mancha folclórica do País está uma vez mais delineada pelo trabalho acabado de desenvolver pelo nosso Jornal, que decorreu ao longo dos primeiros meses do corrente ano. Em 2002 trouxemos a mesma realidade às páginas do jornal, resultado de um idêntico trabalho. Para a realização do presente levantamento, foram inquiridas todas as câmaras municipais do País, que nos deram informação dos grupos etnográficos em actividade nos seus concelhos. Está desta forma actualizada mancha da representação folclórica nacional. Há no País mais 35 novos grupos, relativamente a 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um inquérito acabado de realizar pelo nosso Jornal junto de todas as autarquias do país, conclui que estão em actividade, em todo o território nacional, 1.744 grupos e ranchos de folclore. Entre Janeiro e Março realizámos um inquérito nacional para apurar a exacta realidade do movimento folclórico em todo o país. Concluímos assim que o número de grupos e ranchos de folclore, incluindo os grupos corais tradicionais, não chega aos dois milhares, contrariando os números inflacionados, que sempre apontam para cerca de três mil grupos. A realidade uma vez mais dá-nos conta de um número bastante inferior.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;Por: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REPORTAGENS&lt;br /&gt;- Salvaguarda e valorização do património cultural popular. Seminário na Golegã tratou de etnografia e comunicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CESPOGA – Centro de Estudos Politécnicos da Golegã, promoveu na Golegã um Seminário sobre a investigação etnográfica e comunicação. “Abordar de forma preliminar uma matéria de interesse cultural que, indiscutivelmente, possui implicações no modelo de desenvolvimento local e regional” foi o objectivo da iniciativa dos promotores. Estudiosos desenvolveram a temática sobre os “conceitos do folclore, da cultura, investigação e desenvolvimento” situando-os no “contexto da própria área regional onde a acção teve lugar”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; “Ligar a Cultura Popular e o Folclore à Academia; Incentivar a produção e divulgação do conhecimento sobre o Folclore e criar uma linha de trabalho sobre Folclore na Oficina de Cultura Popular” afecta ao Centro de Estudos Politécnicos da Golegã (CESPOGA), foram os objectivos que presidiram à realização do Seminário que decorreu no dia 20 de Março, na Golegã. Sobre o tema “Investigação Etnográfica e Comunicação”, a iniciativa rodeou-se de propósitos bem definidos sobre a “abordagem a uma matéria de interesse cultural”, como é a cultura popular e o Folclore. &lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;Por: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Glória do Ribatejo homenageou os últimos cingeleiros &lt;br /&gt;Ouvir histórias de vidas, para memória futura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram à volta de trezentos os cingeleiros da Glória do Ribatejo na década de cinquenta. Agrários que trabalhavam por conta própria, donos de juntas de vacas e carros que laboravam nas lavra das terras, nas sementeiras e no transporte de lenha e cortiça, desde o Alentejo até ao rio Tejo. Chamavam-lhes por isso, o “comboio da Glória”. E dizia-se que “conheciam o mundo”, porque “iam à borda do mar” (margem do Tejo). Os últimos cingeleiros vivos da Glória foram homenageados pelo Rancho da Casa do Povo local, que aproveitando o tributo aos seus rurais, registou algumas histórias das suas vidas, tidas como “documentos inestimáveis da história de um povo”, segundo a Dr.ª Rita Pote, dirigente do rancho organizador da iniciativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A uma junta de bois chamavam-lhe “cingel”. Daí o seu dono ser designado por “cingeleiro”. Os cingeleiros constituíram um agregado especial entre a comunidade gloriana, como afirma Rita Pote, pesquisadora dos aspectos culturais e tradicionais da Glória do Ribatejo, onde nasceu e vive.&lt;br /&gt;(Desenvolvimento na edição impressa)&lt;br /&gt;Por: Manuel João Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rancho da Golegã encenou um interessante espectáculo de Fados e Fadinhos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS &lt;br /&gt;- Rancho Ceifeiras e Campinos de Azambuja comemora 52 anos em festa pública&lt;br /&gt;- Rancho do Cartaxo promove ‘Noite Castiça’&lt;br /&gt;- Rancho Luz dos Candeeiros lança novo CD e organiza jantar-convívio&lt;br /&gt;- Festival assinalou 51 anos do Rancho “Fazendeiros de Montemor-o-Novo”&lt;br /&gt;- Etnográfico Danças e Cantares do Minho confraternizou num restaurante em Coruche&lt;br /&gt;- Adufeiras de Monsanto no Encontro de Tocadores “Tocar de Ouvido” que decorre em Évora &lt;br /&gt;- Rancho de Benfica do Ribatejo comemora aniversário com folclore de Timor e Angola&lt;br /&gt;- O traje tradicional em exposição no Museu Municipal de Mafra&lt;br /&gt;- Fundação INATEL contempla 630 Centros de Cultura e Desporto &lt;br /&gt;- Associação de Santo Tirso promove oficinas de música, canto e instrumentos tradicionais&lt;br /&gt;- Em Arzila reviveu-se o “Serramento da Velha”&lt;br /&gt;- Rancho Folclórico de Godim arrancou com escola de música&lt;br /&gt;- Brasil: folclore no programa de apoio à cultura popular&lt;br /&gt;- Serão de Cultura Popular em Coimbra Integrado na Semana Cultural da Universidade &lt;br /&gt;- Malhada do Milho em Vilar do Paraíso&lt;br /&gt;- Casa do Minho organiza Pascoela e Encontro de Tocadores de Concertinas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OPINIÃO&lt;br /&gt;- Os jovens no folclore e na etnografia. Pelo Dr. Mário Nunes&lt;br /&gt;- Dançar em meias. Por João Moreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECÇÕES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inovação / Tradição&lt;br /&gt;Identidade – a personalidade dos povos . Pelo Engº. Manuel Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esfinge&lt;br /&gt;O sindroma da ignorância  - Pelo Dr. Aurélio Lopes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi notícia… este mês, há treze anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FESTIVAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DISCOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTAS AO DIRECTOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Informação positiva, que nos ensine…”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PORQUE NÃO TE CALAS?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PLANOS DE ACTIVIDADE&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-9093304889260252304?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/9093304889260252304/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=9093304889260252304' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/9093304889260252304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/9093304889260252304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/03/titulos-da-edicao-de-abril.html' title='TITULOS DA EDIÇÃO DE ABRIL'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-5627701105808633358</id><published>2009-02-27T02:26:00.000-08:00</published><updated>2009-02-27T02:28:41.849-08:00</updated><title type='text'>CAPA DA EDIÇÃO DE MARÇO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SafAHXw_WXI/AAAAAAAAAGU/XLSW1lSeSoY/s1600-h/F157_01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 226px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SafAHXw_WXI/AAAAAAAAAGU/XLSW1lSeSoY/s320/F157_01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307421918750529906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8598098704443235266-5627701105808633358?l=jfolclore.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jfolclore.blogspot.com/feeds/5627701105808633358/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8598098704443235266&amp;postID=5627701105808633358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5627701105808633358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8598098704443235266/posts/default/5627701105808633358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jfolclore.blogspot.com/2009/02/capa-da-edicao-de-marco.html' title='CAPA DA EDIÇÃO DE MARÇO'/><author><name>Jornal Folclore</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07218101930614170875</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/STBuiP9yPrI/AAAAAAAAAEc/MfH0M1SLOkM/S220/Capa+da+edi%C3%A7%C3%A3o+de+Dezembro.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XWDkAbgDBm4/SafAHXw_WXI/AAAAAAAAAGU/XLSW1lSeSoY/s72-c/F157_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8598098704443235266.post-782914737625281277</id><published>2009-02-27T02:14:00.000-08:00</published><updated>2009-02-27T02:17:39.580-08:00</updated><title type='text'>titulos da edição de Março</title><content type='html'>Jornal FOLCLORE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rua Capelo e Ivens, 63 - 2000-039– SANTARÉM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A
